quarta-feira, 6 de setembro de 2017

COMO DESTRUIR ESQUERDISTAS EM DEBATE

Tudo que você precisa saber para destruir esquerdista em debate.

HOW TO DESTROY LEFTISTS IN DEBATE by Ben Shapiro
Trata-se de um resumo adaptado do livro de Ben Shapiro “Como Destruir Esquerdistas em Debate”. Obviamente, o foco e os exemplos abaixo citados dizem respeito aos EUA, mas são integralmente válidos e aplicáveis a qualquer país ocidental democrático.
Nas últimas décadas, a esquerda ganhou assustadoramente espaço no cenário político. Disfarçam-se sob os mais diversos rótulos – sociais-democratas, socialistas, comunistas, trabalhistas, movimentos operários/sindicais, ONGs etc – mas no fundo compartilham sempre o mesmo cerne parasitário, destrutivo e autoritário. Com o propósito de contrabalancear a insaciedade política da esquerda, Ben Shapiro, político e best-seller norte-americano, e outros formadores de opinião, publicam trabalhos de grande interesse público.
Como Destruir Esquerdistas em Debates” foi um sucesso de vendas nos EUA, mas ainda não foi traduzido oficialmente para o português. Foi daí que surgiu o interesse de escrever um resumo do livro de forma adaptada. Apesar da versão original focar em exemplos norte-americanos, os métodos ensinados são universais. Como veremos adiante, a estratégia esquerdista é sempre a mesma, absolutamente a mesma. Derrotar a retórica esquerdista é relativamente fácil quando se fazem as coisas certas.
Pessoas idôneas focam na virtude e na honestidade intelectual de sua mensagem, mas deveriam se preocupar mais em vencer o debate. Mesmo porque o público em geral, em outras palavras, o eleitor médio, não acompanha política e tampouco entende de economia. É ingenuidade apostar exclusivamente na validade dos argumentos e contar com o consequente trinfo nas urnas. Mais importante é derrotar o seu adversário no debate franco. A esquerda entendeu isso há muito tempo, incorporou técnicas de dialética erística e passou a denegrir seus adversários políticos da forma mais baixa possível, alcançando estrondoso sucesso eleitoral.
Um caso recente e emblemático foi a vitória de democrata Obama frente ao republicano Mitt Romney. Enquanto este dizia que Obama era um cara legal, mas um mau presidente (“Obama: good guy, bad president”); a campanha de Obama afirmava que o candidato conservador era o pior cara desde Mussoline (“Mitt Romney is the worst guy since Mussoline”) e que era “um idiota rico, machista e racista”. Você, eleitor, em quem você votaria?
Segundo pesquisa de boca de urna, para 81% das pessoas, Obama é o candidato que mais se preocupa com as pessoas, contra 19% de Romney. Esse resultado, muito discrepante com o da eleição, indica que o eleitor em geral se identifica pessoalmente com o candidato de esquerda, embora rejeite suas ideias. Em suma: esquerdistas perceberam que só tem a perder discutindo ideias, restringem-se, portanto, a discussões passionais e a destruir reputações. Essa tática desonesta e nefasta explica o estímulo a movimentos de falsas minorias que segregam as pessoas, incitam o ódio e desviam o foco das verdadeiras causas que de fato interessam aos cidadãos, às famílias e ao país.
Afinal, o que estamos fazendo de errado? Como a situação chegou a esse ponto?
CONTROLE INSTITUCIONAL
A agenda esquerdista é cumprida com rigor e esmero onde detêm a hegemonia, principalmente, a saber, nas universidades, na mídia e no show business. Não é, de forma alguma, um movimento aleatório, trata-se de uma estratégia orquestrada de subversão de valores, com duras implicações sociais e econômicas.
Por décadas as universidades ocidentais são tomadas por intelectuais de esquerda e, por serem muito bem articulados, diferentemente da intelectualidade conservadora, pouco a pouco, implementaram a hegemonia ideológica. Ideias ditas conservadoras hoje são ridicularizadas, reprimidas e, muitas vezes, censuradas no meio acadêmico.
As universidades são essenciais, pois são elas que guiam as mentes das futuras gerações, sobretudo das elites. É realmente um terreno muito fértil: dentro dos muros do campus não há confrontação dos ideais de esquerda com a realidade prática do mundo; além disso, o público nas universidades são pessoas ainda moral e intelectualmente em formação, inexperientes, abertas a tudo que profetas marxistas lhe introjetam diariamente. Coitados dos nossos jovens, tão certos de si, mas, na realidade, tão vulneráveis!
Enquanto o ensino superior doutrina a futura intelectualidade, a mídia e a indústria do entretenimento se encarregam das massas. A lavagem cerebral em prol da agenda esquerdista é tão óbvia que nem precisa de descrição, basta um olhar minimamente crítico à programação diária para identificar o lixo subversivo: incitação à violência generalizada e à desobediência civil, relativização da criminalidade e do abuso de drogas, apelo à legalização de drogas ilícitas, apoio à ratificação pelo estado do casamento entre pessoas de mesmo sexo, promiscuidade generalidade, apoio ao assassinato em série chamado legalização do aborto, criação de falsas minorias para incitação de ódio, ridicularização da igreja etc.
