segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Um Desembargador sob suspeita


Esses mesmo bandidos que tocam o terror hoje na Rocinha estiveram presos pela invasão a um hotel em São Conrado, mas saíram da prisão pela porta da frende por alvará concedido pelo Desembargador Siro Darlan. Isso mesmo, um desembargador os colocou em liberdade para que voltassem a traficar, matar, roubar e impor terror na Cidade do Rio de Janeiro.

Alegou na época excesso de tempo presos sem que houvesse julgamento, do que o M.P. discordou.



Siro Darlan também é responsável pela soltura de Danúbia Rangel, mulher do traficante Nem da Rocinha, dias antes de ser condenada a 28 anos de prisão. Interessante, não?

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Mulher do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, Danúbia de Souza Rangel conseguiu na Justiça o direito de cumprir prisão domiciliar em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A decisão é do desembargador Siro Darlan, da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A "xerifa da Rocinha" será monitorada por equipamento eletrônico depois que deixar a prisão.

Hoje Danúbia Rangel é foragida da Justiça, mas pode ser vista junto a atores “globais” se exibindo sem qualquer receio.


O desembargador acumula suspeitas e até denuncia ao CNJ sobre sua conduta ao conceder liminar beneficiando um miliciano acusado de homicídio, formação de quadrilha e outros crimes em seis processos de duas Varas Criminais de Duque de Caxias. O filho do Desembargador foi defensor do preso. Interessante, não?


Aconteceu em Porto Alegre.


Um homem de 62 anos foi preso no sábado após abusar de uma criança de 5 anos de idade que acompanhava a mãe em um supermercado, na Zona Norte de Porto Alegre. Ele foi preso em flagrante por estupro de vulnerável.


A Brigada Militar foi acionada e os seguranças do supermercado forneceram ainda imagens do momento do abuso, que foram levadas para a delegacia.

Uma mãe e sua filha de cinco anos fazendo compras. Enquanto a mãe escolhe legumes, a menina foi a outro corredor perto dali olhando algum produto para comer.

Daí apareceu um “homem” (candidato a castração), colocou uma mão nas costas da menina e a outra dentro da calcinha dela, coisa de segundos.

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Como apareceu outra pessoas no corredor, ele a largou, tendo a criança partido em direção da proteção materna e contou o que aconteceu.


A mãe desesperada gritou e correu atrás do “homem”, outros cliente a ajudaram. Conseguiram pegar o desgraçado. Que foi conduzido à delegacia pela  polícia.

O QUE DESEJAM, DE FATO, DAS FFAA?


“O que tiver que ser feito, terá que ser feito. Se o Exército tiver que ser empregado no Rio de Janeiro em defesa do cidadão desamparado, que seja. Mas que venha devidamente protegido por dispositivos legais que lhe garantam agir com liberdade e total independência para impor a sua força aos bandidos comuns e fora do alcance de quaisquer ordens, da subordinação ou da influência que partam dos bandidos oficiais que “governam” esse pobre estado da federação. Assim penso”. (23 agosto)

Pois é, lembro que dentre tantas outras considerações, dissemos isso quando se cogitou, uma vez mais, do emprego das FFAA em ações de segurança pública no território fluminense. Recordo ter dito também que se os nossos chefes militares não se mantivessem muito atentos, dentro de pouco tempo a malta que governa o Rio ousaria atribuir a elas responsabilidades por todas as mazelas que afligem a sofrida população estadual.

Os ingredientes estavam todos postos: um Ministro da Defesa que não é do ramo, político, falando demais e cheio de outros interesses pessoais como os que o antecederam; um estado falido economicamente, sem ordem e à beira da miséria social, não havendo exagero em dizer isso, pois basta circular por nossas ruas, bairros e subúrbios para constatar o que afirmamos; uma força policial sofrida, desequipada, mal ou até nem paga, literalmente atirada à própria sorte por governantes ineptos e/ou corruptos; o domínio absoluto de inúmeras comunidades pela bandidagem armada e equipada numa dimensão jamais vista; um estado corrompido em todas as suas instâncias.

Nessas condições e nesse meio ambiente, empregar as FFAA sem que seus chefes tenham autonomia para, como preveem a Constituição e as leis, assumirem o controle total das operações e dos órgãos nelas envolvidos, não é simplesmente um erro de avaliação, é a certeza do desgaste e da desmoralização dos militares.
É um crime!

