quarta-feira, 31 de maio de 2017

Delegado do inquérito sobre morte de Teori Zavascki é assassinado em SC

O delegado Adriano Antonio Soares abriu o inquérito sobre o acidente aéreo que causou a morte do ministro Teori Zavascki

Foi morto nesta madrugada em Florianópolis o delegado envolvido no inquérito pela Polícia federal para investigar a morte do ministro do STF, Teori Zavascki, morto em janeiro num acidente de avião em Paraty-RJ. Adriano Antonio Soares estava com outro colega, Elias Escobar quando teriam sido mortos após um desentendimento em um bar. As informações são “Zero Hora”.
Um terceiro homem foi atingido no tiroteio e está internado.

Teori Zavascki era o juiz do Supremo Tribunal Federal na relatoria da Operação Lava Jato e o principal nome nas decisões do STF que envolviam envolvidos nas investigações da Polícia Federal e tinham foro privilegiado. Ele morreu num acidente de avião quando voltava de um fim de semana em Paraty no hotel de um amigo. O filho do juiz, em mais de uma vez, declarou ter dúvidas sobre se seu pai poderia ou não ter sido morto por conta de seu trabalho com a Lava Jato.
Adriano era o chefe da Polícia Federal em Angra dos Reis desde 2009 e era delegado da PF desde 1999. Junto com Adriano estava Elias Escobar, que chefiou a PF em Niterói e Volta Redonda e investigou envolvimento de policiais civis com o tráfico de drogas e ação de milícias.
Um “desentendimento” de bar não é cena comum em que um Delegado da Polícia Federal esteja presente, isso dá um ar de “cobertura” nesse assassinato. Por certo um Delegado há oito anos em ação na Cidade de Angra dos Reis tem condições de descobrir muito mais além de suas atribuições.

Num caso ocorrido há quinze anos, sete pessoas ligadas diretamente ao caso também foram assassinadas, o médico legista, um líder de quadrilha resgatado de helicóptero dois dias antes do crime, a pessoas que deu abrigo ao resgatado, um investigador da Polícia Civil de São Paulo, o garçom que serviu a ultima refeição, a testemunha da morte do garçom e o agente funerário. Nos resta aguardar e saber se neste caso do Delegado da polícia Federal, outras mortes acontecerão.



Rejeição das contas por parte do TCE-RJ é tentativa de 'delação' pelo que não fez com Cabral


A rejeição das contas do governo Pezão pelo TCE-RJ, por ter sido unânime, claramente é uma tentativa de "delação" pelo que não fizeram com relação ao governo Sérgio Cabral. Após terem ficado presos tanto tempo, não devem querer que suas penas aumentem. Fizeram como Brutus: apunhalaram para não serem apunhalados.

Surpreende o comportamento humano nesses momentos de crise moral em que vive o país, e principalmente nesse estado onde o roubo não pode ser considerado roubo, e sim assalto com latrocínio. Assaltaram, e as mortes por falta de remédios, por falta de atendimento nos hospitais e até por falta de emprego também são de responsabilidade da delinquência que se instalou no Rio de Janeiro, no governo Cabral.

terça-feira, 30 de maio de 2017

Temer pode entregar o poder aos militares após renuncia


Temer está em constante contato com os comandantes das Forças Armadas nos últimos dias. Durante as manifestações em Brasília os atos de vandalismos mostraram ao Brasil o que podem vir a ser os dias após o impeachment.
Acossado por denúncias de delatores da J&F na Lava Jato, o presidente Michel Temer manteve uma reunião com o ministro da Defesa, Raul Jungmann, e os três comandantes das Forças Armadas: Aeronáutica, Marinha e Exército. 
Muitos assessores do presidente se questionaram sobre o porquê do encontro de Temer com os militares num instante em que a crise era política, sobretudo. Dada a desconfiança em relação ao encontro, uma manifestação oficial sobre a reunião só veio a público bem mais tarde. O comandante do Exército, general Villas Bôas, tentou transmitir, por meio de nota, um clima de normalidade. Afirmou, na ocasião, que a “conjuntura atual” foi discutida e que a atuação do Exército tem por base os “pilares da estabilidade, legalidade e legitimidade…”.
Cinco dias após o encontro, Temer decidiu convocar as tropas federais para conter as manifestações contra seu governo. Estas ações estão sendo interpretadas por analistas políticos como o início de uma transição de poder. Diante do caótico quadro político, econômico e social que o Brasil está vivendo o presidente Michel Temer está preocupado com o que poderia vir a acontecer com a realização de mais um impeachment.
Com um cenário de polarização política entre extrema direita e extrema esquerda o Brasil pode viver uma verdadeira guerra civil. Constitucionalmente a deposição de Temer deveria ser seguida por uma eleição indireta que elegeria um novo presidente para comandar o Brasil até 31 de dezembro de 2018. No entanto os militantes de esquerda já tentam emplacar um golpe constitucional ao irem as ruas pedir eleições diretas.

