sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

O país puteiro.


O discurso do "empoderamento " feminino no Brasil, se resume na agenda liberal da rede Globo .
Bibis perigosas representando uma classe de mulheres no tráfico de drogas onde predominantes são os homens , ora , isso é um avanço nas relações contratuais entre homens e mulheres .
Bundas enfileiradas em um " discurso político " segundo a mídia , onde a cantora Anita representa perfeitamente como embaixadora de um Turismo sexual mundialmente famoso .
Por fim , a sociedade opressora predominante machista , acha justo que uma jovem moça de interior passe a frequentar um bordel para ajudar o namorado com dificuldades financeiras...bom as contas tem que ser iguais né.

Em uma sociedade em que um dono de um prostíbulo faz um vídeo criticando decisões pornográficas da suprema corte , exibindo seus produtos de grife como se fosse uma mercadoria de trato fino ...o que esperar de um país desses ????

Mas como esse país é apenas fruto da minha insana imaginação ...
"Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência".
Vide novela das 21:00


Andre Rios

Claro, vai estar na cadeia!

Pezão diz que deixa a política após terminar mandato de governador
Governador chegou a pedir perdão aos servidores pelos atrasos nos salários

O governador Luiz Fernando Pezão anunciou nesta sexta-feira (29) que irá se aposentar da política ao término do mandato, no fim de 2018. “Eu estou cansado. Estou há 35 anos na política, desde 1982 que eu disputo voto. A política mudou muito. Quem gosta de trabalhar, quem gosta de entregar, está cada vez mais difícil fazer. Hoje, tem muita gente para falar não, para fiscalizar. Se a gente não fizer um pacto pelo fazer, vai ficar prevalecendo muito o pacto pelo não fazer”.

Pezão, que falou à imprensa após cerimônia de liberação de recursos do Ministério da Educação para escolas do Rio de Janeiro, disse não se arrepender de nada em sua trajetória. “Eu acho que fui longe demais, o povo e Deus foram muito generosos comigo. Eu nunca esperei chegar a governador, sai de uma cidade de 25 mil habitantes e 15 mil eleitores”.
Pezão afirmou que vai terminar o mandato com a cabeça erguida, deixando a economia do estado saneada. “Estou encerrando o ano de 2017, que parecia um ano intransponível. Quando eu olhava lá em 2016, saindo da minha doença e do hospital, os técnicos falavam que a gente ia pagar oito folhas de pagamento nesse ano. Quase que a gente pagou 12. E eu tenho certeza que, em 2018, nós vamos colocar tudo em dia e vou sair daqui de cabeça erguida, deixando para o meu sucessor previsibilidade. Não vai ter arresto, não vai ter bloqueio, é só ele continuar com os ajustes que nós começamos a fazer e vamos implementar mais forte ainda em 2018”, garantiu.
Quanto aos pedidos do Movimento Unificado dos Servidores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (Muspe) para correção de problemas na folha de pagamentos, feitos em reunião ontem, Pezão afirmou que só poderá atender a outras questões após colocar os salários em dia, o que deve ocorrer ainda em janeiro. “Rapidamente, eu quero colocar os salários em dia, tivemos aumento de arrecadação forte, já foram fortes nos últimos quatro meses do ano, e janeiro costuma ser bom”.
Ontem, o governador chegou a pedir perdão aos servidores pelos atrasos nos salários e prometeu regularidade dos pagamentos em 2018.
Um discurso bem otimista para um candidato à prisão tão logo termine sua imunidade.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Ano Novo ou ano bom?


Maria Clara Bingemer*
A sociedade do descarte e da obsolescência rápida, das relações a um clique de distância, dos compromissos efêmeros valoriza muito o novo. Cansou do vestido?  Compra um novo.  Do sapato? Idem. Saiu um novo modelo de celular?  Compra. Não importa se o outro de um ano atrás ainda funciona perfeitamente.  O importante é ter o último, o mais novo, o de agora há poucos minutos.  Novo é sinônimo de imediatez, de avidez aquisitiva.  E funciona em tudo:  relações afetivas, objetos etc. 