Clube Militar


Gen Gilberto Rodrigues Pimentel
Presidente do Clube Militar

sábado, 23 de setembro de 2017

Confronto na Rocinha é notícia em jornais do mundo todo

Na Inglaterra, França, Estados Unidos e Argentina, jornais divulgam imagens do confronto.

O pânico na Rocinha, comunidade que fica na Zona Sul do Rio de Janeiro, foi notícia no mundo todo em jornais como o britânico "The Guardian", o francês "Libération", o norte-americano "The Washington Post" e o argentino "Clarín", bem como as agências internacionais da Europa, dos Estados Unidos e da América do Sul. Fotos dos conflitos, de blindados e de PMs e soldados das Forças Armadas em ação ilustraram as notícias nesta última sexta-feira (22). 
"Exército brasileiro retorna para o Rio em meio a confrontos entre gangues e policiais", informou o britânico "The Guardian" no título de um texto que citava o fechamento das escolas, de lojas e da Autoestrada Lagoa-Barra. O jornal entrevistou moradores da Rocinha para a reportagem.


O francês "Libération" falou em "guerra no Rio", com informações da Agência France Press (AFP) e citou vídeos em que são vistos homens armados, atirando em becos da Rocinha. 
O "The Washington Post" lembrou que a favela fica entre bairros nobres da cidade, como a Barra, principal sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
"Choques armados na Rocinha: 950 soldados cercam a favela", foi o título do "Clarín". 
As agências EFE e a Sputnik citaram os bloqueios de ruas e estrada em "dia de caos", e "forte tiroteio" na "maior favela do Rio". 

Esse é o cara!


Integrante da Executiva Nacional do Partido LIGA é alçado a um desafio digno de sua competência e capacidade,  Coordenador Político LIGA Região Sudeste.

Robson de Castilho Mathias sempre venceu os desafios que a vida lhe apresentou, tornando-se o homem que é hoje; respeitado por seu trabalho voltado a ações sócias na comunidade onde nasceu e foi criado. Respeitado também por sua capacidade em promover mudanças, mudanças na vida de muitas crianças e adolescentes. Em breve este Blog postará artigo contando sua trajetória.



Hoje, o LIGA oficialmente nomeou Robson nas responsabilidades as quais se mostra capacitado, tendo o Presidente Nacional feito a entrega do Diploma de nomeação.



Robson Castilho Mathias (Pelé) agora tem a missão de organizar a Região Sudeste, na qual o LIGA tem que desenvolver seu maior volume de assinaturas de apoiamento.



Como em todo cerimonial do Partido LIGA Democrática Liberal, se inicia com o Hino Nacional e termina com a oração que o Senhor nos ensinou, o Pai Nosso agradecendo por tudo que nos é concedido e proteção para o regresso dos que prestigiaram o evento.



Parabéns ao Partido LIGA Liberal, parabéns Presidente Marcelo Machado.



LIGA! Não mais um partido político, mas, o único de Direita Conservadora. Se liga no LIGA!

Nos conheça! LIGA

Freixo! Tá dando na pinta.

E de repente, quando as Forças Armadas estão para entrar em cena, aparece a figura de Marcelo Freixo. Não no cenário de guerra, mas fazendo seus videozinhos para idiotas verem e nas redes sociais.


Já deu na pinta! Antes ele não deu as caras, nenhum pronunciamento quando só traficantes estavam violando o direito dos moradores da Rocinha, nenhum pronunciamento pelas diversas pessoas incineradas na comunidade. Por que Freixo?

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A resposta está em suas próprias palavras postadas em redes sociais: "A Comissão de Direitos Humanos está acompanhando de perto o caso. Parte de nossa equipe mora inclusive na Rocinha". 
Então, ficou difícil ele acompanhar o que aconteceu antes, já que parte de sua comissão deveria estar empenhada no conflito, com fuzis e pistolas.

Freixo, como na campanha para Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, pensa ou finge pensar que as suas soluções são viáveis numa guerra, uma lanterna, uma bandeira branca e uma canção qualquer que fale de paz.

Felizmente a grande parcela da população atenta vê, comenta e repudia essa política de Freixo voltada para quem lhe concede votos, não se importando em nada com as consequências para a sociedade num todo.
Alguém tem algum registro de Marcelo Freixo numa comunidade ou presidio que não seja dominado pela facção criminosa CV?