O grande expoente nesse sentido é Hollywood, pois subverte de forma majestosamente sutil e subliminar. Cria personagens com os quais o público se identifica, vincula a eles atitudes moralmente inaceitáveis na vida real, mas que acabam sendo irrelevadas na ficção em função do apelo emocional criado em torno deles. De forma gradual e discreta, quase imperceptível até mesmo aos mais atentos, esse comportamento é incorporado pelas massas como se fosse espontâneo, na verdade, o foi gradualmente imposto.
Permaneça alerta, seja crítico. Sempre!
QUANDO DEBATER COM ESQUERDISTAS?
Vamos à prática! Falemos finalmente sobre debate com esquerdistas. Primeiro, nem toda luta vale a pena. Não perca tempo e energia em demasiado com idiotas – hippies na faculdade, recalcados na empresa, amigos ou parentes “tarjas pretas” etc. Somente há duas situações em que você deva tratar de política com um esquerdista:
1.     Você encontrou um esquerdista honesto e aberto a um debate de ideias verdadeiro. Você está com sorte, pois trata-se de um caso raro!
2.   Você tem um público. Nesse caso, foque em desmascarar seu oponente, jamais em convencê-lo, mesmo porque não existe a menor possibilidade disso acontecer.
REGRAS PARA O DEBATE
Pode parecer simplismo atribuir fórmulas prontas à retórica, principalmente quando se trata de assuntos complexos, mas certas regras quando bem entendidas e implementadas fazem toda a diferença num debate. Vamos a elas:
Regra 1: Vá para a briga!
Você pode até tentar ignorar os esquerdistas, mas inevitavelmente um dia as consequências de sua omissão baterão em sua porta: desemprego, inflação, perda de direitos básicos como liberdades individuais, corrupção, grade curricular corrompida de seus filhos, violência, desmoralização etc. Omissão é cumplicidade, não é uma opção honrosa.
Em um debate com um esquerdista, você sempre será intimidado, tratado como um inimigo a ser derrotado. Aja da mesma forma e nunca duvide: a melhor defesa é o ataque!
Regra 2: Bata primeiro!
Não espere o primeiro golpe, bata primeiro e bata forte. Mike Tyson dizia “todo mundo tem um plano até ser acertado na boca”.
Tome a iniciativa logo no início do debate, se você for bem-sucedido, o debate estará vencido por antecipação. Para obter êxito, conheça seu oponente; procure saber suas opiniões usuais, suas vulnerabilidades e não hesite em desmoralizá-lo o quanto antes.
Regra 3: Enquadre seu oponente.
O cerne da estratégia esquerdista é denegrir seu oponente e tal técnica tem se mostrado incrivelmente bem-sucedida. A única forma de esquivar-se desse ataque é enquadrando-o. Vire o jogo: torne o campo de batalha que ele mesmo escolheu insustentável para ele mesmo.
Por exemplo, quando você for acusado de racista, não se defenda argumentando que tem amigos e parentes negros etc, é inócuo. Saia das cordas, reaja acusando-o de ser o verdadeiro racista por incitar ódio entre raças. Denuncie-o por injúria, por acusá-lo de racismo sem evidências para tal. De preferência, uma vez que você já conhece as artimanhas difamatórias de seu oponente, desmascare suas técnicas e intensões antes mesmo de ele se valer delas.
Lembre-se: a esquerda não tem um repertório de estratagemas, mas somente um: denegri-lo publicamente. Tire isso dele e ele ficará sem nada.
Regra 4: Delimite o debate.
Os esquerdistas são os mestres em delimitar o debate. Eles usam clichês que direcionam o debate para um terreno onde é impossível derrotá-los. Eles abusam da hipocrisia e de termos como tolerânciadiversidadejustiça social; se autoproclamam guardiões da moral. Como conservador, você é automaticamente taxado de corrupto, intolerante, xenófobo, fascista e insensível as mazelas sociais. Mas na verdade, eles que são os verdadeiros intolerantes, os que não toleram correntes de pensamento contrários nos meios onde detém a hegemonia, como nas universidades e na mídia.
Não se deixe encurralar, é importante neutralizar esses clichês rapidamente. Caso contrário, você estará argumentando contra termos sem sentido e suas respostas podem ser usadas contra você, é justamente essa a intenção do hipócrita esquerdista.
Evite discussões idiotas como “Como casamento de pessoas do mesmo sexo fere o seu casamento?”, a discussão honesta seria “Ter uma mãe e um pai é importante para a formação do carácter de uma criança?”. A primeira pergunta não faz o menor sentido e não convém responder, ao invés disso, devolva a segunda.
Sobre o aquecimento global: não discuta se é real ou se o homem é o seu causador; ao invés disso, questione se o homem é capaz de reverter seus efeitos sem retroceder a idade pré-industrial. Nunca negue que o aquecimento global seja causado pelas atividades humanas, mesmo porque ninguém, até hoje, apresentou provas conclusivas que comprovasse ou rejeitasse tal tese.