Aproximamo-nos agora, dentro de uns dias, de um ano novo.  Será que o entendemos dentro desta chave imediatista e descartável?  O que é a celebração de Ano Novo?  Por que é tão importante, por que a festejamos com fogos de artifício?  E, se o Natal é uma festa com origens claras no Cristianismo, o Ano Novo toca em todas as religiões.  Trata-se de uma comemoração universal. No Brasil, as religiões afro-brasileiras homenageiam Iemanjá, rainha das águas, e muitos cristãos se unem a essa comemoração realizando rituais com velas e pulando as ondas que chegam à beira da areia. 

O ano novo que celebramos – cuja festa também pode ser chamada ano bom – faz parte do calendário gregoriano que adotamos, herdeiro do calendário romano.  Neste,  o ano novo começava em 1º de janeiro e era dedicado a Jano, o deus dos portões, divindade bifronte, com duas faces: uma voltada para a frente, visualizando o futuro; a outra voltada para trás, olhando para o passado. Nessa fronteira entre o passado e o futuro, os romanos viram uma forma adequada de delimitar o momento entre o fim de um ano (passado) e o começo de outro (futuro).  Júlio Cesar, imperador romano, proclamou o decreto que fixa o dia 1º de janeiro como dia do ano novo. Daí o nome do mês.

Os romanos eram um povo politeísta e adoravam muitos deuses, entre os quais Jano e o próprio imperador, considerado divino.  Muitos cristãos foram martirizados por se recusarem a prestar culto ao imperador, proclamado como um deus pela cultura romana. Aqueles que adoravam o Deus Pai de Jesus Cristo e proclamavam sua divindade eram chamados de ateus e por isso martirizados.
Não se tem notícia de que o povo judeu, monoteísta, assim como a comunidade cristã primitiva, tenha comemorado o ano novo.  Tratava-se, pois, de uma festa fundamentalmente pagã. O Ano Novo judaico não acontece na mesma data que o nosso, situado, segundo o calendário gregoriano, entre 31 de dezembro e 1º de janeiro. É uma festa religiosa, diferente da que celebramos na praia ou com fogos de artifício. 
O calendário gregoriano seguiu a expansão da cultura ocidental e foi adotado oficialmente em diversos países.  Assim, o  ano novo é comemorado a 1º de janeiro mesmo em países com suas próprias celebrações em outros dias, como em Israel e na China, por exemplo.

O que importa, no entanto, na virada do ano que se aproxima é estarmos conscientes do que representa o novo no nosso imaginário.  Se nos movemos pela chave consumista, o novo é apenas a substituição do já adquirido, do já possuído, do já utilizado, por algo ainda não conhecido, que traz a excitação da descoberta.  Porém, logo esse novo cairá no esquecimento ou ficará num canto,  desprezado e sem utilidade.  Assim pode acontecer com o ano novo e, sobretudo, com os propósitos e resoluções que nesta época do ano em geral fazemos.  Duram apenas um mês ou quem sabe menos.
No entanto, para os que cremos que com Jesus Cristo a absoluta novidade de Deus entrou definitivamente na história, tudo é permanentemente novo, porque renovado pelo Espírito que faz novas todas as coisas.  E, nesse sentido, a categoria do tempo está para sempre alterada. Para aquele ou aquela em quem o Espírito Santo habita, o tempo não é mais um tempo linear (kronos), mas um kairós (tempo de Deus), que só encontra em Deus sua unidade de medida.  Não se trata mais de um tempo submetido à caducidade.

E se é assim, as coisas não podem mais ser medidas pelos parâmetros temporais de antes. Tampouco podem ter seu valor efemerizado por uma mentalidade consumista e predatória de valores.  Não apenas esperamos um novo céu e uma nova terra,  mas já  vivemos de fato uma nova ordem de coisas, uma nova criação.  E embora este novo esteja ainda sendo dolorosamente "parido" em meio a um mundo que parece insistir no desamor, na violência e na injustiça, na verdade já  está  acontecendo plenamente para aqueles que vivem em Cristo.  Para estes e estas,  chegou a plenitude dos tempos.  É o Espírito que realiza e atesta este novo, as coisas tornadas novas, fazendo de todos novas criaturas, crianças novas, ainda que o homem exterior envelheça e esteja submetido à erosão do tempo.

