sábado, 30 de abril de 2016

Além de 'alunos fantasmas', governo tenta 'engambelar' prestação de contas do Pronatec


A ministra, Ana Arraes, do Tribunal de Contas da União, deu 30 dias de prazo para que o MEC apresente a prestação de contas, sem 'engambelação.
Ainda em 2014, o governo foi pego pelo TCU com alunos fantasmas, para 'melhorar os dados, no Pronatec e assim, dizer, mentirosamente, que o programa estava 'arrasando, sendo um sucesso'.

Pois é, a mentira tem pernas bem curtas:
Na verdade, como já postado em 21/10/2014, "o governo pagou por alunos fantasmas. Ou seja, pessoas que desistiram mas que continuaram sendo contabilizadas como frequentadoras dos cursos do Pronatec".

Agora, o TCU quer a prestação de contas, ainda não feita desde 2014:
A auditoria do TCU localizou ao menos quatro prestações de contas referentes ao período 2011-2014 não enviadas que somam R$ 38,8 milhões. Além disso, 39 prestações de contas de recursos recebidos até 2013 possuem parecer financeiro do FNDE, mais ainda aguardavam no fim do ano passado análise técnica da secretaria específica da area no MEC.

A ministra deu 30 dias de prazo para que o MEC apresente um plano de ação para concluir as análises das prestações de conta do programa. Em seu parecer, a ministra Ana Arraes criticou a "eventual ênfase no aumento de oferta de cursos, com foco no número de matrículas", sem a correspondente preocupação com a efetividade na aplicação dos recursos. (Com G1)


Mais uma para a coleção de falcatruas do desgoverno Dilma. 

REVEJA


Agência DETURPA fala de Comandante do Exército e este não exige direito de resposta ou pede retratação.

O site da Força Aérea curiosamente republicou notícia da Agência Brasil que deturpava fala do Comandante do Exército sobre a revolução de 1964.
A referida rede, que é controlada pelo governo federal, atribuiu ao general a seguinte fala:

“Villas Bôas disse que a intervenção militar de 1964 foi um erro das Forças Armadas”


Das duas uma, ou foi falha infantil de interpretação ou foi falha de caráter, pois qualquer pessoa alfabetizada pode perceber que em nenhum momento Villas Bôas disse que os militares teriam errado quando implementaram a ação que teria evitado o Brasil de se tornar um país comunista.
O general disse que nos anos 70 e 80, portanto depois do “start” da revolução redentora de 1964, o Brasil errou ao permitir que a linha da guerra fira nos atingisse, partidarizando mais ainda o nosso país.
Sua fala foi exatamente: “Nos governos militares nas décadas de 70 e 80, nós cometemos um erro, nós permitimos que a linha da Guerra Fria nos atingisse e o país que vinha num sentido de progresso, perdeu a coesão
Ora, se a Rede Brasil deturpou informações importantes e, no mínimo, divulgou uma interpretação totalmente equivocada em um canal direcionado à sociedade brasileira e não exclusivo à militares, seria importante que o Comandante do Exército se dirigisse à sociedade brasileira para desmentir as falsas informações e não somente a seus colegas de turma.
Eis a carta de Villas Bôas para seus “colegas de turma”. Divulgada em vários sites e redes sociais

“Fiz uma palestra na UNICEUB em Brasília, que está disponibilizada na \internet. Durante o debate, no contexto de uma pergunta, eu disse que o Brasil precisa recuperar a coesão interna, perdida por termos cometido o erro de haver deixado a linha de fratura da guerra fria passar por dentro da nossa sociedade, fazendo com que nos dividíssemos. A conseqüência é que hoje ninguém pensa no país e que a questão nacional nunca está presente nas discussões e no que se projeta para o futuro. Em relação a isso, a rede Brasil de notícias (do governo) editou uma matéria dizendo que eu havia criticado a Revolução de 64. Logicamente, está repercutindo e causando compreensível indignação entre alguns companheiros da reserva. Como nos conhecemos todos, seria desnecessário, entre nós, de 73, fazer esse esclarecimento. Peço contudo que me ajudem a neutralizar essa divulgação, principalmente nesse momento em que nos consolidamos como balizadores dos processos em andamento”

Robson A.DSilva - Sociedade Militar 

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Coronel Ustra, sua glória ressuscitou com força


A simples referencia ao Coronel Carlos Brilhante Ustra teria passado despercebida, estando ele até hoje ignorado em seus feitos contra os assassinos terroristas que outrora infestaram o País. Mas no grito da esquerda que homenageia sem discriminação seus assassinos terroristas contra a citação de Bolsonaro, despertou a atenção da sociedade. Hoje ela quer saber quem foi o Coronel Ustra. Prova disso é o esgotamento das edições do livro Verdade Sufocada.


O interesse pelos “ídolos” da esquerda também foi despertado, estando eles hoje sendo objeto de repulsa quando esclarecida a comparação.

