sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Segurança Pública, um desafio só.

10 desafios do General Braga Netto para tirar o Rio da crise de segurança.


Ao ser nomeado interventor federal na segurança do Rio de Janeiro, o general Walter Souza Braga Netto herdou problemas que vão do controle territorial do crime organizado sobre favelas à corrupção e às deficiências do Estado.
Para tentar tirar o Rio da crise de segurança até 31 de dezembro, quando termina o período de intervenção, ele vai ter que mexer na estrutura e na organização das polícias, evitar que os criminosos controlem serviços públicos nas favelas e aumentar a eficiência e a integração dos setores de inteligência das forças de segurança.
Ouvidos militares envolvidos no planejamento das ações, policiais e especialistas em segurança e listou dez dos principais desafios que o general terá que enfrentar.

1 - Fazer mudanças na estrutura das polícias.
Braga Netto terá que mexer nos quadros das polícias para colocar pessoas de sua confiança em postos-chave. Elas terão que conhecer bem o trabalho e a cultura organizacional das instituições. Nesse processo, ele terá que tirar da estrutura policiais e administradores corruptos ou ineficientes, mas sem perder o apoio das polícias. Seu perfil conciliador pode ajudar nessa tarefa, segundo afirmaram militares próximos a ele.

2 - Comprar equipamentos e melhorar gestão.
O interventor precisará melhorar o desempenho de órgãos como a Polícia Militar, a Polícia Civil, a Secretaria da Segurança Pública, entre outros. Para isso, terá que comprar mais equipamentos,  pois há déficits de veículos, coletes à prova de balas e outros equipamentos.
Além disso, terá que fazer um mapeamento dos procedimentos dessas instituições e melhorar a gestão de recursos e a administração financeira dos órgãos.

3 - Integrar o trabalho das polícias Civil e Militar.
Hoje, há muitas falhas na integração entre as Polícias Militar e Civil no Rio. Procedimentos e equipamentos são diferentes e dificultam a comunicação. As duas instituições também têm órgãos com funções semelhantes e por vezes discutem por causa de problemas de jurisdição.
Policiais civis reclamam que o Estado teria dado nos últimos anos um foco excessivo para o policiamento ostensivo da PM, sem investir nas investigações da Civil. Os policiais ficariam atolados em serviços burocráticos para registrar as prisões da PM.
Já os policias militares afirmam que a Civil às vezes dificulta seu trabalho por demorar para registrar ocorrências e mantê-los desnecessariamente por muito tempo em delegacias.
Por outro lado, funciona desde 2013 na capital o Centro Integrado de Comando e Controle, criado para a Copa do Mundo-2014 e a Olimpíada-2016. Ele tenta reunir em um único espaço autoridades de segurança federais, estaduais e municipais para melhorar a integração. Braga Netto pode se beneficiar por ter trabalhado junto com as polícias cariocas na organização da Rio-2016.

4 - Melhorar o trabalho de inteligência.
O Rio tem uma das melhores bases de dados do país, gerenciada pelo ISP (Instituto de Segurança Pública). Conta também com a expertise do Disque Denúncia, que sistematiza e encaminha denúncias feitas pela população à Secretaria de Segurança Pública. Mas há pouco investimento no treinamento de agentes para filtrar esses dados e na própria tecnologia em si, que não é integrada.
A inteligência, diz a antropóloga e especialista em comunicação Jacqueline Muniz, não chega até o policial na ponta, não há trocas entre as corporações.
No ano passado, relatam policiais, a empresa responsável pela manutenção do sistema de dados da Polícia Civil passou seis meses sem receber e chegou a suspender o serviço, interferindo tanto no registro de ocorrências quanto no quanto no acesso dos agentes às bases de dados de informação. O sistema, diz o presidente do Sindelpol-RJ (Sindicato dos Delegados de Polícia do Rio de Janeiro), Rafael Barcia, já é por natureza lento e cai com frequência.
O general Braga Netto é especializado em ações de inteligência por ter trabalhado nesse setor do Exército por muitos anos.

5 - Recuperar os territórios dominados pelo tráfico.
O Rio, diz a socióloga e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC) da Universidade Cândido Mendes, Silvia Ramos, é o único local do país em que criminosos têm domínio sobre territórios da cidade. Não é incomum cruzar com barricadas e homens fortemente armados "guardando" a entrada de favelas.