Que venha, portanto, o Ano Novo.  Estamos dispostos a saudá-lo alegremente junto com todos os irmãos e irmãs, que através de toda a terra neste momento esperam um tempo melhor, uma vida melhor, um novo estado de coisas para suas vidas e as vidas daqueles e daquelas que amam. Que venha!  Mas que além de Novo seja Bom, como em português também se diz.  

Que a novidade do ano que vem seja atravessada pela bondade, intrínseca à justiça, à paz, ao amor, enfim.  Desejar Feliz Ano Novo tem de ser equivalente a desejar Feliz Ano Bom. É o que esperamos e desejamos uns aos outros nesta virada que ansiamos seja boa.
* Maria Clara Lucchetti Bingemer é professora do Departamento de Teologia da PUC-Rio, teóloga e autora de 'O mistério e o mundo – Paixão por  Deus em tempo de descrença', Editora Rocco.


quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Tudo as nossas custas!


No “indulto de Natal” dezenas de milhares de presos voltam as ruas do Brasil, não sem antes receberem uma considerável quantia para curtirem o fim de ano.


Em Porto Feliz carros se amontoam na estrada aguardando a liberação de seus detentos, ocupando a Polícia Militar e a Guarda Municipal.


Após, uma passadinha no Banco do Brasil mais próximo, para numa grande fila, bebendo uma cervejinha, aguardar o “pagamento” de seus “direitos”, Direitos que estão sendo exterminados dos trabalhadores.


Enquanto milhões de brasileiros estão desempregados, amargurando necessidades, principalmente de alimentos, eles, presos, recebem dos cofres públicos o que é negado a maioria dos brasileiros. O crime compensa? Parece que sim!

Em resposta à Venezuela

Em resposta à Venezuela, Brasil decide expulsar representante diplomático.
Crise diplomática entre Brasil e Venezuela teve início com o impeachment da ex-presidente Dilma. 
O Itamaraty declarou o encarregado de negócios da embaixada da Venezuela em Brasília, Geraldo Antonio Delgado Maldonado, como persona non grata. Há três dias, a Assembleia Constituinte da Venezuela anunciou a expulsão do embaixador do Brasil do país. O Brasil ainda não recebeu notificação oficial da Venezuela, contudo.
O ministério das Relações Exteriores expulsou o encarregado de negócios pois há mais de um ano a Venezuela está sem embaixador no Brasil. O diplomata Alberto Efraim Castellar Padilla, designado para a chefia do posto em Brasília, não chegou a apresentar credenciais para assumir o cargo.
A crise diplomática entre Brasil e Venezuela teve início com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, em 2016. Caracas classificou a deposição de Dilma como golpe de Estado. Mais tarde, Brasil e demais países do Mercosul decidiram expulsar a Venezuela do bloco, entre outras medidas de represália.
De acordo com o Itamaraty, o prazo para que o diplomata venezuelano deixe o Brasil será o mesmo que será dado pelo governo da Venezuela para que Ruy Pereira deixe o país vizinho. 
A declaração de persona non grata ou não aceitável está prevista na Convenção de Viena e é uma das medidas diplomáticas mais duras que podem ser adotadas pelos países signatários do acordo. Segundo o Artigo 9 da convenção, após a decretação de persona non grata, o país deverá retirar a diplomata em questão do país que tomou a medida ou dar por terminadas as funções diplomáticas do representante.
Se o país se recusar a aceitar ou retirar o representante que foi considerado não aceitável em um prazo razoável, o país que adotou a medida pode não mais reconhecer o cidadão do outro Estado como membro do corpo diplomático.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