Sem voz, sem argumentos, sem moral e sem qualquer referencia que mereça credito, a esquerda ao invés de se posicionar conforme o que hoje é exigido se deteriora ainda mais, teimando em acreditar que a sociedade permanece idiota como eles.





Não estou interessado em promover Bolsonaro, mas em mostrar a verdade. E ela se mostra na medida em que o povo se esclarece, deixando a esquerda cada vez mais desmoralizada em seus atos.

Aos que defendem o cuspe de Jean como sendo também o seu, lhes pergunto se o cú cagado e a vagina mijada da “professora” infantil Priscilla também são seus. Se o ânus com um crucifixo enterrado também é o seu. Se o dedo que explora o ânus alheio também é o seu.
Os tempos mudaram, os pensamentos também. Continuem trilhando neste caminho, assim nos ajudarão a desconstruir mais rapidamente toda a mentira que plantaram.

PT acha que governo é dele


A decisão do governo Dilma de não fazer a transição para um possível governo Temer e as manifestações dos movimentos ditos sociais, interrompendo estradas e ruas revelam o sentido que o PT tem de governar. Eles têm a noção de que o governo é deles e podem fazer qualquer coisa. Esses protestos devem ser combatidos e, se não for feita a transição, vai parecer vingança ou talvez eles não possam mesmo fazê-la porque têm números escondidos e decisões que não poderiam ser tomadas.

Relação entre governo e movimentos sociais tem mil irregularidades
Não é possível permitir que integrantes de movimentos interrompam estradas com protestos contra qualquer coisa, muito menos contra um golpe que não existe. Sem a verba do governo, eles não funcionam.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Nas entrelinhas: Uma agonia a cada dia

O discurso de Lula é uma vacina contra o que ainda está por vir contra o ex-presidente da República e o PT por causa da Lava-Jato e de outras investigações.

Detrás da narrativa do golpe contra a presidente Dilma Rousseff existe um país arrasado, no qual ninguém sabe o que vai acontecer depois do impeachment, cujo curso segue de acordo com um cronograma preestabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). É difícil apartar a crise econômica, que já registra mais 10 milhões de desempregados, da crise ética e política. Mas será preciso fazer um inventário de perdas e danos, ou seja, abrir a caixa-preta das contas do Tesouro, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e dos fundos de pensão controlados pelo governo, que ameaçam quebrar o nosso sistema financeiro, porque o rombo é muito grande e pode arrastar também alguns bancos privados.
Essa megapedalada é a herança maldita dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que está sendo desnudada pelos órgãos de controle do país — o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público Federal e a Polícia Federal —, em investigações que não se restringem mais à Operação Lava-Jato. O modelo de capitalismo de Estado adotado pelo PT, cujo vértice era ocupado pelo “cluster” liderado pela Petrobras, entrou definitivamente em colapso. Depois das maiores empreiteiras do país, as “campeãs nacionais”, favorecidas por empréstimos camaradas, estão sendo arrastadas para o olho do furacão da crise.
“Cada dia será uma agonia”, previu o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, durante palestra promovida pela Universidade de Harvard no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, a respeito do impeachment e da possibilidade de um governo encabeçado pelo vice-presidente Michel Temer. “Estou convencido, com as circunstâncias de fato que existem hoje, que não existiu um mensalão e não existiu uma Lava-Jato. É toda uma operação conjugada. O mensalão foi parte do iceberg, que ainda tem parte submersa”, disse. Janot corroborou a existência de um “projeto político” por trás do esquema de corrupção da Petrobras.
A agonia já começou. Ontem, foi eleita a comissão especial do Senado que vai examinar o pedido de afastamento; hoje, a comissão será instalada, com a eleição de seu presidente e a indicação do relator. O PT e seus aliados tentam retardar o afastamento da presidente Dilma do cargo, o que deve ocorrer tão logo a comissão conclua seu trabalho e o pedido de admissibilidade seja aprovado em plenário, por maioria simples, o que deverá correr até 10 de maio, segundo as previsões mais otimistas. O cavalo de batalha do momento é para impedir que senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) seja o relator, escolha prevista para hoje, na primeira reunião da comissão.
São combates inglórios para os governistas, mas que servem para reforçar a narrativa do golpe e tentar ampliar as adesões de personalidades e mobilizações contra o impeachment. Ontem, por exemplo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou do seminário da Aliança Progressista, organização que reúne partidos e movimentos de esquerda de vários países, como Itália, Israel, Argentina, Nepal e Alemanha. Lula disse que “o que está em jogo nesse momento é a continuidade do processo democrático no Brasil e em toda a região”.
Oposição dura
Segundo Lula, “a oposição, derrotada nas urnas pela quarta vez consecutiva, optou pela estratégia golpista para voltar ao poder”. Para o petista, os que se opõem ao governo querem implantar “por caminhos autoritários, a agenda neoliberal derrotada nas urnas; a agenda de desconstrução das conquistas sociais e de entrega do patrimônio nacional”. Formou-se “uma aliança oportunista entre a grande imprensa, os partidos de oposição e uma verdadeira quadrilha legislativa, que implantou a agenda do caos”, disse.
O discurso de Lula é uma espécie de vacina contra o que ainda está por vir contra o ex-presidente da República e o PT por causa da Lava-Jato e de outras investigações. Ao se passar por vítima, coesiona os militantes petistas sem fazer autocrítica dos erros cometidos. Sabe que as mobilizações petitas não têm força para impedir que a presidente Dilma seja afastada pelo Senado, mas prepara o terreno para uma dura oposição ao governo de transição que será formado pelo vice-presidente Michel Temer, até as eleições de 2018. O passo seguinte será responsabilizá-lo pelo agravamento da situação da economia, propor o seu impeachment e a convocações de eleições presidenciais com as municipais. Essa é uma bandeira de fácil sustentação, embora a decisão caiba ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dependa da renúncia ou cassação do mandato de Temer.