"Você entra em uma favela e é recebido por alguém com um fuzil que vai perguntar quem é você, para onde você vai. Vai ter domínio sobre a vida das pessoas", afirma.
A retomada dos territórios ocupados pelo tráfico foi um dos embriões do projeto das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora), hoje em declínio. O desafio do general será não apenas recuperar o controle de segurança dessas áreas, mas fazer com que serviços básicos, como fornecimento de luz, água e gás cheguem à população sem interferência do crime organizado. Hoje, muitos desses serviços são controlados por criminosos e membros de milícias.

6 - Prender as lideranças criminosas.
Em 2017, o conflito entre traficantes rivais em favelas do Rio voltou a levar às manchetes nomes de traficantes "famosos". Na ocasião, Rogério Avelino Silva, o "Rogério 157" e Antônio Francisco Bonfim Lopes, o "Nem", disputaram o controle da favela da Rocinha. O conflito deflagrou uma onda de violência que culminou na ocupação do morro pelas Forças Armadas e deixou dezenas de mortos.
Braga Netto terá que impedir que a velha dinâmica dos chefões do tráfico volte a dominar o Rio. Para isso, precisará investir em ações de inteligência que levem à prisão desses criminosos antes que acumulem poder.

7 - Combater as milícias.
Além da ação de traficantes de drogas, parte do Rio é assolado por outra força ilegal pouco comum em outros Estados – as milícias. Trata-se de grupos paramilitares formados por maus policiais, bombeiros e civis que exploram serviços como distribuição e gás e TV a cabo em zonas carentes, em especial na zona oeste da capital e na Baixada Fluminense.
Após ocuparem territórios dominados no fim dos anos 1990 por traficantes de drogas, os grupos passaram a cobrar da população taxas de serviços básicos e também proteção aos comerciantes, além de dominar a venda de combustíveis e o transporte com vans.
"A dificuldade de lidar com a milícia é que ela é muito mais entranhada na sociedade, é mais difícil de reconhecer quem são os milicianos, de investigar. Pode ser qualquer um", diz o delegado Rafael Barcia.

8 - Reduzir os roubos de cargas.
Essa modalidade de crime é uma das que mais vem preocupando as autoridades do Rio. Em 2016, o Estado atingiu a maior taxa de roubos de carga do país, com 59,3 casos por 100 mil habitantes.
Ações contínuas dos bandidos quase causaram um desabastecimento da capital no início de 2017, pois seguradoras pararam de fazer seguros para fretes na cidade e as transportadoras reduziram suas atividades.
Ações integradas das forças de segurança em rodovias fizeram essa modalidade de crime cair 5,4%, passando de 5.726 casos no segundo semestre de 2016 para 5.419 ocorrências no mesmo período de 2017. A redução foi apresentada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, como um dos principais avanços no combate à criminalidade relacionados à presença das Forças Armadas no Rio. O número, porém, ainda assusta.

9 - Agir nos presídios.
O crime organizado se articula e capta novos membros dentro das prisões. Braga Netto terá que elaborar ações para evitar que detentos continuem a controlar o sistema prisional carioca.
Ele já mostrou que o Exército pode ser usado para entrar em presídios com detectores de metais e cães para localizar e apreender armas, telefones celulares e drogas.
Porém, será preciso também usar a inteligência policial para ao menos dificultar as ações das facções criminosas dentro dos presídios.

10 - Apreender armas e drogas.
O Rio também se destaca negativamente na violência pela grande quantidade de armamento pesado em circulação. Autoridades policiais estimam que mais de 3.000 fuzis estejam em poder do crime organizado.
A compra do armamento é realizada no exterior com o dinheiro da venda de drogas. Por isso, mapear a rota de chegada de armas e drogas até as facções criminosas é essencial para minar a criminalidade no Estado.
As Forças Armadas já vêm fazendo bloqueios surpresa em ruas e rodovias em três níveis: nas fronteiras do Estado, na região dos subúrbios (na rodovia chamada Arco Metropolitano) e nos limites das favelas mais perigosas. Mas isso não tem sido suficiente. Braga Netto terá que encontrar formas de cortar ou ao menos diminuir esse fluxo ilegal.