O Estado omisso também mata seus policiais

A PMERJ, décadas atrás, possuía quadro de armeiro, quando as armas utilizadas não eram as automáticas e semi automáticas de hoje. Esse pessoal era responsável por manter o armamento limpo, lubrificado e manutenido, pronto para emprego e com a certeza de pleno funcionamento. As especialidades foram extintas e as armas e viaturas foram se sofisticando, agregaram tecnologia.
No caso das viaturas Sergio Cabral logo se encarregou de arranjar um caixa dois com a manutenção terceirizada, em 2008, quando uma viatura GOL custava cerca de R$ 27.000,00, sua manutenção teve um custo de R$ 300,00 por dia, R$ 9.000,00 por mês por viatura. A cada três meses o custo com a manutenção, que não havia, dava para comprar outra zero. Uma viatura nova tipo RP, só começa a exigir manutenção corretiva depois de dois anos, mas na manutenção terceirizada, com dois anos eles são descartadas.
No caso das armas não há nenhuma manutenção, nas UPPs eles viram dia e noite, sob sol e chuva, sofrendo com poeira e demais abrasivos da natureza. É claro que o policial não tem conhecimento, tempo nem preparo técnico para manutenir armas automáticas e semi automáticas, seguindo elas até que uma pane num momento critico, facilite a morte do policial. É reclamação latente no meio policial as panes das armas.


Fuzil estoura na mão de policial durante confronto em São Gonçalo.
Um policial ficou ferido após um fuzil estourar durante uma troca de tiros com dois homens armados em uma moto no bairro Jardim Catarina, em São Gonçalo. O incidente aconteceu no início da noite de segunda-feira.
Segundo a PM, durante um patrulhamento, policiais militares do 7º BPM (São Gonçalo) foram atacados quando passavam pela RJ-104. Durante o confronto a arma de um dos policiais militares sofreu uma pane e estorou junto as mãos do policial. Os criminosos conseguiram fugir.
O policial militar foi atendido no Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), também em São Gonçalo, e liberado em seguida. A arma foi encaminhada ao Centro de Criminalística da Polícia Militar (CCrim) para perícia.



domingo, 24 de dezembro de 2017

Votar ou não no Bolsonaro?


2018 está ali, atrás da esquina. É amanhã.

Então, se não conseguirmos derrubar a urna eletrônica, ela derruba a gente. Essa é a prioridade 1.

A outra, é acabar com o foro privilegiado. Com isso resolvido já dá para pensar no melhor candidato para a presidência. Como eu espero uma Intervenção Militar, imagino que poderíamos ter um governo misto: talvez o Bolsonaro como presidente e as Forças Armadas no poder, juntos.


Seria uma espécie de sociedade patriótica civil-militar.

Precisamos de um braço forte para aguentar a possível reação do pt ferido de morte. E de muita independência para impor uma limpeza radical no stf, no congresso e na câmara. Além de muita creolina para desinfetar a máquina da justiça, tudo em minúsculas. Além do mst, sindicatos fajutos e congêneres.

Privilégios mil tem que ser extintos e as decisões do temer, revisadas. Muito do que ele está chamegando vem dos acordos que fez para se salvar de um eventual processo. No desespero dele... perigo para todos nós. 

Então o temer tem que ser retirado, com aposentadoria integral, igual à minha: bem menos que 3 mil. Vale o mesmo para os juízes do stf e os burocratas milionários da previdência. Tem "bacanos" que ganham 500 mil, 600 mil mensais.

O Bolsonaro sempre esteve na oposição ao regime.
Tem mais de 20 anos nessa prática fiscalizadora. E nunca ninguém abriu a boca para denunciá-lo como corrupto - sobrenome esse da maioria absoluta dos políticos. E agora, sentindo uma mudança verde-amarela no ar eles devem estar metendo a mão no que podem. Imagino os achaques que o temer tem que aguentar, nestes dias de sua máxima fraqueza, garantido só pela grana da corrupção.

O Bolsonaro podia ser nosso presidente? Talvez sim. Além de honesto, ele é um sujeito corajoso. Seu phisique du role não é ainda o de um presidente. Mas, duas coisas: ele pode aprender mais em como se apresentar. E trazer para seu governo políticos capazes, honestos e rejeitados pelo sistema - exatamente por essas qualidades. Com as Forças Armadas dando cobertura,  tudo seria mais fácil. 