O desespero da esquerda por eleições diretas em 2017 está intimamente relacionado com o crescimento de Lula nas pesquisas eleitorais nos últimos meses. A mídia conseguiu o transformar o réu em vítima e a população está comovida pelo fato dele ter perdido a esposa e ter que prestar longo depoimento na Lava Jato. De fato, hoje o Brasil corre sério risco de eleger Lula pela terceira vez.
Com uma condenação em segunda instância Lula estaria fora do jogo político de 2018 e sua militância pode ir ainda mais armada para as ruas para promover depredações e violências. Aí está a possível missão das Forças Armadas. Assumir o poder antes que o caos se estabeleça de vez no Brasil. Ao contrário de 1964 desta vez os militares não irão tirar o presidente a força. A Justiça fará isso de forma democrática e as Forças Armadas farão a transição contendo os possíveis excessos de militantes da extrema esquerda e/ou direita.


Foi por determinação do tráfico!


Assisti algumas vezes o vídeo do Blindado da PCERJ na Vila Kennedy, será que fui só eu que ouvi o cidadão dizendo: "eu estava no portão, ele poderia ter pedido pra tirar o carro"?

Ou seja, vou desenhar pra ficar mais claro: a polícia está operando num terreno hostil, onde na mínima exposição pode levar um tiro e o camarada vendo a necessidade do blindado se deslocar, ainda fica esperando o policial "descer e pedir licença", do que tirar a merda do carro?
E se fosse o bonde de
 vagabundos, ele também ficaria de escândalo filmando ao invés de tirar o carro?
#NemFreudExplica


Às vezes falta ao mundo um pouco de bom senso e até se colocar no lugar do próximo, dando sequência ao debate, algumas considerações sobre o vídeo de hoje na Vila Kennedy:
1 - Favela ou comunidade, como queiram chamar, não possui um ordenamento urbano minimamente aceitável para que todos os serviços públicos tenham livre acesso à todos os locais;
2 - Para a polícia é muito mais grave essa dificuldade no acesso, pois um caminhão de lixo pode parar e recolher o mesmo na esquina, porém deixar policiais andarem dessa mesma esquina cem metros adiante pode resultar em incontáveis mortes!
3 - Seguindo a lógica de alguns se o morador não tem garagem e se a rua for estreita, o policial não deve entrar nessa rua, bem sendo assim acho que os traficantes vão acabar por presentear todos os moradores com um veículo, desde que o mesmo fique na rua, pois assim a polícia não entra mais;
4 - Falando objetivamente do vídeo, é possível ver após os veículos uma barricada de concreto, ou seja, aquela rua era quase um condomínio particular, porém se tinha barricada pode ter certeza que lá no fim da rua tinha uma boca de fumo ou o acesso estratégico à uma delas!
5 - Se na entrada os companheiros da Polícia Civil estavam em perseguição ou flagrante delito o que exigiu uma entrada mais rápida e enérgica, na volta já havia dado tempo suficiente para que o morador retirasse o veículo, mas o mesmo preferiu desafiar os policiais a passarem novamente, fazendo papel de cineasta e não de alguém que quer preservar seu bem!
6 - Chegou a hora de mudarmos de postura, fazer nossa parte para que o crime não prospere, cabe aos moradores darem livre acesso aos serviços públicos colaborando assim também com a polícia no combate aos facínoras!
Deixo aqui nossos à disposição dos moradores que tiveram prejuízo e também aos policiais envolvidos na operação, creio e já manifesto o interesse em colaborar financeiramente para o reparo dos veículos, tenho certeza que o colegas da PCERJ também o farão e que os proprietários dos automóveis aprenderam a lição!
#ForçaEHonra 
#CombateSempre
#Hurra