Em suma, se você aceitar discutir dentro dos termos propostos pelos esquerdistas, será taxado de estúpido, fascista e corrupto. A discussão não pode ser desenvolvida nessa direção. Recuse-se a discutir nos termos de seu oponente e se delicie com o seu desespero.
Regra 5: Aponte inconsistências no argumento esquerdista.
O discurso esquerdista é repleto de inconsistências que são inerentes a sua visão deturpada de mundo. Cabe a você identificar as falhas lógicas e denunciá-las. Sem dúvidas, essa regra é a que requer maior refino intelectual.
A discussão sobre o desarmamento é sempre bem-vinda. Os esquerdistas são contra o porte de arma, mas, hoje, nos EUA, são abertamente contrários somente ao porte de arma de grosso calibre. O argumento é óbvio, apesar de falso: reduzir o número de vítimas por arma de fogo. A inconsistência está no fato de que a grande maioria das vítimas por arma de fogo no país foram alvejadas por armas de mão de pequeno calibre, ou seja, a proibição de compra e/ou posse de armamento de grosso calibre em quase nada reduziria o número de vítimas por arma de fogo.
Se você reconhecer um erro lógico em um debate, aponte-o imediatamente e certamente irá desmoralizar seu oponente. Mesmo que a maior parte da plateia não entenda nada, você estará minando a confiança de seu adversário.
Regra 6: Force os esquerdistas a responderem perguntas.
Essa regra é um subitem da regra 4. Esquerdistas só se sentem confortáveis quando estão falando sobre as mesmas coisas de sempre: a sua óbvia cartilha esquizofrênica; fora desses limites, sentem-se perdidos. Então force-os a responder sobre os mesmos temas, mas sob outros enfoques.
Pergunte: “Você estaria disposto a abrir mão de sua criação por um pai e uma mãe em nome do politicamente correto?” ou “Você abriria mão de seu carro enquanto os chineses continuam a descartar toneladas e mais toneladas de lixo tóxico na atmosfera todos os dias?” ou “Aliás, você veio de bicicleta para cá hoje?” etc.
Tirar uma resposta honesta de um esquerdista é missão impossível, mas é impagável vê-lo na defensiva.
Regra 7: Recuse distrações.
Note que quando você está construindo um raciocínio sobre determinado assunto, você é constantemente interrompido por um comentário histérico e fantasioso. Do tipo: “… Obama estourou o orçamento porque…” “BUUUSSHHHH!!!!! Foi culpa do Bush!”.
Eles lhe interrompem e trocam de assunto constantemente para evitar que você conclua um raciocínio. O desonesto não almeja a verdade, muito pelo contrário, buscam a confusão e a distração. Tenha paciência, faz parte do jogo sujo esquerdista. Anule essa artimanha sendo conciso e assertivo.
Regra 8: Você não deve defender aliados.
Não é porque alguém tem inclinação política semelhante à sua que você tem que sair em sua defesa. Não siga pessoas, siga princípios.
Regra 9: Se você não souber de alguma coisa, simplesmente admita.
Sem dúvidas o seu oponente saberá algo que você não saiba. Simplesmente reconheça: “Eu não sei, mas ficaria feliz em pesquisar e retomar o assunto”. Aliás, nunca traga temas que não lhe sejam familiares.
Regra 10: Permita ao oponente vitórias insignificantes.
Qual o problema em admitir os erros dos partidos conservadores? Outros maiores existem nos partidos de esquerda. Qual o problema em ser a favor de reformas na imigração? Afinal, quais seriam os termos dessa reforma? Podem ser qualquer coisa… O vocabulário esquerdista é vago e esconde armadilhas; o que ele mais quer é a sua negativa para suas perguntas capciosas, não dê isso a ele.
Regra 11: Aparência e linguagem corporal importam.
Nixou perdeu o debate na TV para Kennedy em 1960, mas ganhou o debate pelo rádio. Por quê? Nixon tinha uma aparência horrível. A esquerda é especialista em estética enquanto a direita acredita que o conteúdo pode sobrepujar à aparência. Em outras palavras: você tem que parecer um cara legal para que os outros acreditem que você é um cara legal e nesse contexto expressão corporal e aparência são essenciais. Faça com que seu adversário pareça um radical raivoso e não você.
CONCLUSÃO
Derrotar esquerdista em debate é simples, basta conhecer de antemão suas artimanhas – que são sempre as mesmas no mundo inteiro – e executar com rigor as 11 regras acima mencionadas. Insisto: eles não têm um repertório vasto, têm somente meia dúzia de sofismas oriundos de fontes desacreditadas.
Em suma: não seja passional, irreleve os ataques pessoais, reconheça os padrões de argumentação, implemente essas 11 regras e desmoralize-o. E lembre-se: quando for golpeado, revide duas vezes mais forte. Sempre! Sem exceção!
Nota: ao contrário do que parece, o objetivo principal desse texto é desmascarar os métodos esquerdistas para que eles sintam vergonha de abrir a boca. Afinal, como diria Sun Tzu, “Obter uma centena de batalhas não é o cúmulo da habilidade. Dominar o inimigo sem combater, isso sim é o cúmulo da habilidade”.

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