Com a mídia influenciando as ações das forças militares no combate ao crime organizado, corre o risco de jogarem as Forças Armadas no limbo da desmoralização, assim com fizeram com a Polícia Militar.
Se não tiver um mandado de busca e apreensão coletiva pra varrer a favela, e não aparecer alguém com coragem pra dar a ordem pra "sentar o dedo nessa porra", É isso que irá acontecer a médio prazo.
Todo mundo sabe como se resolvia o problema do crime.
A questão é que não se pode mais tocar no vagabundo!

Sargento Roberto Santa Rosa

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

“O sr. chamou um integrante do Alto Comando do Exército de maluco?”

O senador Randolfe Rodrigues usou a tribuna do senado para ofender um oficial de alta patente do Exército Brasileiro.

As palavras de Randolfe, que estão gravadas no site do senado e no vídeo abaixo, foram: ” … a história se repete como farsa […] as declarações do general Mourão podem ser a opinião isolada de um “maluco”, mas a possibilidade de chantagem das Forças Armadas mostra a falta de autoridade do presidente Michel Temer …”

                 SENADOR RANDOLFE CHAMA GENERAL MOURÃO DE MALUCO

A resposta do General de Brigada Paulo Chagas foi imediata! 


Exmo Sr Senador Randolfe Rodrigues
Corrija-me, por favor, se eu estiver enganado, mas, de acordo com as minhas observações, baseadas na forma como VExa faz seus pronunciamentos públicos, o Sr faz parte de uma minoria que se julga discriminada no conjunto da sociedade e que, coerentemente, empenha-se pela aprovação de leis que privilegiem o seu direito à vida, à manifestação de suas opções e à integridade física, acima do que é oferecido aos demais brasileiros. Repito, por favor, corrija-me e desculpe-me se eu estiver enganado!
Pensando assim, julgo ser incoerência da sua parte a exclusão dos militares do direito à opinião e a criminalização das Instituições Armadas por realizarem a análise e o planejamento da execução das suas missões constitucionais.
O seu pronunciamento na Tribuna do Senado a respeito da palestra e das declarações do General Antônio Hamilton Mourão, no Grande Oriente do Brasil, permite acreditar que, na sua opinião, os militares não têm esse direito e que devem ser considerados e tratados como cidadãos de segunda classe, condenados ao silêncio e ao servilismo!
O Sr, se refere a um integrante do Alto Comando do Exército como “maluco”, e à instituição a que pertence como “chantagista” sem considerar que fazem parte da sociedade e da estrutura organizacional do estado brasileiro e desconsidera que a democracia garante a TODOS os brasileiros o direito de pensar, querer, defender suas ideias e anseios e de exercer, na plenitude, a sua profissão e o seu dever profissional!
A postura adotada por VExa, nos permite aduzir que, na sua maneira de pensar, a divulgação de posições pessoais e, neste caso, PROFISSIONAIS de militares, mesmo que no ambiente reservado de um Templo Maçônico, constitui-se em ameaça à democracia e à hierarquia, quando, na verdade, é e foi, apenas, a difusão da análise institucional de uma missão prevista na constituição!
Os militares, Senador Randolfe, têm o dever de estar SEMPRE atentos às conjunturas interna e externa para, SE NECESSÁRIO, correr em socorro da Pátria e da sociedade quando essas estiverem dominadas pela ilegalidade e pela desordem, como é, sem dúvida, o rumo tomado pelo Brasil quando o observamos de dentro do local de trabalho de VExa.
Mais ainda, senhor Senador, as FFAA devem planejar seu emprego dando prioridade às hipóteses mais extremas e graves, como é o caso da situação de completa ausência de condições de qualquer dos poderes para cumprir seus deveres e de assumir a iniciativa das providências necessárias ao restabelecimento da ordem e do cumprimento das leis, conforme foi comentado pelo General!
Na opinião de grande parte da sociedade, onde incluo a minha, considerando a fragilidade moral dos três poderes da República, essa hipótese, além de ser a mais grave, é também a de maior probabilidade de ocorrer, portanto, senhor Senador, crescem de importância, de seriedade e de utilidade pública as declarações do brilhante militar pretensiosamente criticado por VExa.
Sugiro que o Sr medite sobre a incoerência e o despropósito do seu pronunciamento e que, em oportunidade que obviamente não lhe faltará, retrate-se publicamente, para o bem da verdade, da sua imagem e da tranquilidade do povo dessa terra devastada pela prática da demagogia, da desonestidade e da irresponsabilidade, como VExa muito bem sabe!

Respeitosamente
General de Brigada Paulo Chagas


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Cada vez mais perto de você.