Apenas a título de conhecimento, em 2006 perdemos um grande policial na comunidade da Vila Kennedy, Sargento Fonseca, o "Fon", quisera eu que tivéssemos que arranhar uns carros para salvar a vida dele...nunca se esqueçam, o bem maior é a vida!
Patrimônio material recuperamos, fazemos vaquinha, uma vida ceifada não volta!
VERSÃO DA DRFC - Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas
A Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) desmentiu a versão de moradores da Favela Vila Kennedy, em Bangu, na Zona Oeste do Rio, que acusaram policiais da especializada de bater com o blindado da instituição no carro de um trabalhador, nesta segunda-feira, dia 29 de maio.
Os agentes afirmaram que solicitaram que os moradores retirassem seus automóveis do caminho, liberando a passagem da via, mas que não foram atendidos. Eles contaram também que a solicitação foi feita no início da ação e repetida outras vezes durante a mesma e ainda assim não foi acatada.
A DRFC realizava incursão para cumprir mandados de prisão e as equipes se dividiram: enquanto parte entrou na favela em viaturas, outra seguiu no veículo blindado - popularmente conhecido como "caveirão" - da unidade. Com a chegada dos policiais, os criminosos efetuaram diversos disparos e houve intenso confronto.
Os policiais que estavam nas viaturas entraram em contato com os colegas do blindado pedindo prioridade pois estavam encurralados. Eles disseram que o caveirão teve dificuldades para se deslocar em apoio pois algumas ruas possuíam barricadas instaladas por traficantes e em outras havia carros estacionados sem a preocupação de que poderia impedir a passagem de outros veículos.
Na preocupação de chegar a tempo de socorrer os colegas, os agentes forçaram passagem em uma das vias onde não havia barricada e acabaram atingindo um automóvel. O proprietário do mesmo registrou a ocorrência na 34DP e o caso será apurado pela distrital.
Na operação, o mandado de prisão contra um ladrão de carga foi cumprido e um caminhão e uma moto roubados foram recuperados. Um dos pneus do blindado foi atingido por tiros e acabou danificado. Nenhum policial se feriu na ação.
TEXTO: Roberta Trindade

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Empresário de Pipa trabalha para viabilizar criação de partido no RN


Empresário do setor de Turismo na praia de Pipa, Ricardo Caxangá aproveita o momento de mudanças na política, que tem trocado os políticos por profissionais liberais, para se integrar a projetos futuros.
No Rio Grande do Norte ele está envolvido na criação do partido Liga Democrática Liberal – LIGA, idealizado por empresários, intelectuais, militares…



O partido depende da coleta de assinatura para ser homologado.
Já lançado em Santa Catarina e São Paulo, o LIGA será lançado no Rio e Caxangá já confirmou participação.

Caso seja homologado, o LIGA terá candidato a presidente da República nas eleições do próximo ano.



O LIGA segue sua trajetória a caminho da homologação, uma empreitada difícil, mas não impossível. Assim como as muralhas de Jericó cederam sob o som das trombetas, as dificuldades cederão diante da força de nossa voz e de nossas palavras.

No Rio de Janeiro, o LIGA segue formando seu Diretório Estadual, tendo neste fim de semana a adesão de importantes lideranças comunitárias que se emprenharão no alcance deste objetivo.


Tia Solange, oriunda da educação, sempre preocupada com melhorias nas comunidades, vem somar forças junto ao povo que a acompanha. Ocupa hoje a Executiva Estadual de Ação Social no Rio de Janeiro, o que, com seu grande conhecimento e empenho das lideranças ligadas a ela, o objetivo será alcançado.

Tia Solange foi nomeada pelo Presidente do Diretório LIGA - RJ, Valeriano Tiburcio.


O LIGA é assim, gente do povo para o povo na busca de um ideal comum.

domingo, 28 de maio de 2017

Para a esquerda tudo é culpa dos militares.

“atear fogo no país”. DECLARAÇÃO OFICIAL de partidos de esquerda diz que a culpa de tudo foi dos MILITARES e governo federal.