Sua tarefa primeira seria desmontar o frankenstein que hoje é o Brasil, costurado com pedaços podres do que há de pior no país.

Espero por isso. Confio nisso. Porque sem isso, não vai sobrar muito do Brasil, se cair no poço do narco-terrorismo-cubano-comunista-venezuelano que está com a boca  arreganhada, só à espera de um momento de fragilidade nosso. 

Se estou sonhando, faça-me um favor: não me acorde.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

O Brasil chora.



Três graves acontecimentos foram notícia no Brasil, esta semana, mostrando claramente o nosso abismo civilizatório e inquietante situação de completa destruição do tecido social brasileiro.


__Um Papai Noel foi apedrejado em um bairro de classe baixa, pois seus doces acabaram. A criançada resolveu “punir” o bom velhinho, um homem que até tempos atrás era visto como um benfeitor - tanto por crianças pobres quanto ricas.


__Em um jogo de futebol - a paixão nacional - no Maracanã, torcedores protagonizaram cenas de selvageria explícita. O local se tornou uma praça de guerra. A internet nos mostrou, ainda, cenas inacreditáveis de uma horda furiosa de bandidos/torcedores que descaradamente roubava os pobres vendedores ambulantes do entorno. 

Se não fosse a ação de um policial presente como testemunha, a juíza seria morta.

__Numa cidadezinha do Rio Grande do Sul, criminosos invadiram o fórum da cidade para libertar outro marginal que estava sendo ouvido e para tanto matariam a juíza do processo. Por extrema sorte e proteção divina, um policial armado conseguiu salvar a vida da magistrada - que aos berros não entendia o que se passava. 

Em todos os casos, a questão civilizatória é o cerne do problema. O brasileiro do atual progressista Brasil se tornou um primitivo em questões de convívio e respeito social. Tenho notado a mudança absurda do comportamento dos meus compatriotas. Foi um processo relativamente rápido. O degradante fenômeno é observado em todas as classes sociais e em todos os ambientes: de escolas até mesmo numa simples fila de um banco qualquer. Em pouco mais de duas décadas, o país tornou-se um lugar rude, bem mais rude do que era. Um povo cheio de direitos e isento de obrigações ético-morais. 


No novo Brasil, forjado pelos valores marxistas, a cordialidade deu lugar ao primitivo. Uma sociedade que não tinha atingido um estágio civilizatório pleno regrediu para se tornar uma sociedade sem limites, freios ou a mínima noção de civilidade. A família deixou de ser o investimento básico da nação e tentam substituí-la por arranjos doentios e degenerados, em nome do moderno e do famigerado “mundo melhor”, mais tolerante. 

Os reflexos e impactos desta nefasta mudança de comportamento e do tecido social desestruturado apontam para uma séria e importante regressão civil. Isto custará ainda mais caro ao nosso atraso enquanto nação. O número assustador de crimes no país é uma consequência direta dos novos conceitos sociais - todos eles invertidos na essência -, adotados pelos brasileiros, ou boa parte deles. 


Um país que apresenta todos os cacoetes de uma ideologia ressentida, deletéria, que substitui valores e princípios indispensáveis à uma sociedade minimamente civilizada, por relativismo moral e ético - onde tudo é permitido. Lugar onde a culpa e os escrúpulos foram abolidos em nome de qualquer tratado ordinário que beneficia o erro sem punição ou consequência. Cidadãos e bandidos passaram a ter o mesmo status social, assim, devidamente reconhecidos pelo Estado e suas instituições. 

A convivência, relativamente, pacífica de outrora deu lugar aos mais primitivos e selvagens instintos dos cidadãos: que cheios de si e transbordando segurança, não mais respeitam pessoas, normas ou fundações oficiais. 


O episódio do ataque ao fórum da cidade gaúcha deixa claro que nem mesmo os bandidos têm mais qualquer tipo de barreira. Não há lei, não há justiça, ninguém merece respeito. Que sirva de lição para os membros do Poder Judiciário, que tanto ajudaram a modelar esta nova e desestruturada sociedade. 