Uma senhora assassinada a tiros na Pavuna, num roubo de carro. Uma senhora esfaqueada e morta por marginais menores em Niterói.



A razão da mídia e das autoridades se calarem diante de tamanha violência é que eram pessoas de bem, inocentes, logo não causam comoção na imprensa, amante do crime. 

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Não causam revolta das ONGs de direitos dos manos, nos dePUTAdos do PSOL que tem voz na TV, logo essas duas senhoras, mães de família são "apenas números" numa estatística escabrosa!


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Quem Sobreviver... verá!

Essa guerra na Rocinha está apenas descortinando quão hipócrita é boa parte de nossa sociedade! Vários mortos, alguns queimados vivos, moradores baleados, moradores tendo seus carros roubados, casas invadidas, tendo seus bens destruídos MAS... NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM fala nada! 

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Onde estão os artistas para fazer textão nas redes sociais (e olha que eles deveriam estar preocupados pois vem da Rocinha a maior parte do pó que eles cheiram e da maconha que fumam)? Onde está o incompetente e omisso chefe da Comissão de DH da ALERJ? Onde estão as manifestações, ônibus queimados, moradores desocupados pedindo justiça? Onde está aquele advogadozinho de porta de cadeia que só aparece se a vítima for morta por agentes do estado? Onde ele está, para ajudar as famílias dos mortos nessa guerra? Onde estão os policiólogos, sociólogos, maconhólogos com suas teses cretinas e estapafúrdias, falando daquilo que não sabe e não conhece? Sabem porquê do silêncio? Porque não é a PM que causou tudo isso! Dessa vez não tem como colocar a culpa na Geni! Não foi a PM que matou ninguém (nenhum ajudante de pedreiro) então isso não dá mídia, não dá Ibope e principalmente não da indenização para as famílias! Agora vemos todos atônitos verem mais de 60 vagabundos armados de fuzis patrulhando as ruas da favela, nossa que absurdo! Mas quando colocaram alguém lá que barrou essa putaria, armaram para ele, e o tiraram de lá! 

Agora paguem o preço! E aguardem que vai ficar pior, em breve quando eles vierem para o asfalto! 
Quem Sobreviver... verá!

Texto de Gilson Fernandes.




quinta-feira, 21 de setembro de 2017

General Mourão está em Comando do E.B.!


Um general quatro estrelas não se move de lá para cá sem critérios, ele tem funções tem funções específicas pertinentes ao seu posto, para onde fosse remanejado, exerceria forte influencia sobre seus comandados. Foi para Brasília, onde pensavam não exercer essa influencia. Enganaram-se!

São quase 600 parlamentares que formam o Congresso Nacional composto do Senado e Câmara dos Deputados e, desse total existem pessoas bem intencionadas que não levantam suas vozes por temerem a perda de seus mandatos, bem como sabem que outros já foram assassinados em acidentes não muito bem esclarecidos.


O General Mourão não ousaria tanto se não tivesse respaldo, se não tivesse pessoas do Legislativo e STF do seu lado. Afinal, a morte de Teori Zavascki deixou alguns Ministros receosos.


A Maçonaria em esteve presente nas grandes mudanças ocorridas neste País e hoje não está sendo diferente. Sabe-se que o bem e o mal, pessoas, fazem parte da Irmandade. Mas os do bem estão atentos e se movimentando para que os do mal sejam desmascarados.


O pânico dos criminosos foi imediato, requerimento para intimar o Ministro da Defesa, Comandante do Exercito e o General Mourão, este ultimo mesmo que coercitivamente, à força, preso. Perderam o senso do ridículo.

Mourão falou sim em nome do Exercito Brasileiro e, embora o ministro comunista da defesa tenha pedido punição para o general, o Comandante do Exercito não obedeceu. E mais ainda, O General Villas Boas que durante sua fala no Senado disse que Intervenção Militar só a pedido do Chefe de um dos Três Podres, acrescentou “na iminência de um caos”.

Embora Villas Bôas não admita ter o general Mourão falado em nome do Alto Comando, ele foi taxativo quando disse “minha visão e de meus companheiros do Alto Comando do Exercito”. O que leva a crer que o General Mourão tem apoio irrestrito de seus pares, ao contrario do general Villas Bôas que fica sozinho, restando-lhe acatar permanecendo no comando, mas não em Comando.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

INTERVENÇÃO MILITAR SIM, JÁ!!!!!