Tragédia carioca

“Em qualquer país civilizado do mundo...”
“Em qualquer lugar decente do universo...”
“Em qualquer civilização respeitável...”
“Em qualquer civilização...”

Há muitos começos para a mesma história. A verdade é que em qualquer país que se queira minimamente um país nada disso estaria acontecendo; nada disso sendo, é claro, tudo isso.
Mas, entre outras coisas, em nenhum país civilizado, e em nenhuma cidade linda como o Rio, alguém teria a audácia de construir uma ciclovia como esta que despencou sem antes promover um concurso de arquitetura, e sem buscar um projeto que convivesse em harmonia e segurança com o seu entorno: algo que acrescentasse beleza à paisagem, ou que, no mínimo, não a agredisse tanto.

Aqui não. Aqui se planta de qualquer jeito uma passarela que, de bonita, só tem a vista — agora, que o noticiário a tem exibido de todos os ângulos, e não só o da propaganda turística, é que afinal percebemos como é feia e precária. Ao mesmo tempo, notamos como é bela e resistente a quase centenária Gruta da Imprensa, prejudicada pelas pilastras medonhas que a prefeitura, com característica insensibilidade, fincou à sua frente.

A cidade já sofreu demais com obras feitas a toque de caixa, sem capricho ou preocupação estética. Em qualquer outro lugar, uma joia como o Rio teria sido cuidada e preservada; mas aqui, desde a ditadura, cada governo fez exatamente o que quis, sem prestar contas a ninguém. A sanha das empreiteiras aliada à canalhice das autoridades produziu um desastre urbanístico onde, até a primeira metade do século passado, ainda existia uma metrópole invejável.
Infelizmente nem tudo se pode resolver como o prefeito resolveu o monstrengo da Perimetral, mas era de se esperar que, a essa altura, o governo já houvesse aprendido com os erros do passado e com os acertos de outros países. Cidades inteligentes sabem que a boa arquitetura pode ser uma atração turística a mais, e se esforçam em realizar projetos sedutores nos lugares de alta visibilidade.
No dia 23, dois dias depois da tragédia, um cidadão chamado Walmar Luiz caminhou por um trecho da Avenida Niemeyer mostrando, num vídeo gravado no celular, alguns detalhes da parte inferior da ciclovia. O que vemos é, como diria aquela senhora, estarrecedor — a começar pelo acabamento inacreditavelmente porco em todos os níveis.
Há sacos de areia contendo o terreno, caixas de madeira vazias cuja existência não se justificaria a menos que servissem de formas para um concreto que jamais foi feito, ferragens expostas à maresia, colunas envolvidas em estopa, elementos de tamanhos desencontrados vagamente encaixados uns nos outros. É difícil acreditar que essa estrutura mequetrefe tenha sido projetada e supervisionada por profissionais; é revoltante — e muito triste — ver o desamor com que tudo foi feito e, especialmente, constatar a falta de brio de quem contratou e de quem entregou trabalho tão grosseiro.

Até o momento em que escrevo, na madrugada de quarta-feira, o vídeo do Walmar já havia sido visto por quase 220 mil pessoas. 
Vídeo completo: Ele fica em bit.ly/1MYlNE4.
Ainda é pouco. Todos os cariocas deveriam assisti-lo, para ver como é gasto o nosso dinheiro. 

Como já escrevi aqui uma vez, Eduardo Paes me conquistou, como carioca, quando teve a coragem de botar abaixo o viaduto da Perimetral. Foi uma “desobra” caríssima, como tudo nesse país, agravada pelo sumiço inexplicável das vigas, mas corrigiu um dos maiores crimes arquitetônicos cometidos contra essa cidade, o que não é dizer pouco quando se pensa no Palácio Monroe, se observa a Avenida Atlântica ou se anda por Botafogo. Ele perdeu toda a minha admiração subsequentemente, mas essa é outra história.

