sábado, 18 de novembro de 2017

EXIGIMOS UM PAÍS LIMPO SENHORES JUÍZES!


Não pode haver desânimo! ​
Não vamos esmorecer​!
Não há como deixar de manifestar a preocupante percepção de que o P​aís está desorientado, na direção oposta ao seu Norte, e que de muito pouco, ou nada, têm servido as, até agora pouco expressivas, demonstrações de indignação e de revolta de um povo que parece anestesiado.
Apavora a perspectiva, nada desprezível, de que nas eleições gerais de 2018 o cidadão tenha diante de si candidatos, inclusive para a própria direção máxima do País, que não passam de criminosos condenados na primeira e até mesmo na segunda instância, dependendo da visão desvirtuada da Suprema Corte, que​,​ cada vez mais​,​ parece disposta a rever a prisão a partir da condenação neste grau. Acham, não poucos de seus integrantes​, que isso é garantir o inteiro direito de defesa do indivíduo. É fazer Justiça.
Só não explicam como ficaríamos nós, governados, e o P​aís, diante do mundo, com um presidente da República e um Congresso composto por condenados. Algum País com ​”​P​”​ maiúsculo se disporia a negociar ou manter relações normais com um estado que reconhece a si próprio como um estado bandido, corrupto e corruptor? Claro que isso não faz sentido, seria caso único na história das nações, até então nunca visto ou sequer imaginado.
E nós, e a sociedade? Aceitaríamos passivamente? Será que não temos a obrigação de esbravejar contra essa excrecência enquanto é tempo? Claro que sim. Todos. Isso não pode, sequer, ser visto como indevida interferência na área política, pois isso não é política, e por isso não se exclui ninguém, nem mesmo os fardados. Manifestar-se é preciso! ​Trata-se da sobrevivência da Nação!
E mais, ninguém desconhece hoje que as eleições no Brasil são manipuladas e fraudadas, e as malas de dinheiro estão por aí, espalhadas em aparelhos petistas, peemedebistas, tucanos, similares às de um famigerado político baiano, prontas para comprar o voto encabrestado da legião de miseráveis que eles criaram e que alimentam suas ambições.
Não podemos permitir a concretização desse crime, com a tranquilidade de saber que o Bem e a verdadeira Justiça estarão do nosso lado.

Gen Div Gilberto Rodrigues Pimentel, Presidente do Clube Militar

O que a senhora tem a ver com isso?

Muito obrigado Presidente STF Cármen Lúcia Antunes Rocha. O Rio de Janeiro acaba de ver três ladrões do erário público serem soltos por outros 39 bandidos como eles.
O que a senhora tem a ver com isso?
Realmente tudo!
Esteve em suas mãos o “voto de Minerva” para estancar esse absurdo, mas a Senhora fugiu da responsabilidade e resolveu deixar nas mãos do Legislativo a decisão sobre o destino legal de seus membros bandidos. O resultado que o Rio de janeiro está vendo hoje é o reflexo de sua atitude que permitiu a soltura do Senador Aécio Neves e a devolução de seus direitos políticos pelos seus pares, igualmente corruptos que queriam uma proteção idêntica.
Afinal, o que a Senhora achou que eles fariam com a faca e o queijo na mão?
Senhora Presidente. A Senhora é fluente em alemão, italiano, francês e espanhol, mas é analfabeta na língua do povo sofrido, do povo honesto, do trabalhador que paga obrigatoriamente seus impostos que financiam todos os privilégios dos acastelados no poder, seus enormes salários e gordas aposentadorias que já não lhes bastam, pois precisam roubar cada vez mais e mais.
A Senhora não teve filhos nem netos e talvez por isso não consiga entender do que estou falando.


Obrigado presidente Cármen. O povo humilhado da nossa Cidade lhe agradece enquanto, mais uma vez, enxuga as lágrimas pela covardia sofrida e limpa com resignação o “escarro” que ainda lhe escorre pela face.