“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”

Gen Marco Antonio Felicio da Silva

O afastamento dos chefes militares da cúpula do poder, com a criação do MD, moeda de troca política e entregue a incapacidade de civis, incluso de corruptos, como demonstram os anos de sua existência, se deu por pressão externa. Um grande erro, pois, vivemos contexto, histórico, social, político, econômico e militar, diferente de qualquer outra nação e não podemos dispensar, embora a existência de regime democrático, da atuação política das Forças Armadas por meio de seus chefes.

Há anos que os comandantes das Forças Armadas (FFAA) convivem amistosamente e em silêncio obsequioso com diferentes chefes e autoridades de governo, independentemente de políticas espúrias que tentam impor à Nação, da corrupção intensa e do aparelhamento ideológico que permeiam os poderes da República.

Jamais opinando quanto aos graves problemas de toda ordem que envolvem o País, incluso sobre aqueles que colocam a Segurança da Nação em risco e que atingem diretamente a existência de um Estado Democrático de Direito.

Dessa forma, chegamos, hoje, à inaceitável situação, desesperadora para uma Nação que as FFAA têm a obrigação constitucional de tutelar. TUTELAR, sim, isto é, proteger , defender, como ensina qualquer bom dicionário.

Assim, renovando as esperanças dos patriotas civis e militares, da Ativa e da Reserva, ouvimos a recente palestra do Gen de Exército Mourão, cujo preparo, coragem moral e liderança militar são inegáveis. Traduziu a voz da maioria da população e de militares, asseverando a necessidade de uma intervenção militar caso o caos em que vivemos se torne pior do que já o é, findando com a sangria da Nação, estupefata e insegura, efetuada por enorme e poderosa quadrilha que do governo se apoderou.

Contra Ele se levantou a totalidade dos idiotas esquerdopatas que levaram o País ao fundo do poço e aqueles que compõem tal quadrilha, principalmente de políticos e empresários, tentando desmoraliza-lo, mostrando-o como indisciplinado e golpista. E, assim, o fazem para salvar a própria pele.

O Gen Mourão, disciplinado e leal ao Comandante do Exército, reafirma a necessidade da ação legal da Força ao agir, da legitimidade que tem para tal, visto o imenso apoio da população, e que não seja causadora de qualquer instabilidade, o que é o obvio ululante, como diria o saudoso Nelson Rodrigues. Quanto a ser isenta, têm as FFAA um só partido: A Nação brasileira e os que defendem os interesses nacionais.

O General Mourão, ciente da responsabilidade da defesa da soberania da Nação, homem inteligente, informado e preparado intelectualmente, sabe também, que os poderes republicanos estão apodrecidos, dirigidos e dominados por reconhecidos bandidos. Já não funcionam harmonicamente e a grande maioria da população já não se vê, por eles, representada.

O Executivo tem Presidente ilegítimo, Cmt em Chefe das FFAA, acusado pelo Procurador Geral da Republica como chefe de organização criminosa. As discussões e ações, intra e entre poderes, são tumultuadas, e os problemas de natureza estratégica do País estão relegados ao esquecimento. Decisões são tomadas irresponsavelmente, mesmo as que afetam a Segurança Nacional.

O sentimento de insegurança é crescente, o desemprego continua alarmante. O deficit fiscal é impressionante.
Inteligente, o Gen Mourão não pode acreditar na reconstrução do País pela corja que aí está. A atual Constituição tem que ser substituída por outra privilegiando mais deveres do que direitos, consentânea com o caráter nacional. Impunidade zero bem como nula a tolerância com criminosos.

O próprio Comandante do Exército afirmou que o País está a deriva.
Assim, o discurso do Gen Mourão não pode ser considerado uma novidade. Os princípios sensíveis do Poder Republicano estão corrompidos, o que torna a intervenção das FFAA constitucional e obrigatória, independentemente da ordem de qualquer Poder.

As aproximações sucessivas já terminaram com o insucesso da intervenção das FFAA contra o crime organizado no Rio de Janeiro.
E terminaram ao mesmo tempo em que se inicia, fortemente, o solapamento da legitimidade das FFAA, característica que não podemos perder a qualquer custo, por culpa de um Ministério da Defesa politizado.

INTERVENÇÃO JÁ !!!!!!!! - Verdade Sufocada



terça-feira, 19 de setembro de 2017

DO QUE FALOU O GENERAL?


A balbúrdia política que tomou conta do Brasil é tão grande que prejudica até a compreensão de fatos evidentes que dizem respeito a todos nós.  Parece que há no País um default de bom senso e conhecimento.