Não gosto dessa ciclovia desde que foi construída.
Sou fã de bicicleta e acho que o seu uso deve, sempre, ter primazia sobre o dos carros. Pratico isso. Não tenho carro há 20 anos, desde que cheguei à conclusão que o mundo não aguenta que cada um tenha o seu próprio automóvel.
Mas também sempre achei (e continuo achando) que a ciclovia, tal como foi concebida, cria um espaço perfeito para assaltantes, sem oferecer ponto de fuga para os assaltados; e lamentei muito que, em nome da minoria nas bicicletas, a maioria nos carros estivesse perdendo a vista de uma das mais belas avenidas da cidade. Não precisaria ser assim; bastaria que fosse construída de outra maneira, quem sabe num outro nível.
Cheguei a escrever umas poucas linhas sobre isso na internet, há algum tempo, mas fui massacrada por ciclistas, que entenderam que eu era contra bicicletas tout court e estava defendendo os carros. Há uma ferocidade bastante compreensível entre eles, que lutam para conquistar espaço e respeito, e não quis brigar com quem apoio.
Agora, depois da tragédia e, sobretudo, depois de descobrir a forma criminosa como a ciclovia foi construída, espero que um próximo prefeito me conquiste tendo a mesma atitude do Paes: pondo abaixo esta porcaria de alta periculosidade.
Não há conserto que possa minimizar ou resolver esse monumento à incompetência e ao descaso.




Finalmente chegou o "legado das olimpíadas"!

'Em caso de violação, reclamar na boca': Polícia carioca investiga 'maconha olímpica'


A polícia do Rio de Janeiro está investigando a origem de imagens divulgadas na internet que mostram quadrados de maconha embalados com o símbolo das Olimpíadas 2016. As informações são do jornal local O Dia.

Segundo a publicação, é possível identificar nas embalagens e nos rótulos símbolos dos Jogos Olímpicos e uma mensagem: “Qualquer violação reclamar na boca”.  
Há também uma identificação da origem da substância, “Complexo do PL/PG”, e uma classificação do tipo da erva: “hidropônica”.
Outra foto que circula pelas redes sociais traz até uma propaganda de uma Lan House local. De acordo com o jornal, os policiais estão apreendendo drogas com essa embalagem desde o começo do mês de março.
Os entorpecentes seriam comercializados em locais dominados pelo tráfico.  

Rio Olímpico com elevador despencando em hospital municipal

Elevador de Hospital despenca do 7º andar e deixa 3 feridos.

A queda de um elevador dentro do Hospital Pedro II, em Santa Cruz, zona oeste, na manhã desta quinta-feira (28) deixou três pessoas feridas. O elevador social da unidade de saúde despencou do 7º andar com seis pessoas dentro. Todas as vítimas foram atendidas no Hospital e apenas uma ficou em observação.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, houve um chamado do Hospital, mas quando a equipe do quartel de Santa Cruz chegou ao local, as pessoas já tinham sido retiradas pelos técnicos da empresa que faz manutenção nos elevadores do Hospital.
 R7

O interessante é que este Hospital sofreu reforma recente com um custo de 80 milhões de reais, tendo sido entregue em março de 2012. Acho que esqueceram dos elevadores, que segundo Normas de Segurança, deve sofrer inspeção periódica.


O Comunismo não passa de uma adaptação do Feudalismo

O Comunismo não passa de uma adaptação do Feudalismo; dos quais o Capitalismo é o sistema contrário (antagônico).


O Feudalismo foi o sistema econômico, político e social que se fundamenta especialmente sobre o domínio da terra, cedido pelo senhor feudal ao vassalo em troca de serviços mútuos e que caracteriza a sociedade feudal. O senhor era o detentor dos meios de produção, enquanto os servos representavam a grande massa de camponeses que produziam a riqueza social. O senhor feudal ou suserano era quem tinha a posse (não propriedade) das terras e as cedia aos vassalos que deveriam trabalhar nelas para sustento próprio (subsistência) e, no que chamavam de corvéia, o trabalho gratuito para o senhor feudal durante três dias por semana. Quem concedia o uso da terra era um suserano, e quem a recebia era um vassalo. 



O feudo (terra) era o domínio (não propriedade) de um senhor feudal. Todos os poderes, jurídico, econômico e político concentravam-se nas mãos dos senhores feudais, detentores de lotes de terras (feudos). Feudo é a área de direito do senhor sobre as pessoas, coisas e terras. A educação era para poucos, pois só os filhos dos nobres estudavam. Os servos não tinham o domínio, muito menos, a propriedade da terra e estavam presos a ela. Não podiam ser vendidos como se fazia com os escravos, nem tinham liberdade de abandonar as terras onde nasceram. Nas camadas pobres, havia também os vilões. Os vilões eram homens livres que viviam no feudo, deviam algumas obrigações (tributos) aos senhores, como por exemplo, as banalidades, mas não estavam presos à terra, podendo sair dela quando o desejassem. 