Declaração do PSOL
O PSOL diz que a manifestação contou com 150 mil participantes e que os culpados pelo caos são as autoridades
“Cerca de 150 mil pessoas, de vários estados do país e de diversos setores da população, encheram as ruas do centro da capital da República, na tarde desta quarta-feira …  repressão violenta contra trabalhadores e estudantes numa pacífica e gigantesca manifestação… O povo não recuou e, num ato de desespero, Temer decreta intervenção militar em Brasília”
As imagens mostram que era no máximo 40 mil o número de manifestantes, e temos essa informação obtida de fontes fidedignas.
As imagens também mostram que pelo menos oito edifícios públicos foram vandalizados e alguns deles foram incendiados. Isso atesta que o número de manifestantes que foram com intenção de disseminar o caos e colocar a vida de outras pessoas em risco era grande. Um, dois ou vinte vândalos não conseguiriam estar em todos esses locais ao mesmo tempo.
Se o PSOL fosse uma instituição realmente responsável publicaria uma nota de repúdio contra qualquer ação violenta partida de manifestantes e incentivaria a manifestação pacífica. Coisa que não teve coragem de fazer em nenhuma de suas mais de 30 linhas de editorial.
As declarações do Partido dos Trabalhadores
O site do PT extrapolou a já exagerada estimativa do PSOL. Para o PT o número foi 200 mil manifestantes “pacíficos” nessa quarta-feira.
“Manifestantes tomaram as ruas da capital para pedir Fora Temer e Diretas Já. Ato foi reprimido violentamente pela PM. Golpista convocou Forças Armadas… A PM do Distrito Federal começou a jogar bombas de efeito moral, gás pimenta e gás lacrimogêneo nos manifestantes, além de disparar tiros de bala de borracha. Manifestantes foram atingidos e ficaram feridos. A violência gerou indignação da população, movimentos sociais e dos parlamentares do PT. A situação se agravou quando o presidente golpista convocou as Forças Armadas para “garantir a lei e a ordem” no DF até o dia 31 de maio.”
Completamente absurda a declaração oficial do Partido dos Trabalhadores, que assim como o PSOL é irresponsável em não condenar em nenhum momento a ação de vândalos e manifestantes mascarados e violentos. A ação policial ocorreu contra aqueles que se insubordinaram contra a polícia. As imagens mostram manifestantes derrubando as grades em vários locais. Quanto às Forças Armadas, estes somente agiram para resguardar a segurança das instituições públicas e funcionários das mesmas. A ação dos militares foi já após grande parte das confusões terem ocorrido.
Declaração do PCB
O PCB também disse que a culpa é das autoridades. O partido, em posicionamento curioso, disse ainda, com base em sua filosofia socialista, que o estado mínimo neoliberal seria a causa da “violenta” repressão e caos.
… O PCB condena a postura do governo federal e de seus cúmplices nos estados que, além de retirar direitos, atacam, com o uso de extrema violência, os movimentos sindicais, estudantis, sociais e populares.  O Estado mínimo neoliberal, para garantir a aplicação de suas medidas antipopulares, necessita usar da máxima repressão…”
O PCB diz que as Forças Armadas, que atuaram somente para a proteção do patrimônio público, estavam a serviço da burguesia que desejava criminalizar os manifestantes.
Esta medida absurda reforça a face autoritária e cada vez mais violenta do governo ilegítimo, antipopular e corrupto, que, num ato de extremo desespero para se manter a qualquer custo, quando toda a nação anseia por sua saída, coloca as forças armadas como mantenedoras da ordem burguesa, uma ordem degenerada que se volta hoje, em todo o mundo, a destruir direitos conquistados historicamente pela classe trabalhadora, buscando criminalizar todos aqueles que lutam na resistência organizada a estes ataques.
Declaração do PCdoB    
A líder do PCdoB, Alice Portugal, também disse que havia 150 mil manifestantes em Brasília e também não ousou criticar qualquer ato de violência vindo da massa ligada a esquerda. A deputada tenta transformar o ato, com pouco mais de 38 mil manifestantes, na mais importante manifestação dos últimos anos.
"Esta foi a manifestação mais importante da história recente do Brasil. Não está apenas a Polícia Militar do DF nas ruas, mas também a Força Nacional e o Exército. A situação está muito grave, muita gente machucada. O senhor Michel Temer se reuniu ontem com o ministro da Defesa para exigir esta repressão em massa"
Declarações da CUT
Um manifestante ligado a CUT perdeu vários dedos. A informação divulgada a princípio informava que tentava arremessar um artefato explosivo que acabou explodindo na sua mão. Alguns sites dizem que foi “atingido por uma bomba” e a CUT tentou inverter a situação dizendo que o mesmo tentou revidar a agressão da polícia atirando de volta um “rojão” lançado por policiais.
“Segundo a assessoria da CUT-SC, os relatos de outros manifestantes que estavam com o estudante afirmam que a polícia jogou o rojão e Vitor foi pegá-lo para tirar de perto…”
Bem. Policiais não arremessam “rojões”, um artefato explosivo atingir sua mão seria quase impossível e uma bomba de gás não faz um estrago desse tipo. Contudo, basta uma perícia para desvendar esse grande mistério.
Resumo
Como militar das Forças Armadas (R1), servidor público sem qualquer ligação partidária, lamento muitíssimo que os milhares de cidadãos ligados a esses partidos políticos supracitados não se indignem contra a declaração, posicionamento e orientação de suas lideranças partidárias. Nada justifica a omissão das lideranças partidárias e sindicais em condenar crimes contra o patrimônio público. Os fins jamais justificam os meios. A mentira quando usada sistematicamente por uma liderança institucional corrói os pilares e mancha o nome de todos os membros.
Várias das pessoas identificadas como vândalos vieram em ônibus pagos pelos partidos e movimentos ligados à esquerda. Como dito acima, é impossível que fossem infiltrados, pelo grande número e organização.  
Como a Revista Sociedade adiantou ainda  durante o caos, a polícia não revistou todos os manifestantes, como foi feito em momentos anteriores. Erro, omissão incompetência? Isso deve ser investigado também.
Observando a imagem abaixo constata-se o óbvio, que não há militares forçando os manifestantes a destruir o patrimônio público. Essas manifestações criminosas de ódio e revolta não tem nada a ver com a polícia ou com as FA.