Por detrás de todo esse aparato que será em breve midiático, estão as figuras conhecidas da política nacional. Não podemos desprezar que falham nas inúmeras vezes que tentam. Será por incompetência ou proposital? Muito se fala em “NARCO-ESTADO”, isto é o crime que assumiu os poderes, impedindo qualquer ação que chegue aos seus nomes, tornando alvos somente a ponta, o traficante miserável que se e4ncanta com as benesses que o tráfico pode lhes proporcionar.
Não adiante matar, existem milhares querendo ascender de posição, não adianta só apreender armas, existe muito dinheiro para adquirir mais, não adianta apreender as drogas, isso não diminui a oferta de sua “mercadoria”. Tem que chegar onde está o dinheiro em quantidade! Nas contas “fantasmas” do tráfico! É preciso capacitar a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro para que faça o que faz hoje a Polícia Federal, rastrear as contas com dinheiro ilícito, bloqueá-las e apreender o dinheiro. Mas isso não está incluso nas ações, é um grande risco assim como tem sido para o que estão sendo presos pela Lava Jato, né?

Da ECEME para a Secretária de Segurança.

Interventor anunciará general da ativa para a Secretaria de Segurança do Rio.
O general de divisão Richard Fernandez Nunes (E) é o mais cotado e deve ser o sucessor de Roberto Sá 

Interventor federal no Rio e comandante militar do Leste, o general de Exército Walter Souza Braga Netto anunciará na próxima terça-feira (27), um general da ativa para comandar a Secretaria de Segurança do Estado. Embora ainda não haja confirmação oficial, o general de divisão Richard Fernandez Nunes é o mais cotado e deve ser o sucessor do delegado da Polícia Federal Roberto Sá. O policial pediu exoneração da chefia da secretaria na semana passada, assim que o presidente Michel Temer decretou a intervenção na segurança do Estado.
Braga Netto passou a semana em Brasília, em despachos com a cúpula das Forças Armadas sobre o planejamento da intervenção, e tinha volta prevista para o Rio para a noite desta quinta-feira (22). Sua agenda não foi divulgada. O interventor deve continuar com a rotina de reuniões fechadas no Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste. Ele decidiu manter seu gabinete no palácio durante o prazo da intervenção, até o fim deste ano.
Auxiliares do interventor explicaram que ele passou os últimos dias levantando nomes para compor a secretaria. Por questão hierárquica e de disciplina, o militar optou por escolher generais para os postos-chave, afirmaram. Assim, militarmente, o comando da secretaria manterá a estrutura de subordinação dos demais órgãos, uma vez que o comando-geral da Polícia Militar cabe a um coronel, posto mais alto da carreira, e os batalhões são comandados por tenentes-coronéis.
De acordo com assessores, Braga Netto não decidiu ainda os nomes abaixo do secretário, nem se vai nomear generais para o comando direto da PM e dos Bombeiros e para a chefia da Polícia Civil. Ele também avalia se vai convocar generais da reserva para cargos de confiança. Como boa parte da formação dos oficiais do Exército ocorre em instituições no Rio, o general deve montar uma equipe com vivência na cidade.
Currículo
O general Richard Fernandez Nunes é natural do Rio de Janeiro. Desde setembro de 2016, é comandante da Escola de Comando e Estado Maior do Exército (ECEME), na Urca. Ele foi promovido de posto anteontem, por tempo no cargo, passando de general de brigada para general de divisão, o chamado "três estrelas".
Nunes formou-se em Artilharia na Academia Militar das Agulhas Negras e Direito na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Ele tem mestrado em Ciências Militares na ECEME e foi professor da Academia Militar de West Point, nos Estados Unidos. Em Madri, na Espanha, concluiu o Curso de Altos Estudos Estratégicos no Centro Superior de Estudos da Defesa Nacional. Serviu em missão das Nações Unidas na Guatemala.
Antes da ECEME, o general coordenou ações de defesa química, biológica, radiológica e nuclear durante a Copa das Confederações Fifa 2013. Também comandou a 14ª Brigada de Infantaria Motorizada em Florianópolis (SC). Por três meses, comandou o 5º contingente da Força de Pacificação no Complexo da Maré, em 2015.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O que incomoda é a máscara usada pelo Exército.

