domingo, 10 de dezembro de 2017

Mourão defendeu candidatura de Jair Bolsonaro


Após afirmar pela segunda vez em menos de três meses a possibilidade de que as Forças Armadas pudessem realizar uma intervenção militar na crise política do país, o general Antonio Hamilton Mourão foi retirado do posto de secretário de Economia e Finanças do Exército. O comunicado foi feito pela instituição neste sábado (9), segundo a Folha de S.Paulo.

Na última quinta-feira (7), durante no Clube do Exército, em Brasília, organizada pelo grupo "Terrorismo Nunca Mais", Mourão reiterou o discurso de três meses atrás, de que os militares poderiam agir "dentro da legalidade" se o "caos" se instalasse no país e que, neste caso, as Forças Armadas teriam papel "moderador e pacificador".

Mourão, que não poupou críticas aos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff e ainda acrescentou que o governo de Michel Temer se tornou um "balcão de negócios", defendeu, diante do público, a candidatura do deputado federal Jair Bolsonaro, que é militar da reserva do Exército, como "um homem que não tem telhado de vidro". "Olhamos com muito bons olhos a candidatura do deputado Bolsonaro".
Segundo o comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que na primeira ocasião havia amenizado as críticas políticas de Mourão, a instituição vai apresentar o pedido de movimentação de Mourão para o cargo de adido na Secretaria-Geral do Exército ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, "para encaminhamento" ao presidente Temer.
Em 2015, após críticas à ex-presidente Dilma Rousseff, Mourão foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, para o atual posto na Secretaria de Economia e Finanças, em Brasília. 

Como noticiado em vários informativos, o General Mourão está como “ADIDO” na Secretária Geral do E.B. e não classificado como Secretário Geral do E.B., onde aguardará sua passagem para a inatividade. Seguindo a “contra informação” “intervencionista”, eles teimam em colocar o General Mourão numa posição que não está, iludindo as pessoas com intuito de promover uma Intervenção Militar que não vai acontecer, pelo menos nos moldes de 64.

General Mourão na "varanda"? Bobinhos!


E mais uma vez o Comandante do Exercito Brasileiro se queda a determinações políticas na Força que comanda. Da primeira vez que se manifestou Mourão foi para Brasília, onde com outros Generais se articulou e continuou a falar o que todos querem ouvir. Mas não foi punido, isso mostra que tem força dentro da Caserna.

Agora, em mais uma declaração, Mourão é colocado na “varanda”, uma “varanda” que, sem os afazeres de seu posto, o deixam bem a vontade no pouco tempo que lhe resta na ativa. Mas na Reserva é que ele vai instigar mesmo, na Reserva que vai mostrar a força que tem com o efetivo do Exercito Brasileiro e das outras duas forças.


E então, nossa Intervenção vai seguindo e, certamente em 2019, não teremos um comunista no Ministério da Defesa, teremos um conceituado, experiente e capacitado General de Quatro Estrelas.

Se na ativa deu trabalho, é na Reserva que verão o “Eles que venham! Por aqui não passam”!

sábado, 9 de dezembro de 2017

Segurança Pública é responsabilidade de TODOS!

Da direita para a esquerda, Gurgel Soares, Eu, Coronel Emir Laranjeiras, Jornalista Roberta Trindade e Professor Fernando.

Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.  C.F./88


Atendendo ao convite de Gurgel Soares, Sargento da PMERJ, Bacharel em Direito, Especialista em Políticas de Justiça Criminal, Segurança Pública, Direito Público e Tributário não pude resistir em comparecer. Era certa a aquisição de conhecimentos do assunto. Ainda mais com a participação de pessoas importantes envolvidas no assunto, Coronel PMERJ Emir Laranjeiras, Jornalista Roberta Trindade e o Professor de Geografia Fernando que em muito contribuíram no assunto.