Por fim, resta dizer que estamos em apuros. O Brasil ruma à barbárie. É prematuro alimentar-se de qualquer otimismo. Não sabemos se conseguiremos reverter este processo ou perderemos nosso país, definitivamente, para o crime e para a total ausência de evolução civilizatória. 

O futuro do Brasil é deveras preocupante.

Claudia Wild, Jornalista

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

A esquerda voltou!


A “guerra Hibrida”.
Um dos fatores mais relevantes que contribui para incentivar, atrair e agregar a população aos atos preparatórios e de violência de atividades de Guerra Híbrida é o uso das mídias sociais como meio de comunicação e propagação de informações. A definição de guerra híbrida de Frank Hoffman inclui exatamente “Operações psicológicas que utilizam as mídias sociais para influenciar a percepção popular e a opinião internacional”. (HUNTER, E., PERNIK, P: The Challenges of Hybrid Warfare. ICDS Analysis. 2014)

A Guerra Psicológica Midiática é realizada por especialistas em guerra psicológica infiltrados na sociedade civil. Esses experts se aproveitam do fato midiático, obtido por intermédio do emprego planejado da propaganda e da ação psicológica, para direcionar a conduta das pessoas.


Antes do inicio da Caravana pelo ES e RJ, eu, Celso Amorim, Marilene Chauí, Marcio Pochmann,Paulão (sec. nacional sindical do PT), estivemos c/ pres.@LulapeloBrasil em conversa sobre conj.nacional e intervenção.Tbm estiveram presentes Joao Pedro Stedile,João Paulo e Baggio do MST



Neste contesto, “intervencionistas” estão inclusos. “intervencionistas” entre aspas, já que em nada representam os Intervencionistas com “I” maiúsculo. Uns estão invadindo grupos importantes e rechaçando toda e qualquer ideia, mesmo contrariando as fala de importantes Generais, Juízes e Promotores, de que não aceitam eleição.

Vamos as contas de novo!

Nas eleições de 2014, num universo de 144 milhões de eleitores, 44,6 milhões praticaram o BAN (Votos Brancos, Abstinências e Nulos). Dilma teve 55,7 e Aécio 43,7 milhões de votos, sendo destes, um percentual grande da Direita que queria pelo menos uma mudança. Portanto, o BAN, praticado por "intervencionistas" é um forte aliado dos "Globalistas", é um "trunfo" a ser usado na continuidade do atual cenário.

Estou nas redes sociais há sete anos, desde o tempo em que Dilma alçou a Presidência e nos embates com esquerdistas, o “modus operandi” é o mesmo usado hoje pelos pseudo “intervencionistas”. Entram em diversos grupos de Direita e se visualizam qualquer publicação incentivando eleições, fundamentada pelas falas de Generais, Juízes e promotores, passam a rebater com argumentos desconexos e sem respaldo. Se insistimos no diálogo, passam a fazer perguntas insistindo na resposta, perguntas que estão respondidas no texto.

O Exercito vai garantir os Poderes Constitucionais!

Intervencionista de fato e de direito, confiam em suas Forças Armadas e, se elas apontam as eleições como solução de sua Intervenção, devemos seguir suas orientações. Forças Armadas são estrategistas por natureza, e dos melhores! Se ousarem fraudar as eleições como se suspeita que fizeram antes, serão descobertos de imediato. O interessante é que esses "intervencionistas" que debatem, não são militares, alguns são até "fakes" incumbidos de desestimular a Direita nas eleições de 2018.

Há possibilidade dos militares voltarem ao Poder, SIM, se eleitos!

Note bem, as fraudes se ocorridas, não afetou a Direita, já que não tínhamos candidatos. Hoje temos! Temos mas também é alvo de ataques.

Este vídeo chegou a ser usado por "intervencionista", só que editado e declarando que Bolsonaro "louvou" Hugo Chaves. Vendo o vídeo sem edição, é notória a piada que Bolsonaro fez.


Acusam o Vereador filho de Bolsonaro de ser coautor de aposentadoria vitalícia para vereadores do Rio de Janeiro, mas ser coautor não significa votar a favor. E assim foi, os Vereadores rejeitaram a proposta por unanimidade. E usam a imagem dos três Bolsonaros, o interesse nítido é atingir o pai.