A base do sistema feudal eram as relações servis de produção. Os servos viviam em extrema miséria; pois, além de estarem presos à terra por força de lei, estavam presos aos senhores, a quem deviam tributos. É o princípio de submissão do vassalo ao suserano, no qual assenta o sistema da sociedade feudal. Os senhores feudais conseguiam as terras porque o rei lhes dava o domínio (a qualquer tempo o monarca poderia tomar de volta). Os camponeses cuidavam da agropecuária dos feudos e, em troca, recebiam o direito a uma gleba de terra para morar, além da proteção contra ataques bárbaros (invasores).
No feudo se produzia apenas o necessário para o consumo da comunidade (subsistência), onde o trabalho servil envolvia uma série de obrigações, entre elas: os servos trabalhavam como rendeiros, pagando ao senhor com mercadorias ou prestações de serviços pelo uso da terra; cada família trabalhava gratuitamente durante alguns dias nas terras do senhor; cada servo pagava taxas pelo uso do moinho, do forno etc. Aos senhores feudais cabia a responsabilidade de formar exércitos particulares e construir castelos fortificados (tudo em benefício do rei), onde dentro e em torno dos quais se desenvolvia a comunidade feudal, protegida por eles (em favor do rei).
As características gerais do feudalismo são: poder descentralizado, economia baseada na agricultura de subsistência, trabalho servil e economia monetária e sem comércio, onde predomina a troca (escambo).



Os servos da gleba constituíam a maior parte da população camponesa: estavam presos à terra, sofriam intensa exploração, eram obrigados a prestarem serviços à nobreza (senhores feudais) e a pagar-lhes diversos tributos em troca da permissão de uso da terra e de proteção militar. Para receberem direito à moradia nas terras de seus senhores, juravam-lhe fidelidade e trabalho. Por sua vez, os nobres, para obterem a posse (não propriedade) do feudo faziam o mesmo juramento aos reis. A nobreza (também chamados de senhores feudais) tinha como principal função (dever estatal) a de guerrear, além de exercer considerável poder político sobre as demais classes. O rei lhes cedia (não dava) terras e estes lhe juravam ajuda militar (relações de suserania e vassalagem). As redes de vassalagem estendiam-se por várias regiões, sendo o rei o suserano mais poderoso (senhor feudal dos senhores feudais).
A nobreza feudal (senhores feudais, cavaleiros, condes, duques, viscondes) era detentora (não proprietária) de terras e arrecadava impostos dos camponeses (em favor do rei e para si mesmos); tais como, por exemplos:
- Corveia: trabalho compulsório (gratuito ou escravo) nas terras do senhor (manso senhorial) em alguns dias da semana;
- Talha: parte da produção do servo deveria ser entregue ao nobre (senhor feudal), geralmente um terço da produção;
- Banalidade: tributo cobrado pelo uso de instrumentos ou bens do feudo, como o moinho, o forno, o celeiro, as pontes e estradas. O trabalhador tinha que alugar as ferramentas de trabalho de seu "empregador". Assim, quando os servos iam para o manso senhorial, atravessando a ponte, tinham que pagar um pedágio, exceto quando para lá se dirigiam a fim de cuidar das terras do Senhor Feudal;
- Taxa de casamento: era paga pelo servo ao senhor feudal, quando aquele fosse se casar com uma mulher pertencente a outro feudo. No sul da França, especificamente, o senhor poderia, ou não, determinar que a noite de núpcias de uma serva seria para o usufruto dele próprio e não do marido oficial;
- Taxa de nascimento: taxa paga pelo servo, quando o seu filho nasce;
- Capitação: imposto pago por cada membro da família (por cabeça);
- Tostão de Pedro ou dízimo: 10% da produção do servo era pago à Igreja, utilizado para a manutenção da capela local. A Igreja doutrinava o povo a ser submisso aos senhores feudais. É o equivalente ao MEC, à Mídia/Imprensa e demais doutrinadores e intelectuais manipuladores comunistas da atualidade;
- Censo: tributo que os vilões (pessoas livres, vila) deviam pagar, em dinheiro, para a nobreza (senhores feudais);
- Taxa de Justiça: os servos e os vilões deviam pagar para serem julgados no tribunal do nobre;
- Formariage: quando o nobre resolvia se casar, todo servo era obrigado a pagar uma taxa para ajudar no casamento, regra também válida para quando um parente do nobre iria casar. Todo casamento que ocorresse entre servos deveria ser aceito pelo suserano;
- Mão Morta: era o pagamento de uma taxa para permanecer no feudo da família servil, em caso do falecimento do pai ou da família;
- Albergagem: obrigação do servo em hospedar o senhor feudal caso fosse necessário.
Reparem nas diversas coincidências. Não existia propriedade privada; tudo era do monarca (Estado). Todos trabalhavam para o Estado e dependiam do Estado para tudo. Havia a ilusão de que o povo ou os pobres poderiam prosperar através de sua atividade pessoal (artesanato, pequena área cultivada, pequena criação de animais, etc.), mas como o Estado possuía uma infinidade de tributos (impostos, taxas, contribuições, etc.) pesados e, assim, praticamente tudo o que produziam ou ganhavam era para o Estado; assim trabalhavam para sustentar o monarca (Estado). Sobre tudo o Estado recolhia tributos. Não havia salário, mas praticamente trabalho escravo. Os senhores feudais eram donos até da vida e dos corpos dos seus servos; recordando que o rei era o senhor dos senhores feudais.