Texto de um cidadão carioca comum e anônimo, escrito em 17/11/2017, após constatar que a saída legal para o Brasil já não existe.

Passou desapercebido aos olhos mais atentos.


Ações coordenadas, que aos olhos menos atentos, passaram despercebidos:
- Rede Globo não noticiou as Manifestações Intervencionistas, que ocorreram no país inteiro;
- Linha Amarela do Metrô de São Paulo FECHADA COMPLETAMENTE (nunca havia ocorrido isso aqui em São Paulo antes), justamente no dia da Manifestação na Av. Paulista, detalhe: essa linha é importantíssima e permite levar pessoas das zonas Oeste e Sul (altamente povoadas), para a av. Paulista.
- Nas semanas que antecederam à Manifestação, todos os intervencionistas reclamaram de que foram CENSURADOS nas suas redes sociais, de que suas mensagens diminuíram o alcance, que suas postagens não saiam mais do seu círculo de amizades e que não tinham mais retorno de compartilhamento, visualização, etc, caracterizando um boicote, uma censura, um cerceamento do nosso direito constitucional de nos manifestar.
- Governo criou crises na economia e destruiu o emprego no Brasil, para escravizar a população, que, desempregada, não possui nem dinheiro para se locomover e pagar a condução para chegar na av. Paulista e participar das Manifestações
- Colocar um aparato de SOM de altíssima potência, justamente no MASP, onde o Movimento Intervencionista, há meses, já havia reservado com as autoridades, para a realização das Manifestações na av. Paulista.
- O circo que foi criado na av. Paulista, (em cada esquina, existe uma banda de música), fazendo com que o som das manifestações fossem abafados, e fomentando ainda mais animosidade entre as pessoas que estavam lá lutando para salvar o seu país, e as pessoas que estavam lá curtindo o seu sonzão "de boas".



- A presença de vários ativistas de esquerda, que fizeram o possível e o impossível para tentar criar um clima de guerra, QUE NUNCA EXISTIU, pois o Movimento Intervencionista É LEGALISTA, ou seja, as pessoas que vão nessas manifestações, são pessoas comuns, normais, ordeiras, de família, na sua maioria esmagadora, conservadores, cristãos, pessoas que vão cumprir o seu papel patriótico, LEGAL e CONSTITUCIONAL. JAMAIS um intervencionista vai numa manifestação para criar qualquer tipo de tumulto.
- Repressão e ameaça que os intervencionistas sofreram por parte dos SEGURANÇAS DO METRÔ, que, de forma ditatorial e fascista, tentaram de todas as maneiras impedir a entrega de panfletos para as pessoas que saiam das Estações do Metrô, Chegamos ao cúmulo de ouvir de seguranças do Metrô, de que a av. Paulista, que NOTORIAMENTE É UMA VIA PÚBLICA, agora pertencia ao Metrô, e que portanto, os intervencionistas não poderiam entregar os panfletos na av. Paulista, próximo das saídas das Estações.
Todas essas ações em conjunto conseguiram retirar um bom número de pessoas que poderiam ter participado da Manifestação do dia 15 de Novembro de 2017
Isso mostra claramente que vivemos numa DITADURA. Só não vê quem não quer.
Não é porque o governo não fala publicamente; OLHA, VOCÊS BRASILEIROS VIVEM NUMA DITADURA, ou porque uma globo da vida não fala isso, quer dizer que não vivemos.
Estamos SIM, vivendo numa DITADURA VELADA COMUNISTA.
Existem muitas outras coisas que o governo faz que deixa bem claro em que regime nós vivemos, mas só alguns citados acima, já demonstra claramente que estamos sendo boicotados, censurados, tendo nossos direitos constitucionais negados (DIREITO DE IR E VIR, E DIREITO DE MANIFESTAÇÃO DA NOSSA VONTADE).
E a tendência é só ir piorando a cada dia que esse governo se mantiver no poder.
Por isso seria interessante a população acordar DE VEZ, e começar a se posicionar mais efetivamente. Não esperando mais que alguém RESOLVA POR ELA, que ALGUÉM, vá lá e participe das Manifestações, que ALGUÉM entregue panfletos convidando a população para participarem, que ALGUÉM vá para as ruas com faixas, bandeiras e cartazes, acordar quem ainda não conhece o caminho da intervenção militar para salvar o Brasil, e tirar ele, das mãos do crime político organizado.
Está na hora de TODOS entrarem nesse movimento e mostrarem para o mundo, para a imprensa comprada, para os órgãos internacionais como a ONU, para governos aliados DA POPULAÇÃO, como os Estados Unidos, de que QUEREMOS NOS LIVRAR DESSES POLÍTICOS CORRUPTOS COMUNISTAS BRASILEIROS, ATRAVÉS DE UMA INTERVENÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL.