Todos nos lembramos das declarações de LIDERANÇAS DE ESQUERDA dizendo “vamos atear fogo ao país” se Dilma cair ou se alguém tentasse prender LULA.
Concluindo, só há duas condições possíveis para o cidadão filiado a esses partidos políticos em reiterada omissão criminosa, no mínimo.
1ª – É ignorante, manipulável, e não consegue enxergar o que ocorre no país e o que a esquerda têm feito ao longo de mais de uma década.
2ª – É um completo desonesto, com interesses escusos ligados a partidos políticos e sindicatos, que justificam que não admita a corrupção ocorrida sob o comando da esquerda e que endosse a mentira e incentivo a violência, de forma ativa ou passiva. Os interesses escusos podem ir do recebimento de notinhas de 50 reais a promoções e cargos em secretarias ligadas a governos de esquerda, que podem render milhares ou milhões de reais.
Sou, como todos os militares, a favor de que todos os corruptos sejam exemplarmente punidos. Mas, isso não pode fazer com que coloquemos o “carro na frente dos bois”. Não pode-se tirar ninguém do governo a toque de caixa, como a esquerda quer fazer nesse momento.
O que a esquerda deseja, além de tentar intimidar o judiciário, que tem em mãos processos contra várias lideranças, é forçar a realização de eleições diretas. Se aproveitando do momento ruim do PMDB e PSDB acreditam que podem eleger novamente LULA.
Se eleito o petista pode ficar mais oito anos no controle do país. Isso se não modificar a constituição para ampliar seu tempo no governo.
Artigo de opinião publicado em Revista Sociedade Militar
Robson A.DSilva é MILITAR R1 e Cientista Social

sexta-feira, 26 de maio de 2017

E contra os delinquentes que acabaram com o país, ninguém vai fazer nada?

Manifestantes enforcam e queimam bonecos representando políticos.