Diante disso no Comunismo os "líderes" (ditadores demagogos) ou "as lideranças" (cabos eleitorais, líderes de movimentos sociais, presidentes de sindicatos, pelegos, políticos, professores, assistentes sociais, etc.) são os senhores feudais e os feudos são os territórios ou áreas de autoridade ou de influência desses "líderes". Já a "grande pátria", "grande continente" ou "união das repúblicas soviéticas/socialistas" é o império (reino) do "grande líder" (imperador/rei). Em resumo, os capatazes da fazenda são os senhores feudais. Os escravos são o povo. E o senhor da fazenda é o grande líder comunista.


O capitalismo é o sistema econômico onde as padarias, fábricas, indústrias, lojas, fazendas, etc, não pertencem ao Estado, mas sim aos empresários (livres iniciativa e empreendedorismo). O capitalismo visa produzir e distribuir as riquezas através do mercado, com preços que são determinados livremente pela oferta e pela procura. O sistema funciona assim: um proprietário de uma empresa contrata terceiros para produzir bens para vender para ter lucro.



Outro detalhe, através da Revolução Industrial na Inglaterra começou-se a difundir-se a ideia de combater e erradicar o trabalho escravo; bem como de eliminar a concepção de que o trabalho teria a finalidade de mera subsistência (consumo próprio), passando-se a produzir mais visando a comercialização (venda). Pregou-se que o trabalho deve ser remunerado (ser assalariado) e possui a finalidade de lucro (acúmulo de riquezas, ganho patrimonial). 



Assim o trabalhador remunerado gera um clico de circulação de riquezas. Explica-se. O trabalhador assalariado consome (compra) os produtos, bens e serviços dos empresários, que reinvestem em seus empreendimentos (ampliações, novas instalações, mais equipamentos, aumento da produção, abertura de filiais, novas atividades, novos ramos de negócios, novos produtos, etc.) para lucrarem mais, necessitando, assim, de mais empregados e, pela lei da oferta e da procura, aumentando os salários (a grande oferta de empregos eleva a remuneração: a necessidade de empregados que estão em falta no mercado resulta no aumento do salário; ou seja, se o trabalhador tem várias ofertas/opções de emprego, pode escolher o que melhor lhe pague), o que resulta em aumento nas vendas (mais trabalhadores assalariados e o aumento dos salários, resulta em mais dinheiro gasto no comércio). Além do que os empresários também são consumidores e, assim, quanto mais eles ganham, mais eles gastam também. Essa é verdadeira e eficaz distribuição de riquezas. Com a circulação do dinheiro, todos ganham. Isso é capitalismo!


Mas os intelectuais esquerdementes apregoam que o Feudalismo seria o Capitalismo, quando, na verdade, é justamente o contrário!
Rápidas comparações do Feudalismo com o Capitalismo:
- Feudalismo: Trabalho servil. Capitalismo: Trabalho assalariado.
- Feudalismo: Agricultura era o principal setor da economia. Capitalismo: Comércio, finanças e indústria prevalecem no sistema capitalista.
- Feudalismo: Economia baseada, principalmente, em trocas de mercadorias. Pouco uso de moedas. Capitalismo: Economia baseada na compra e venda de produtos com ampla utilização de moedas.
- Feudalismo: Trabalhador preso à terra, devendo obrigações ao senhor feudal. Capitalismo: Trabalhador livre para escolher a empresa na qual vai trabalhar.
- Feudalismo: Poder econômico concentrado nas mãos dos senhores feudais. Capitalismo: Poder econômico nas mãos da burguesia comercial, financeira e industrial.
- Feudalismo: sistema artesanal de produção de mercadorias. Capitalismo: sistema de produção baseado no uso de máquinas.
- Feudalismo: sociedade com pouca mobilidade social. Capitalismo: sociedade com maior mobilidade social.
- Feudalismo: baixo avanço no desenvolvimento de tecnologias. Capitalismo: grandes avanços no desenvolvimento de tecnologias.
- Feudalismo: prevalência do sistema de subsistência. Capitalismo: prevalência do sistema visando o lucro, acúmulo de capital e enriquecimento.