Não causa incômodo bandidos fortemente armados.
Não causa incômodo o armamento dos bandidos estar em maior número e melhores condições que o armamento das forças policiais estaduais.

Não causa incômodo criminosos iniciarem guerras enquanto deveriam estar presos.
Não causa incômodo que criminosos sejam soltos por benefícios previstos em nossas leis desatualizadas.
Não causa incômodo o mesmo ladrão ser preso várias vezes, inclusive em intervalos mínimos de tempo.
Não causa incômodo policiais terem que se portar como se fossem robôs - sem direito a descanso, sem direito a uma refeição digna, sem direito a receber qualquer demonstração de respeito e consideração.
Não causa incômodo policiais não serem reconhecidos nem valorizados.
Não causa incômodo policiais sendo feridos, baleados, assassinados, mais e mais a cada dia.
Não causa incômodo que profissionais da área de Segurança tenham que proteger seus rostos - porque não têm condições de morar em Zona Sul - e também porque trabalham em escalas que mais ninguém trabalha - mais de doze horas diretamente em contato com o sol.
O que deveria incomodar é a insistência em inverter valores e se manter em cima do muro.
O alvo tem que ser sempre o lado errado.
P.S. e para quem não conhece ou não sabe, máscaras são usadas por militares em todo o mundo (basta fazer uma breve pesquisa no Google).
Roberta Trindade, Jornalista

Na manhã desta terça-feira (20), equipes da TV GLOBO(STA) flagraram pelo menos um homem das forças armadas utilizando o acessório durante operação na favela da Kelson's.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O “reencontrar” é preciso na PMERJ


Eu sempre dizia que na PMERJ não deixamos amigos e sim colegas, mas esta visão se transformou com a iniciativa de Policiais Militares que não se consideram só colegas de profissão, veem nas décadas que conviveram juntos amigos.



Estão na oitava edição deste encontro, com ideias e projetos para o futuro, um futuro que ainda lhes promete muitos momentos de convivência juntos.
Na minha Turma EPCAr temos, mesmo após 43 anos do primeiro contato, reuniões mensais, que no Rio de Janeiro ocorrem sempre na primeira quarta feira do mês no Clube de Aeronáutica na Praça XV e quinquenalmente na Escola onde estivemos juntos, a EPCAr em Barbacena Minas Gerais. Estes encontros denominamos “Reencontrar é preciso”.


40 anos da Turma EPCAr 75

Placa comemorativa da Turna no Clube de Aeronáutica no RJ

Encontro mensal da Turna no Clube de Aeronáutica

Na data de 18, domingo ultimo, resolvi ir a Petrópolis ver de perto este encontro dos senhores com os quais convivi na PMERJ. Aconteceu no Parque Cremerie, um parque municipal que conta com lago, bar, quadras esportivas, piscina e churrasqueiras, onde os visitantes podem desfrutar de um dia saudável, com bastante atrativos e tudo sem custos. Uma das churrasqueiras, com mesas e bancos foi nosso local de confraternização, onde o papo de épocas passadas foi nossa descontração. Lembramos os que já se foram e os que ainda estão entre nós e seguimos por outros meandros de assuntos diversos.



Saí de lá cedo, estava de moto e ainda tinha compromissos a cumprir naquele domingo, mas sai satisfeito com o que vi, senti e presenciei, senhores veteranos da minha, da sua, da nossa PMERJ se reencontrando para que o nosso passado esteja sempre presente.



Claro, como toda reunião a Ata foi feita, registrando os presentes, os assuntos abordados e logicamente com um pouco de humor com a mensagem de cada um. Forte Abraço aos amigos PMERJ e estaremos sempre juntos daqui pra frente. Parabéns pela iniciativa!


"Escrava" liberta a pedido.

Luislinda Valois, ministra dos Direitos Humanos, pede demissão.
Desembargadora criou polêmica ao afirmar que se sentia "escrava" com salário de R$ 30 mil.