Quando uma autoridade diz que um decreto em vigor pode ser revogado, ou ele não deveria ter sido anunciado, ou já deveria ter sido revogado.
Se a autoridade diz que pode revogar, e ainda não revogou, isso é uma tentativa de iludir ou de imaginar que o povo continua podendo ser iludido.
Já não bastam as delações dos delinquentes, que deixam o país ameaçado de rebaixamento de nota, como dizem as autoridades? Já não basta o iminente retorno da recessão, a iminente convulsão, como já existe, o iminente aumento de desemprego - já são 23 milhões sem trabalho? 
Nas delações, esses delinquentes são premiados com tornozeleiras importadas que o povo ainda paga, ao invés de terem bolas de ferro amarradas aos pés, que o povo não pagaria. Eles deveriam, quem sabe, ter determinado o sumário cumprimento da lei da manutenção de sua existência.
Ou vejamos: as mortes ou os confrontos que estão acontecendo em defesa da ordem pública, as depredações que estão sendo feitas, a dificuldade do ir e vir, professores sem receber, médicos sem condições de clinicar em hospitais públicos, energia cortada em importantes centros universitários do Brasil por falta de pagamento... e esses delinquentes ainda se vangloriam hipocritamente, debochando de um povo sofrido?
O que querem as autoridades quando premiam esses senhores?  Uma revolta ainda maior contra o que já se existe? Não são essas autoridades que estão mostrando ao povo essa barbaridade que está acontecendo com o nosso país, proporcionada por esses delinquentes? E eles ainda são premiados, uns fumando charuto Cohiba, cuja unidade custa R$ 200? E como esses delinquentes podem continuar comprando? Ainda gastam com dinheiro roubado? E ninguém diz nada? Ora, se seus carros são abastecidos com combustível, se seus condomínios são pagos e se seus empregados recebem seus salários em dia para prestar obediência a eles, de onde vem o dinheiro deles, se não estão trabalhando e não têm nada em seu nome?
Esses delinquentes deveriam estar na cadeia, mas por delatar seus crimes são premiados e não têm bens sequestrados. O povo que perdeu emprego, perdeu seu patrimônio e está pagando juros das TVs que compraram, não podem dar carne para seus filhos, nem a podre, que os frigoríficos da JBS vendia, e ainda fazia o preço mais caro. 
O medo que todos nós sentimos nesse momento é que o povo, diante disso tudo, comece a ter certeza que só ele pode julgar.
Ninguém pode admitir o quebra-quebra do patrimônio público, que também é nosso. Mas os que julgam e os que protegem a sociedade devem afastar definitivamente do convívio aqueles que roubaram, tanto os corruptos quanto os corruptores.
Não podemos assistir a empresas que roubaram corrompendo e ainda mantendo os mesmos acionistas, que possam fazer "gentilezas" com o dinheiro que foi roubado, patrocinando eventos do governo que se encontra em grave crise.
As autoridades não deveriam revogar o decreto que coloca as Forças Armadas nas ruas. Só deveriam dizer aos comandados que a direção é outra. Os comandados devem ir para as empresas desses delinquentes com a força, para tirar deles o direito até de mandar, pois não adiantaria só sequestrar os bens, deixando esses delinquentes comandando as empresas. 
E quando seus bens são sequestrados, na verdade está sendo tomada a propriedade que era do povo, porque o que eles têm é do povo. O sequestro na verdade é uma devolução do patrimônio aos seus verdadeiros donos. Não é um ato arbitrário nem de força ideológica. É um ato correto. O mesmo que se faz quando os ladrões invadem e roubam joalherias e a policia consegue apreender o que foi roubado e o devolve aos proprietários.
Esses delinquentes são muito mais perigoso do que os pivetes que roubaram o Banco Central no Ceará, ou os que explodem caixas eletrônicos. Eles, sim, merecem viver menos numa sociedade que eles saquearam.

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Cenário em Brasília é de terra arrasada

Após confronto em ato contra Temer, cenário em Brasília é de terra arrasada.
Após a manifestação, Temer chamou o ato de "baderna".



O confronto entre policiais e manifestantes ocorrido nesta quarta (24) em Brasília durante manifestação contra o governo do presidente Michel Temer (PMDB) deixou um cenário de terra arrasada. No começo da noite, ao menos dez prédios haviam sido pichados, isso quando não tiveram vidraças e iluminação quebradas, além de salas saqueadas e incendiadas.

Após a manifestação, Temer chamou o ato de "baderna" e baixou decreto autorizando as Forças Armadas a atuarem na capital federal até o dia 31. Entre bombas e balas de borracha da polícia e paus e pedras de manifestantes, 49 pessoas ficaram feridas, segundo a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

Na programação divulgada pelas centrais sindicais e movimentos sociais que organizaram o protesto, o ato deveria se estender até o começo da noite. No entanto, por volta das 18h, o que se via era a Esplanada dos Ministérios repleta de rastros de destruição praticamente deserta, a não ser por alguns poucos pedestres e homens do Exército e da Força Nacional postados em frente a todos os prédios.

A maioria dos 17 edifícios da Esplanada foi alvo de algum tipo de depredação, como a pichação de fachadas e o apedrejamento de vidraças. Ao menos oito paradas de ônibus foram destruídas.

Ao longo do Eixo Monumental --a via onde ficam os ministérios, com o Congresso ao fundo--, ainda era possível sentir cheiro de queimado pelo menos uma hora depois da dispersão do protesto. Foi possível encontrar pelo menos quinze resquícios de fogueiras e barricadas improvisadas, estas também quase sempre incendiadas.