Texto retirado do Facebbok.


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

"Queda de braço" Justiça e "cadeia Velha"

Decisão da Alerj sobre Picciani poderá ser revista na Justiça

Interpretação é que parecer não poderia entrar no mérito do afastamento do cargo



Procuradores do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro já estudam um recurso para tentar suspender a decisão de deputados da Alerj, que decidiram na tarde desta sexta-feira (17) revogar a prisão do presidente da Casa, Jorge Picciani (PMDB), e também dos deputados Paulo Melo e Alberto Albertassi, também do PMDB.
Ao acolher a decisão do MPF-RJ nesta quinta-feira (16), os ministros do Tribunal Federal Regional da 2ª Região (TRF-2) determinaram a prisão dos deputados com o objetivo de evitar obstrução das investigações. O parecer aprovado na Alerj nesta sexta-feira (17) só poderia deliberar sobre a prisão dos deputados, sem entrar no mérito do afastamento da função. O TRF não havia tomado nenhuma decisão a respeito de afastamento do cargo, o que pode abrir uma brecha para um questionamento judicial.
Outro motivo que torna insegura a decisão de deputados da Alerj, ao soltar Picciani, Melo e Albertassi, tem como fundamento a estratégia de ter se baseado na decisão de outubro passado do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG). Na ocasião, o Supremo deu ao Senado o aval para decidir pela manutenção ou soltura do senador mineiro, que havia sido preso por decisão da Primeira Turma do STF.
Há, contudo, dúvidas entre os ministros do próprio STF se a deliberação que deu ao Congresso Nacional o poder de revogar prisão de parlamentares se aplica também aos níveis estadual (deputados locais) e municipal (vereadores). Se provocado por algum recurso do Ministério Público, autor do pedido de prisão dos deputados da Alerj, o STF terá que se manifestar. A decisão da Corte Suprema poderá, valer, então às assembleias legislativas e câmaras municipais de todo o país.

CCJ da ALERJ vota pela soltura dos bandidos.

Alerj vota parecer da CCJ que defende a soltura de Picciani, Paulo Melo e Albertassi. Acompanhe.


Sessão da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) analisa, na tarde desta sexta-feira (17), o parecer aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por 4 votos a 2, que defende a soltura do presidente da Casa, Jorge Picciani, e dos deputados Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB. A sessão no plenário é presidida pelo deputado Wagner Montes (PRB).

Na CCJ, votaram pela soltura os deputados Milton Rangel (DEM), que foi o relator, Chiquinho da Mangueira (Podemos), Gustavo Tutuca (PMDB) e Rosenverg Reis (PMDB). Votaram prisão Carlos Minc (sem partido) e Luiz Paulo (PSDB). Rafael Picciani (PMDB), filho de Jorge Picciani, se absteve.
O parecer citou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o caso do senador Aécio Neves (PSDB-MG) para suspender o afastamento dos três deputados estaduais. O documento aprovado pela CCJ determina ainda o "pleno retorno" dos deputados aos seus mandatos. O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) havia determinado que a Alerj não poderia deliberar sobre o afastamento dos mandatos, somente sobre a prisão.
A votação no plenário será feita por meio do painel eletrônico. Antes, quatro deputados poderão usar a palavra. André Correa e André Lazaroni defenderão o parecer pela soltura dos parlamentares, enquanto Luiz Paulo e Marcelo Freixo defenderão a manutenção da prisão. Em seguida, os líderes de cada partido encaminharão os votos de suas bancadas.
Relembrando 2016 quando a ALERJ foi invadida em 2016. Hoje a ALERJ pode estar promovendo um ataque bem maior, mas, contra a integridade física dos parlamentares aliados à quadrilha.