Infelizmente, apesar dos mais de 300 que se inscreveram, cerca de 30 compareceram, mostrando que nosso atual cenário leva as pessoas a falar sobre o assunto, quando estas são as vitimas. Proporcionalmente, No Rio de Janeiro, morrem mais policiais do que nas principais guerras vivenciadas pelo mundo moderno, se levarmos em conta todo o Brasil, incluindo as vitimas da sociedade, os números tornam-se absurdos e deveriam ser de preocupação dos políticos, o que não é!

Gurgel discorre sobre Segurança Pública com maestria, mostrando que não só a polícia está envolvida, mas toda a Sociedade e seus segmentos profissionais. A morte de policiais, menores e atualização da Lei Penal foram os assuntos mais comentados pelo seleto público presente, que se mostrou interessado e participante.


Temos sim pessoas que podem contribuir para a Segurança Pública em substituição aos atuais que estão nos jornais televisivos, que em nada contribuem omitindo responsabilidades de outros personagens.

Gurgel Soares! Lembrem-se deste nome!

Uma Intervenção está em curso!

Uma Intervenção está em curso e será pela via Democrática, os números comprovam isso!

Não façam "jogo duplo", Bolsonaro não é "penetra" no meio militar, se o fosse, não estaria à frente com o Alto Comando.

Embora alguns “intervencionistas” façam o “jogo duplo”, menosprezando a candidatura de Jair Messias Bolsonaro, o difamando e espalhando mentiras, estes não representam os verdadeiros Intervencionistas, que apoiam e vêm a candidatura como real e com possibilidades de eleição em primeiro turno. Isso é matematicamente provado.



No Brasil em 2016 foram contabilizados 144 milhões de eleitores, destes só 99,4 milhões decidiram a eleição entre Dilma e Aécio (Dilma 55,7 milhões de votos e Aécio 43,7 milhões de votos). Como no Brasil 66% do eleitorado é de Direita, o que representam 86 milhões de votos, Aécio recebeu votos da Direita que queria mudança, mas, cerca de 44 milhões de votos da Direita foram inutilizados por abstinência, em branco ou nulo. Portanto, Bolsonaro pode e deve ser eleito em 1º turno e os de “direita” dissidentes da candidatura de Bolsonaro, pelo que vejo, não interferirão neste resultado.


Bolsonaro é destaque em qualquer reunião ou cerimonial militar, mas teimam em taxa-lo de "penetra" no meio militar. Mas que penetra se colocaria a frente do Alto Comando se realmente não fosse convidado? E convidado especial.

O Povo Brasileiro não precisa nem merece ser tutelado, ele saberá fazer sua INTERVENÇÃO!

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

ESQUIZOFRENIA SOCIAL

*Maynard Marques de Santa Rosa

A transição atual é prolífica em extravagâncias que espelham interesses de todo o tipo, ensejando uma agenda surpreendente. 


A proposta de trocar o sistema presidencialista pelo parlamentarismo, porém, é tema recorrente. Os políticos costumam culpar o presidencialismo dito de coalizão ou semi-parlamentarismo, por tornar o poder executivo refém do Legislativo. Marotamente, omitem a causa da desarmonia: o parlamentar em função executiva.

Pelo certo, o senador ou deputado, ao aceitar cargo no executivo, deveria perder o mandado legislativo, em favor do princípio da independência dos poderes. Da mesma forma, fingem esquecer que a soberania popular, fonte de todo o poder, escolheu o presidencialismo puro, em dois plebiscitos recentes. Além disso, é inoportuna. Uma reforma que delega mais autoridade ao estamento político, no momento mais crítico da sua credibilidade, é uma insensatez.

Outra preocupação relevante é a da violência urbana. Embora seja notória a crise geral de insegurança pública, o tema não consegue espaço na agenda legislativa. A redoma psicológica em que se abrigam os legisladores no Congresso parece torná-los insensíveis ao sofrimento refletido no índice macabro de 60 mil homicídios/ano, que supera o total de baixas somadas na Síria e no Afeganistão. A realidade social mostra que os códigos vigentes no país estão defasados. Uma explicação para o imobilismo seria a alienação ideológica. 