A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, entregou nesta segunda-feira (19) sua carta de demissão ao presidente Michel Temer. Quem assume o cargo é o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo do Vale Rocha.
Em dezembro do ano passado, Luislinda Valois se desfiliou do PSDB, com o objetivo de permanecer no governo de Michel Temer por mais tempo, já que, à época, ganhava força entre os tucanos o desembarque do partido da base aliada do Planalto.
Desembargadora aposentada, Luislinda estava no comando do ministério desde o início de fevereiro e protagonizou episódios polêmicos no governo, como quando afirmou que se sentia "escrava" por ganhar "apenas" R$ 30 mil mensais.            

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Coisa de "intervencionista" oportunista.


Vídeo que circula nas redes com tanques chegando ao Rio é falso
Registro é de 2013 e não tem relação com intervenção federal no estado


Após o decreto do presidente Michel Temer sobre a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, na última sexta-feira (18), passaram a circular nas redes sociais e em aplicativos de mensagens um vídeo de tanques do Exército chegando ao Rio de Janeiro.

JORNAL DO BRASIL cruzou informações e constatou que o vídeo em questão, que vem provocando muitos debates na internet e passou a ser compartilhado centenas de vezes, é na verdade um registro publicado de junho de 2013 e que não tem nenhuma relação com a chegada das Forças Armadas no estado.



O "intervencionista" de araque não toma jeito, vive buscando alguma coisinha pra postar com chamada impactante. O General Mourão foi transferido para a Secretaria Geral do E.B., a “geladeira”, como adido enquanto aguarda passagem para a Reserva; ai o “intervencionista” de araque posta que ele foi “promovido” a Secretário Geral do Exército Brasileiro. Em março o General Mourão completa o tempo máximo de permanência no ultimo Posto do Exército Brasileiro, devendo por força de Legislação passar para a Reserva para que sua vaga seja aberta visando novas promoções; ai o “intervencionista” de araque espalha que Mourão está sendo punido com passagem para a Reserva devido ao seu pronunciamento na Grande Loja Maçônica de Brasília. No discurso proferido por Mourão em Brasília ele fala em “aproximações sucessivas até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos ou nós teremos que impor isso. Qual é o momento pra isso? Não existe revolução, não existe intervenção! O que existe é planejamento! Planejamentos muito bem feitos. O “intervencionista” de araque postou sua “intervenção” como se proferidas pelo General Mourão.


Hoje o Rio de Janeiro sofre é uma Intervenção Federal, não uma Intervenção Militar. Uma coisa nada tem haver com outra. A Intervenção Federal na Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro é POLÍTICA! Não deem crédito ao “intervencionista” de araque que já está propagando aos quatro cantos uma “intervenção” que o próprio Mourão disse que não vai acontecer, pelo menos nos moldes de 64, com tomada abrupta de poder e tanques nas ruas. E militar de volta ao poder só se eleito!





domingo, 18 de fevereiro de 2018

Coronel PMERJ aponta os culpados!


Parabéns a toda a oficialidade da PM que, na ultima década, com sua incompetência, condescendência com toda sorte de desatinos por parte da “tropa”, melhor seria o emprego do vocábulo (bando), concorreu de forma decisiva para a Intervenção federal, fundada no grave comprometimento da ordem pública.


Agora passarão a ser comandados por coronéis do Exército Brasileiro, fato inédito na história das PMs da federação, desde a instauração da nova República, em 1988.


Há anos que venho proclamando o caos na Segurança Pública do Rio de Janeiro, desde que inaugurada, em 2009, a oxigenação.

Parabéns aos comandantes anarquistas, que nos últimos 10 anos institucionalizaram a baderna na Corporação, desmantelando a estrutura organizacional. A vocês hipoteco meu total desprezo.


Que sejam bem vindos os comandantes do Exército que assumirão os Batalhões da PMERJ. Há muito a PMERJ precisa entrar em forma, ter mais deveres e menos direitos. Afinal, o interesse público é preponderante. Quem faz a diferença são os homens! Vocês fizeram o pior e colherão os frutos.
Sentido! Cobrir! Firme! Não mexe mais! É isso que vocês precisam, é isso que vocês merecem.

Auguro que os novos comandantes do Exército sejam extremamente rigorosos na condução da PMERJ.


Coronel PM RR Lopes