Portas fechadas
A CCJ se reuniu a portas fechadas para votar o parecer. O relator Milton Rangel apresentou parecer pela soltura dos três deputados presos. Já Luiz Paulo apresentou um parecer divergente, pedindo manutenção das prisões. O relatório vencedor agora irá a plenário, onde é preciso obter a maioria absoluta das cadeiras, que são 36 votos, para a aprovação.
Picciani, Paulo Melo e Albertassi são investigados pela Operação Cadeia Velha, que apura crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, e foram detidos na quinta-feira (16), após decisão em segunda instância do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). Eles estão na Cadeia Pública de Benfica, onde também está o ex-governador Sérgio Cabral.
Na quinta-feira, já havia mobilizações nas redes sociais para a realização de um protesto nesta sexta-feira, em frente à Alerj, para pressionar os deputados a votarem a favor da manutenção da prisão. 
Articulação
Parlamentares aliados de Picciani articulam uma forma de evitar a continuação da prisão do parlamentar. A estratégia tem como base a decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) que, ao julgar o pedido de prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG) feito pela Procuradoria-Geral da República, decidiu que caberia à Casa à qual pertence o parlamentar a palavra final sobre pedidos de prisão, afastamento do cargo e outras medidas cautelares.
Acusação
Segundo a Procuradoria Regional da República da 2ª Região, o presidente da Alerj, Jorge Picciani, seu antecessor Paulo Melo e o segundo vice-presidente, Edson Albertassi, formam uma organização que vem se estruturando de forma ininterrupta desde a década de 1990. O grupo contaria com a participação ainda do ex-governador Sérgio Cabral, que também foi deputado estadual e já presidiu a Alerj.
Ainda de acordo com a Procuradoria, eles “vêm adotando práticas financeiras clandestinas e sofisticadas para ocultar o produto da corrupção, que incluiu recursos federais e estaduais, além de repasses da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor)”.
O Ministério Público Federal afirma que Jorge Picciani e Paulo Melo receberam mais de R$ 112 milhões em propinas num período de cinco anos. "Planilhas dizem para nós que, no período de 15 de julho de 2010 a 14 de julho de 2015, foram pagos da conta da Fetranspor para Picciani R$ 58,58 milhões, e para Paulo Melo R$ 54,3 milhões. Desse dinheiro, parte foi paga a mando de Sérgio Cabral. Havia um projeto de poder de enriquecimento ilícito por muitos integrantes do PMDB Rio”, disse a procuradora Andréa Bayão Pereira Freire.
O MPF identificou que a indicação de Albertassi para uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas do Estado (TCE) pode ter sido uma manobra para que a organização criminosa retome espaços perdidos com os afastamentos de conselheiros determinados pelo STJ, e também uma forma de atrapalhar as investigações, ao deslocar a competência para a apuração dos fatos e tirar o caso do TRF2. Essa é a primeira vez em que uma investigação ligada à Lava Jato é conduzida por um TRF.

Qual o comando mais criminoso do Rio de Janeiro?


