terça-feira, 29 de agosto de 2017

"Cumunidade" comemora morte de PMs.

Morte de 100º PM assassinado no Rio foi comemorada em favelas próximas ao local do crime.

O assassinato do sargento Fabio José Cavalcante e Sá, de 39 anos, foi comemorado em favelas do entorno do Largo do Guedes, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, onde o crime ocorreu. A informação foi passada a agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que investigam o crime. O policial foi executado com 11 tiros — todos de pistola —, sendo quatro no rosto. Testemunhas contaram na especializada que alguns dos disparos que mataram Cavalcante partiram de sua própria arma, roubada pelos criminosos.
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Moradores indiferentes ao policial ferido

Segundos agentes da especializada, o policial tinha desavenças tanto com traficantes quanto com milicianos, que têm interesse em dominar a área onde mora a família do PM — ele já não vivia mais ali, morava em Magé, perto do 34º BPM (Magé), onde trabalhava. Os agentes já sabem que os suspeitos estavam em dois carros e portavam pelo menos um fuzil, que não foi usado no crime. Uma testemunha ocular ainda relatou aos agentes que, logo após Cavalcante ter sido atingido pelos disparos, um dos criminosos teria grita do: “Mata, mata! É PM!”
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Moradores ameaçando policiais de morte

A DHBF ainda investiga se há alguma relação entre o crime e uma ocorrência registrada há sete anos, quando o sargento foi baleado no joelho exatamente no mesmo local onde foi morto. Na ocasião, o policial tentava impedir o roubo de um carro.

Com texto do jornal EXTRA

Um comentário:

  1. Quando um bandido morre toda sociedade de bem deveria comemorar também. Quando um policial fosse morto por bandidos, sua família e amigos também deveriam fechar ruas e gritar Justiça.Ou só moradores de comunidades têm direito de expressar insatisfação.
    E ainda pagamos impostos.
    Na favela é status ser bandido

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