Adriano Caravina, advogado

Saiba mais: https://pt.scribd.com/…/Cuadro-Comparativo-de-las-Principal…

quarta-feira, 27 de abril de 2016

PMERJ com fins políticos nunca deu certo

Uma síntese dos últimos governos e suas políticas de segurança utilizando a PMERJ.


1989- Moreira Franco prometeu como meta acabar com a violência em seis meses, utilizou a PMERJ. Moreira não cumpriu o que prometeu;

1993 -Brizola inaugura a era dos direitos humanos, proíbe a incursão em comunidades e obriga a nominar meliantes como cidadão, oferece moradia a policiais militares nos CIEPS, usou a PMERJ. A política de governo do Brizola foi um fracasso.

1997- Marcelo Alencar contra a vontade dos oficiais PM, instituiu a promoção por bravura pecúnia, promoção por tempo de serviço para praças, pôs a frente de SESEG o General Cerqueira, acordou com as forjas TAURUS e disponibilizou a tropa pistolas 380mm descontadas no contra cheque em 10 vezes sem juros, SEGUNDO OS OFICIAIS PM ESSES ATOS AFUNDARAM A INSTITUIÇÃO e nenhum governo deu continuidade a estas políticas PRÓ-TROPA;

2002- GAROTINHO cria o ISP- Instituto de segurança pública visando unificar as polícias Civil e militar, chegou a declarar "o último apaga a luz" pôs o CEL UBIRATAN para dirigir, hoje o ISP é um Instituto de estatísticas e cabide de emprego, criou também os polígonos de segurança que se constituíam em por uma viatura da PM sucateada com giroscópio ligado embaixo de um toldo branco onde o PM não tinha lugar para comer e fazer necessidades básicas. Tudo isso usando a PMERJ, todas essas ideias não deram certo.
A maquiagem aplicada com a adesivação de “Nova Polícia” nas sucatas de viaturas procurou esconder que tudo ainda era velho.

2006- Benedita da Silva assume e revoga o RDPMERJ, editando uma versão mais humana do regulamento. Inaugurou a era do zepellin que patrulhava a cidade de acordo com a direção que o vento o levasse, os condutores eram oficiais da PM. Seu governo durou seis meses e no governo ROSINHA GAROTINHA foi tornado sem efeito o RDPMERJ de Benedita e ressucitado o falecido e COVARDE RDPMERJ. Jogou-se no lixo o zepellin, ou seja, usou a PMERJ, tendo ao final de 2 governos NADA dado certo.

2007 a 2016 Sérgio Cabral e Pezão usam a PMERJ que além de militarizada é internamente tirana com as praças e uma instituição policial militar que não se entende com a PCERJ, usam-na para ocupar sem confronto áreas dominadas pelo tráfico. No governo Cabral o CEL PM Mário Sérgio positiva a pena disciplinar do RDPMERJ e os praças sabiam quanto tempo de prisão equivalia cada tipo de transgressão. Houve lobby dos oficiais e o RDPMERJ foi represtinado e voltou a ser covarde como sempre foi, as UPPS faliram transformando-se em fábricas de matar PRAÇAS PMS bem como todos os territórios ocupados voltaram a ter bandidos armados e vendendo entorpecentes.... OS PMS APOSENTADOS NÃO RECEBEM APOSENTADORIAS.... POR QUE TODOS ESSES GOVERNOS USARAM A PMERJ E SEUS PLANOS DE GOVERNO NÃO DERAM CERTO? Amigos, a PMERJ está agonizando.... 
Resultado: Uma sucessão de fracassos!
NÃO VOTEM EM NINGUÉM QUE NÃO SE PROPOR POR ESCRITO A:
EXTINGUIR O HCPM E INSTITUIR UM PLANO DE SAÚDE PARA O PM;
EXTINGUIR O RANCHO;
EQUIPARAR EM DIREITOS E OBRIGAÇÕES OFICIAIS E PRAÇAS;

EXTINGUIR A PENA DISCIPLINAR PRIVATIVA DE LIBERDADE.
A conclusão é: 
SE ALGUM GOVERNANTE QUER SER BEM SUCEDIDO EM SUAS POLÍTICAS DE SEGURANÇA PRIMEIRO PRECISA APLICAR REFORMAS PROFUNDAS NA INSTITUIÇÃO PMERJ.
Alexis Giestal da Costa

Tudo tem um inicio, meio e fim.

Então se questionem quanto a falência financeira do Estado do Rio de janeiro. Ela começou a dar sinais de que aconteceria bem lá atrás, quando deste vídeo.

As UPAs de lata


As UPAs de lata

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

Secretaria-Geral de Controle Externo Secretaria de Controle Externo - RJ RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO.