Em frente ao Ministério da Agricultura, as armações de metal que revestem a iluminação da fachada do prédio foram arrancadas e usadas para fechar a pista, junto com móveis de escritório que foram retirados após a destruição de vidros de salas do andar térreo. Até uma bicicleta foi incluída na barricada.
Perto dali, diante do Ministério da Saúde, os alvos foram os banheiros químicos instalados para os manifestantes: pelo menos 25 foram derrubados, e vários foram destruídos ou queimados quando usados como barricadas. 


Após ser criticado por partidos políticos e movimentos de direitos humanos, o presidente Michel Temer voltou atrás e revogou hoje (25) o decreto que autorizava a presença de militares nas ruas de Brasília. O decreto tinha sido assinado ontem (24) devido ao protesto que terminou em violência, com confrontos entre policiais e manifestantes na capital federal. Ao menos sete pessoas foram presas, 49 estão detidas e dois ministérios foram incendiados. Dezenas de outros prédios governistas foram evacuados e depredados.


Após pressão de comparsas  da mesma quadrilha, correlatas e responsáveis pelos atos terroristas, Temer "encagaçou" e revogou o Decreto. 
Agora é aguardar os próximos episódios e assistir Brasília ser destruída, já que a Polícia Militar do Distrito Federal não vai conseguir dar conta de tanta violência sob o foco das lentes ávidas em captura algo para lhe acusar.

Vem aí o filme 'Sérgio Cabral e os 40 ladrões'


A população brasileira está tão atônita com as sucessivas descobertas sobre a quadrilha comandada pelo ex-governador Sérgio Cabral que o comentário é que um produtor da Disney encontrou aqui no país uma grande história e quer refilmar uma importante narrativa árabe que integra o Livro das Mil e Uma Noites. Trata-se de Ali Babá e os 40 ladrões, que no Brasil se chamará Sérgio Cabral e os 40 ladrões.


O filme vai contar a história de um governador chamado Cabral que avista 40 ladrões que gritam diante de uma pedra "Abre-te Sésamo!". Cabral, então, faz o mesmo e percebe que a pedra se move, abrindo diante dele uma caverna de tesouros. O personagem Cabral leva dali tudo o que pode. Ele compra palácios e muitos joias para sua amada.

Não satisfeito com tudo o que comprou, Cabral retorna à caverna para pegar mais do tesouro dos 40 ladrões. No local, ele é visto por um dos ladrões, que corre para contar o roubo aos demais. 

Os ladrões armam um plano de entrar em uma grande festa promovida por Cabral. Eles se escondem em tonéis de vinho. Cabral vai à adega buscar mais da bebida e escuta um susurro: "Já deu meia-noite?", pergunta um dos ladrões. Esperto, ele volta à festa e diz aos guardas que o vinho estragou e os tonéis precisam ser jogados num precipício. Os ladrões, então, se entregam. 

Na história original, Ali Babá, que enfrentou o desejo de vingança de outros ladrões, termina a história rico e feliz, ao lado de sua amada. No filme sobre Sérgio Cabral o roteirista ainda não decidiu se o final será feliz para o ladrão dos ladrões ou se sua ganância pelo tesouro o levará a um triste desfecho.



quarta-feira, 24 de maio de 2017

As tristes torcidas da esquerda que enterram o Brasil

As tristes torcidas da esquerda que enterram o Brasil, transformando o equilíbrio social em verdadeiro caos, beirando a insanidade. 



"O que me impressiona das delações da JBS é a postura da população. Mais uma vez, nós vemos torcidas de partidos, que mais parecem crianças em dias de jogos escolares, satisfeitos porque o "time" do coleguinha é pior. Não há revolta contra o sistema político; Não há insatisfação com o sistemático desrespeito que somos tratados.

