quarta-feira, 28 de junho de 2017

Militares Rebelados Atacam Palácio Da Justiça na Venezuela.


Uma coalizão formada por militares, policiais e civis promoveu uma revolta no início dessa noite de terça-feira em Caracas, capital da Venezuela. A revolta ocorreu logo após o ditador Nicolás Maduro ter literalmente declarado guerra ao seu próprio país em mais um pronunciamento em cadeia nacional de televisão, quando o ditador desafiou o povo venezuelano ao afirmar que ele sabe que não tem mais votos, mas que possui armas.

Logo após sua declaração, um grupo de militares, de policiais e de civis tomou um helicóptero e armas, incluindo granadas, das forças de segurança e de repressão do chavismo e voou em direção à sede do Palácio da Justiça, que foi atacado com as granadas e disparos de tiros contra o prédio. Antes disso o helicóptero sobrevoou o Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano. O grupo rebelado tirou fotos do ataque e as enviou para próceres do chavismo, como se estivesse enviando um recado.

Após a ação, o grupo publicou um vídeo no qual aparece o oficial militar Oscar Perez, integrante do Corpo Científico, Penal e de Investigações Criminais (CICPC), além dos demais integrantes do grupo rebelado. No vídeo ele afirma que o grupo rebelado não tem alinhamento partidário, e definiu seus integrantes como sendo nacionalistas, patriotas e institucionalistas, como se pode ver no vídeo mais abaixo.

O ditador Nicolás Maduro reagiu ao ataque falando outra vez em cadeia nacional de televisão, onde afirmou que os venezuelanos estaria, sofrendo um ataque terrorista armado contra as instituições do país, e ainda condenou a violência. O pronunciamento foi obviamente um exercício de puro cinismo, pois é o próprio regime narco-comunista chefiado por Maduro que promove todo tipo de violência contra o povo desarmado, além de manter relações estreitas com grupos terrorista muçulmanos.
Aparentemente o ataque pegou de surpresa o regime de ditadura comunista de Nicolás Maduro, que prometeu retalhar ordenando que o helicóptero tomado de suas forças de segurança e repressão, cujo paradeiro ainda é desconhecido, seja abatido e seus ocupantes capturados. Ele ordenou também às suas milícias paramilitares se empenhem nessa caçada. Logo após o ataque, os prédios do Palácio da Justiça e do Palácio Presidencial de Miraflores foram fortemente protegidos.


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