As razões que motivaram esta auditoria foram a existência de indícios de irregularidades relacionados à construção de Unidades de Pronto Atendimento.

ACHADOS DE AUDITORIA
2.1 – Infringência a dispositivos legais de licitações e contratos, consubstanciados, em especial, a) utilização indevida do Sistema de Registro de Preços para contratação de empresa, visando a construção de Unidades de Pronto Atendimento;
b) possível sonegação fiscal (não recolhimento Para verificar as assinaturas, acesse
c) Utilização de Pregão Presencial, em detrimento do Pregão Eletrônico; e
d) Prorrogação da Ata de Registro de Preço 103/2009 em desacordo com os dispositivos legais.
Link: Relatório

A equipe de auditoria identificou, dentre outras irregularidades relacionadas à licitação, indícios de sobrepreço nas unidades modulares de saúde, construídas em estrutura metálica e com elementos de vedação (paredes) em chapas metálicas, recheadas com poliestireno expandido (isopor). 
Link: Relatório

Tendo como causa de pedir a ilegalidade dos convênios firmados entre a primeira e o terceiro demandado, na gestão do segundo, relativamente ao então Programa Saúde da Família.


O que espera o Ministério Público? Há anos são detentores de farta documentação que incriminam os anos de governo PMDB do Rio de Janeiro.






O SESI, feudo do PT

O Presidente do SESI é o SINDICALISTA PETISTA JAIR MENEGUELLI que recebe mais de R$ 60 MIL REAIS, fora as MORDOMIAS e outros BENEFICIOS como GRATIFICAÇÕES e MORADIA GRÁTIS.

Jair Meneguelli e o ex-presidente Lula. Nomeado por Lula, ele está há 11 anos no Sesi e ganha até R$ 60 mil mensais


José Oitavo Borges

Faz sucesso permanente na internet o resumo de uma reportagem publicada pela revista Época sobre a política trabalhista e o padrão salarial do Sesi, que se transformou numa sucursal do PT, para dar invejáveis empregos (não é preciso trabalhar) a amigos e parentes dos detentores do poder, a começar por uma nora do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Detalhe: os SALÁRIOS são mencionados em VALORES RECEBIDOS em 2014 e já tiveram dois REAJUSTES.

VOCÊ SABE quem é MARLENE ARAÚJO?
Não, né?

MARLENE ARAUJO foi NOMEADA com o NOME de SOLTEIRA (FRAUDE / ESTELIONATO) e exerce (????) a função de RELAÇÕES INSTITUCIONAIS” (uma função chique) do SESI em São Bernardo do Campo. TRABALHA (???) pouco ou quase nada, raramente aparece por lá e ganha R$ 13.500,00 mensais. Funcionários antigos mencionam que ela passa meses sem comparecer ao TRABALHO.

Seu NOME VERDADEIRO de CASADA o qual deveria ser o seu registro de empregada do SESI, é MARLENE ARAÚJO L. da SILVA, espôsa de SANDRO LUIS L. da SILVA, um dos filhos de L. e MARISA LETÍCIA.
 
MÁRCIA REGINA CUNHA , MULHER do DEPUTADO CASSADO JOÃO PAULO CUNHA (CONDENADO no MENSALÃO) é ‘GERENTE de MARKETING do SESI desde 2003 com salário de R$ 22.000,00
      
É lotada em BRASILIA, mas MORA em OSASCO.

Marlene (à esq.), nora de Lula, só apareceu no trabalho depois de ÉPOCA perguntar por ela. Márcia (à dir.), mulher do mensaleiro João Paulo Cunha, estava em casa
 
ROGERIO AURÉLIO PIMENTEL, ASSESSOR de L. no SÍTIO de ATIBAIA, também tem cargo no SESI, onde ganha R$ 10.000,00 desde 2011.


O ADVOGADO DOUGLAS MARTINS de SOUZA é consultor jurídico do SESI em Brasília, R$ 36.000,00 mensais. Filiado ao PT desde 2000, foi SECRETÁRIO ADJUNTO da SECRETARIA de IGUALDADE RACIAL no GOVERNO de LULA. 
OSVALDO BARGAS, VICE-PRESIDENTE  de Jair Meneghelli na CUT, recebe salário de R$ 33.000,00. 

A SINDICALISTA SANDRA CABRAL , é amiga pessoal de DELÚBIO SOARES (CONDENADO no MENSALÃO) , ganha R$ 36.000,00 mensais.

JAIR MENEGUELLI , PETISTA, ex-presidente da CUT, é o PRESIDENTE DO SESI desde janeiro de 2003, recebe  salário de R$ 60.000,00 mensais, mais vantagens e benefícios, inclusive apartamento para moradia grátis. 

Fica fácil entender por que os PETISTAS ENLOUQUECEM quando se fala em IMPEACHMENT de DILMA ROUSSEFF ou de PRENDER LULA da SILVA, o PADRINHO.