O ministro Edson Fachin do STF não autorizou abertura de inquérito contra Lula e Dilma diante da delação do dono da JBS. Sabe por que? Porque delação sem provas não passa de palavras ao vento. Segue o jogo.
O texto abaixo de um autor desconhecido não poderia deixar de ser publicado para que as pessoas tenham uma melhor visão do que acontece, no atual cenário da política brasileira:
"O que me impressiona das delações da JBS é a postura da população. Mais uma vez, nós vemos torcidas de partidos, que mais parecem crianças em dias de jogos escolares, satisfeitos porque o "time" do coleguinha é pior. Não há revolta contra o sistema político; Não há insatisfação com o sistemático desrespeito que somos tratados; não existe qualquer união social para mudar as regras do jogo. Jogo esse que é jogado com a mesma tática por PMDB, PSDB, PT, PP, PSD e todos os Ps. A regra, como diz Arnaldo Cesar Coelho, é clara: a classe política duela pelo poder e o vencedor ganha o direito de oprimir e desrespeitar o povo. O perdedor assume o papel de paladino da justiça e acusa o vencedor de corrupção. Juntos, os times tentam manter a cobrança social restrita aos gritos organizados de #foratemer ou #foradilma. Para isso, utilizam seus sindicatos ou órgãos de classe, que são liderados por capachos (muito bem pagos). Mais uma vez, nós estamos deixando passar a chance de mostrarmos que sabemos que o golpe é generalizado. Nele estão todos: Temer, Aécio,Lula, Dilma, Juca, Dirceu... o golpe é contra nossos direitos. O golpe está em pagar impostos e saber que eles viram propina. O golpe é em não termos acesso aos direitos básicos de saúde, segurança e educação. O golpe é contra o povo e não em políticos que atuam tão sorrateiramente quanto os rivais. Não temos correntes políticas de direita e esquerda. O que temos são facções criminosas que duelam pelo poder. Imaginar que isso mudará sem revolta popular é ingenuidade".

terça-feira, 23 de maio de 2017

Diretas ou indiretas?

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, convocou os comandantes militares, segundo informações de jornais, para ouvir sobre a crise que vive o país. O que vazou é que os comandantes e o próprio ministro teriam concluído que Constituição tem que ser respeitada.
A Constituição respeitada significa que, numa eventual queda de Michel Temer, haveria eleição indireta no Congresso para presidente.
Levantamentos apontam que 166 deputados e 28 senadores foram eleitos com doações registradas da JBS. A superplanilha da Odebrecht tinha nomes de 279 políticos. Isso significa que, se for respeitada a Constituição, não será o povo - através dos parlamentares - que vai eleger o novo presidente. Serão Joesley Batista e Marcelo Odebrecht. É eleição indireta só para esses dois senhores. E neste caso, o candidato preferido de Odebrecht terá mais força.
Qual seria a conclusão? Pelo que se sabe sobre esses dois delinquentes, o Congresso não é mais eleito pelo povo. Só foi eleito com dinheiro pago por esses dois senhores, que continuam comandando seus parlamentares.
Não é isso, com certeza, que nenhum brasileiro quer. Não é isso, com certeza, que nem os segmentos que compõem os poderes do Brasil querem. O povo não vai aceitar a escolha de um Congresso, que é desqualificado pelos próprios delatores criminosos, e com parlamentares com processos e indiciamentos feitos pelo Ministério Público e pela Justiça brasileira.
Uma eleição direta também poderia não ter um bom resultado. Mesmo sendo a democracia o regime no qual tem que se respeitar a vontade do povo, seria constrangedor que algum desses candidatos que vêm sendo apontados pela Justiça como corruptos pudessem ter sucesso.
Como ficaria a Justiça se houver algum candidato já indiciado e se, no momento da eleição, ele ter virado réu? Principalmente levando-se em consideração que o processo para torná-lo inelegível é lento, podendo não haver tempo para eliminar suas qualificações de candidato.
Como reagiriam as elites, que vêm de forma violenta exigindo a punição para muitos desses que poderiam ser eleger?
Mas se a democracia é o regime das maiorias, a quem respeitar? A vontade das elites ou do povo? Poderíamos até mesmo ser obrigados a ter a infelicidade de perguntar: a quem respeitar, a maioria do povo ou a Justiça?
Os desmandos que as instituições vêm sofrendo, com o próprio ex-presidente Fernando Henrique Cardoso dizendo que Brasil vive um estado de "anomia" - coisa que o JB já escrevia em 2012 (É preciso respeitar o Brasil) - lançam uma pergunta: não existe solução?
E nós perguntamos, por qual segmento? O empresarial, onde o presidente da maior Federação da indústria está envolvido em recebimento de dinheiro em campanha? Vale lembrar que os outros presidentes comandam instituições que pertencem ao segmento industrial e comercial há mais de 50 anos.
Aos sindicatos, que são acusados muitas vezes de não colaborarem com o país e sim com a desordem?
Ou imaginemos que a decisão tenha que ser tomada por qualquer segmento vitorioso num processo não democrático?