Quando um ex-presidente prega, em seu exclusivo benefício, uma eleição que não está prevista em lugar algum da Constituição, simplesmente para confrontar a Lei que ele violou, a ideia toma foros de legitimidade e os golpistas por natureza comemoram.

Quando se levantam os protestos contra um presidente no exercício do mandato que tenta levar generais ao Planalto para lhe emprestarem solidariedade contra um outro poder constituído, as vivandeiras profissionais fazem cara de paisagem.

Mas quando um general de quatro estrelas afirma que o Exército tem planejamentos para atuar na eventualidade de uma falência das instituições nacionais, em um momento que o País enfrenta a mais grave crise em mais de cinquenta anos, as cassandras do pseudolegalismo se agitam.

E aí entra em ação o velho esquema movido a má fé e ignorância que se vale de desgastados clichês para fazer crer que os generais ameaçam a democracia e o Estado de Direito.      
Será? Antes de mais nada, é bom distinguir quem ameaça o quê.

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De que generais precisa o Brasil?
Dos que empoleirados no poder calam e consentem ante um quadro de flagrante deterioração social e política do País? E que, anônimos e serviçais, ainda por cima criticam os que, por fé de ofício, posicionam-se diante desse quadro?

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Ou o Brasil precisa dos generais que dizem o que a Nação espera ouvir: que, na hipótese de persistir a degringolada política e institucional do País, o Exército atuará de acordo com suas responsabilidades constitucionais, segundo um estudo de situação continuamente atualizado e um planejamento consistente? E que, movidos pelo dever, o fazem desassombradamente?

Persiste em largos segmentos da sociedade brasileira o desconhecimento sobre o Exército e o seu papel. Tanto daqueles que vêm pregando uma intervenção à revelia dos poderes constitucionais, quanto dos que pretendem que ele se quede mudo e omisso diante da falência desses mesmos poderes.
Mas uns e outros podem guardar suas faixas e apitos, por que não vai aconte cer nem uma coisa e nem outra.

O Comandante do Exército, o General Mourão e outros chefes militares têm falado a mesma coisa: que o Exército atuará sempre de acordo com suas missões constitucionais, orientando-se em meio a essa grave crise pelos princípios da legitimidade, legalidade e estabilidade.

Que a situação é grave ninguém de bom senso e minimamente informado desconhece ou nega. Mas o que parece não estar sendo percebido pela sociedade é a extensão e agudeza dessa gravidade.
Existem interesses nacionais de grande relevância para a sociedade brasileira que não podem ser comprometidos diante de um apagão institucional.

O mais crítico, neste momento, é o da segurança, já em colapso no Rio de Janeiro, onde as Forças Armadas não vêm recebendo os recursos orçamentários mínimos para cumprir suas missões, ou pior, estão sendo colocadas à disposição de quem não tem competência alguma para empregá-las.

E diga-se, como em outras áreas públicas, recursos em montante inferior ao encontrado no apartamento de um único corrupto, o que suscita a hipótese de o crime no Brasil dispor de mais poder e recursos do que as instituições que defendem o Estado, a sociedade politicamente organizada, no caso, todos nós.

Mas se no Rio de Janeiro e em outros Estados as ameaças já são dramáticas, existem outras, menos visíveis, mas nem por isso menos importantes, que atingem a soberania, a incolumidade do patrimônio nacional e a paz social, todas inalienáveis.

O Estado de um país com o tamanho, a complexidade e a importância do Brasil não pode entrar em colapso ou ser capturado por interesses não nacionais.
Essa hipótese existe? Existe sim.

O General Mourão não precisa de intérpretes ou defensores. Nem ele falou em nome do Exército, que só se manifesta pela voz de seu Comandante. Para entender as manifestações das Forças Armadas é preciso estuda-las e compreende-las, como instituições, nas suas estruturas, culturas e missões.

As palavras do General Mourão expressam uma unanimidade do Alto Comando em torno do compromisso da instituição Exército com o Brasil. Há décadas, as Forças Armadas brasileiras não trabalham com hipóteses, mas sim com capacidades.

E o general falou da capacidade do seu Exército, do meu Exército, do nosso Exército – instituição nacional, regular e permanente, organizada com base na hierarquia e disciplina – atuar na defesa da Pátria e como última barreira  na manutenção da Lei e da Ordem.

Para decepção de golpistas, vivandeiras e cassandras, o general falou do Exército que o Brasil tem.

Dr. Sérgio Paulo Muniz da Costa - Jornal do Comércio