Acusam Bolsonaro de "conspirar" contra a Democracia Presidencialista. Mas visualizando, são 225 Parlamentares que participam, e participar não quer dizer apoiar. É função do Parlamentar participar das proposições.


Outra mentira que gostam de espalhar é a de que Bolsonaro recebeu dinheiro da JBS, mas quem recebeu foi o Partido, o PP.

Todo Congressista Nacional que não for reeleito, perde o “foro privilegiado” e, consequentemente será preso pela Polícia Federal, exatamente como ocorreu com o Deputado Eduardo Cunha. (Juiz federal Sergio Moro) RVChudo

A maior fraude, se repetida em 2018, será feita pelos eleitores de Direita, que no pleito de 2014, 44,6 milhões se abstiveram de escolher um candidato. Se abstiveram por falta de candidato, o que não acontecerá em 2018. A esquerda almeja voltar ao poder em 2018 a todo custo, mesmo que tenham que se parecer ser de Direita.

O Brasil não será eternamente o país da impunidade e da desordem.


Caros amigos
É natural que o brasileiro comum sinta-se incapaz ou incompetente para mudar o rumo que o Brasil está tomando, como também é natural que ele se revolte quando se dá conta de que a lei está sendo aplicada em detrimento da justiça.
O que não é natural ou normal é que o cidadão brasileiro não acredite na capacidade do sistema judiciário para distinguir, em nome do que chama de “justiça”, o que é justo daquilo que é apenas legal, porque não é prova de isenção de um Juiz basear-se apenas na letra lei para deixar de punir um criminoso.
Se a estrutura legal do Brasil é falha, malfeita ou capciosa, cabe aos Juízes, na sua aplicação, criar jurisprudência capaz de, pela lógica, torna-la justa e célere! Não o contrário, como soe acontecer, em particular e especialmente, na atabalhoada e politicamente contaminada Suprema Corte brasileira, fonte aparentemente inesgotável de precedentes que só fazem multiplicar chicanas e privilegiar a impunidade, travestindo-a de justiça.
Cabe ao poder judiciário ser, antes de mais nada, justo e capaz de encontrar o caminho ágil para por fim à crise de compensação do crime em que estamos metidos. Cabe-lhe, com rapidez, simplicidade, objetividade e isenção, fazer justiça – sem jactância, vaidade, compadrios, demonstrações de insegurança ou de submissão à hipocrisia “politicamente correta”!
Cabe-lhe, na adversidade do momento incomum em que vivemos, exercer de fato e com prontidão o seu papel e esquecer quaisquer comprometimentos que o afastem dele, sob pena de ver agravados o seu descrédito e a sua desmoralização e de ser ultrapassado e envolvido pela balbúrdia e pela anarquia que a largos passos assumem as rédeas do nosso destino.
Uma coisa, no entanto, é certa, o Brasil não será eternamente o país da impunidade e da desordem em que se está transformando porque, como no passado, hoje e sempre, ele espera e sabe que cada um conhece e irá cumprir o seu dever.
A qualquer custo, assim será e, quem viver, verá!

Gen Bda Paulo Chagas

O caso Mourão e os incendiários da República

Entrará o Exército Brasileiro no Picadeiro da Política Nacional? Desmiolados e incendiários estão prontos para agir teleguiados por terceiros.

Através de um INFORMEX, com data de 09DEZ2017, o Centro de Comunicação Social do Exército, comunicou que o General-de-Exército Antonio Hamilton Martins Mourão, tinha sido designado como Adido à Secretaria Geral do Exército (SGEx).

Sendo substituído na Secretaria de Economia e Finanças do Exército (SEF) peloGeneral-de-Exército Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira.

Isto após o Ministro da Defesa Raul Jungmann, ter colocado na sua conta do Twitter a mensagem abaixo:
Conversei p/telefone com o sr. Cmte. do EB, General Vilas Boas, sobre o caso do General de Exército Hamilton Mourão e as medidas a tomar.