Qual o comando mais criminoso do Rio de Janeiro? O comando que frequentou a Alerj? O que comandou o governo durante oito anos? O do Tribunal de Contas? Ou o Comando Vermelho?
Nos três comandos, as cores azul e branco - da nossa querida bandeira - são ensanguentadas com o desemprego, a falta de salário dos trabalhadores, os hospitais que, por incrível que pareça, matam, não pelas mãos de seus grandes médicos e funcionários, mas pelas mãos do poder, que não lhes permite salvar vidas por tanto que roubou.  Esfacelaram os cofres públicos e mataram os desgraçados que, sem outra alternativa de sobrevida, buscavam os hospitais que esses bandidos, pela autoridade que tinham e por terem roubado o que roubaram, não permitiam que funcionassem.
Nossa bandeira está ensanguentada também pelos alunos que não puderam estudar. Hoje se lê que nasceram menos crianças esse ano em função da epidemia de Zika. O que não se escreve é que, durante dez ou 15 anos, faltarão fluminenses formados em quantidade - talvez centenas de milhares - porque esses comandos são os responsáveis pelos professores sem salário, pelas balas perdidas que fecharam colégios e pela greve dos que eram obrigados a parar suas atividades porque não tinham como pagar suas despesas de casa.
Qual o comando mais criminoso do Rio? Ainda pode haver dúvidas?
E o que faz um povo diante de tudo isso? Assiste resignado, sofrido, sendo obrigado ainda a ver e a ouvir, toda hora, que ninguém admite propina. Quando se discute propina, quando há denúncia, o que se tem que admitir é que houve propina. Só se envolve em propina quem está no meio dela. Não existe diálogo entre alemão e chinês, que não falam a mesma língua. Não se ouve pobre dizer que estava envolvido em propina, que deu ou recebeu propina. Mas no Brasil, o pobre é imediatamente xingado de ladrão quando envolvido em algum caso, mesmo quando, muitas vezes, não tem culpa.
Diante de tanta desilusão que o povo vive, o que será que o povo da propina espera, tanto os que pagam quanto os que recebem? Com deve reagir o pobre que não dá e nem recebe propina? E como deve reagir a maioria esmagadora do povo, que não dá e nem recebe propina, mas sofre por causa daqueles que defendem e impedem a prisão dos propineiros?
O Brasil discute as eleições de 2018. Com certeza já se sabe qual será o tipo da campanha: os candidatos serão aqueles que sempre representam os grupos envolvidos em propina - quase todos - e o grupo dos que nunca se ouviu falar que estiveram envolvidos em propina, o grupo do povo. Será difícil saber qual que vai ganhar? É só ver o lado mais forte, não o mais forte do dinheiro, mas por ter sofrido sempre pelas propinas que os grandes ganhavam. E aí os estudiosos, os sociólogos, os cientistas políticos, preocupados com aquilo que já têm certeza, começarão a formular o informulável. Mas contra o povo, não há formulação que vença a resistência.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

“A quadrilha que tomou o país de assalto é o poder”

O delegado Jorge Pontes, entrevistado pelo Estadão, disse que a máfia é fichinha perto da ORCRIM que sequestrou o Brasil.
Leia aqui:
“A PF não quer ter independência. Queremos autonomia administrativa e orçamentária, só isso. Temos que entender bem que a quadrilha que tomou o país de assalto não tem o poder, eles são o poder. Nomeiam os seus próprios julgadores, aprovam leis que nos intimidam, que intimidam procuradores da República e juízes federais. E também aprovam leis que os tornam mais blindados, ainda. Máfia, Cartel de Cali, Yakuza, PCC, é tudo fichinha perto do desafio que a Polícia Federal enfrenta.”
Ele teme pelo futuro da PF:
“Vejo o futuro da corporação da mesma forma que vejo o futuro do Brasil. Para onde for o Brasil, irá a PF. Estão engatadas. Mas uma nuvem sombria tomou o céu e a sociedade está paralisada, estática, sem reação. Estamos vivendo um momento extremamente delicado, em que as forças do crime institucionalizado estão se reagrupando para contra-atacar a Lava Jato e evitar de todas as maneiras as suas respectivas consequências, a saber, a punição dos poderosos envolvidos. Nossa instituição não existe no espaço, gravitando, isto é, ela está umbilicalmente ligada ao Ministério da Justiça, que por sua vez é um braço do Presidente da República. A PF está no contexto, por mais que nossas atividades como polícia judiciária não se subordinem à hierarquia administrativa governamental.”