Contudo, não se restringe ao âmbito legislativo o distúrbio da insensibilidade. A crise econômica e o desemprego de 14 milhões de pessoas não chegam a comover as corporações dos poderes públicos, responsáveis pela expansão de super-salários que transcendem os limites legais. Sobre fenômeno similar, escreveu Alexis de Tocqueville, em “O Antigo Regime e a Revolução”, que as teses dos enciclopedistas eram temas da moda dos nobres da França do século XVIII, nos convescotes de Paris e nos saraus da Corte de Versailles, como se não lhes afetassem a própria sobrevivência. Mais do que anomalia emocional ou moral, seria um sintoma de esquizofrenia social.    

Outro aspecto contumaz da agenda subliminar é a chamada teoria do gênero. Inventada na Europa por pensadoras feministas, pretende alterar as leis da natureza, ao derrogar os sexos, como se o homem e a mulher fossem espécies diferentes dentro do gênero humano. O que surpreende é a assimilação do conceito pela grande mídia, que vem conseguindo inculcar a aberração na sociedade, até alcançar a legislação governamental.    

O fato é que o humanismo perdeu o rumo e transpôs os limites razoáveis, ensejando um ambiente cada vez mais permissivo. O Brasil, por mais de quatro décadas, tem sido vítima de campanhas “construcionistas” que subverteram os valores sociais e desnortearam o senso comum da população. O bombardeio populista e ideológico, a partir da Constituinte de 1988, consolidou uma cultura de direitos sem deveres e minou o princípio da autoridade. O resultado se mostra nos indicadores de corrupção, violência e impunidade. Para agravar, escasseiam as lideranças políticas. Chegamos, assim, ao limiar da ordem política, econômica, social e jurídica. Portanto, é hora de reação, antes que o faça o instinto de sobrevivência coletivo, criador potencial de cenários escatológicos.

A ordem social que repousa em base falsa torna a sociedade suscetível ao presságio bíblico: “Quando vierem as chuvas, subirem os rios, soprarem os ventos e a vierem açoitar, ela ruirá, e grande será a sua ruína” (Mateus, 7:25).    

*Maynard Marques de Santa Rosa é General de Exército


quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

De “saco cheio” com intervencionistas oportunistas.

Já tô ficando de “saco cheio” com intervencionistas oportunistas.


“Intervencionista” se transformou num segmento com comportamento idêntico a dos PTistas quando ainda no governo. Confundem democracia  com políticos, não aceitam pensamentos que não sejam os deles, contrariando a todos os pronunciamentos de Generais acreditam que uma Intervenção Militar aconteça. Qualquer militar que emita um comentário contrário a seus interesses é taxado de comunista, emitem comentários sobre textos sem o ler, classificam negativamente uma pessoa ignorando seu histórico. Renegam que não mais de uma centena de pessoas comparecem a uma manifestação por intervenção, dizem que são milhares e mesmo milhares não representam os mais de 200 milhões de brasileiros. Alegam que uma pesquisa aponta que 85% dos brasileiros são favoráveis a uma Intervenção Militar, o que não é verdade, são cerca de 43% e mesmo assim, onde estão eles? E se argumentos derrubarem a ignorância, começam as ofensas e os xingamentos.

Bolsonaro é a única opção que temos, mesmo para os Intervencionistas, pois, com este Congresso não conseguirá governar e, em obediência aos ditames constitucionais, só lhe restará pedir a Intervenção Militar!


Entrevistador pergunta: “Existe alguma possibilidade dos militares voltarem ao Poder?” General Mourão responde: SIM! Se eleitos!


O único militar com essa possibilidade é Bolsonaro.

Dê uma chance a Democracia

Democracia é o regime político em que a soberania é exercida pelo povo.

Iniciando o texto, lembremo-nos do artigo 1º da Constituição Federal do Brasil. Os dizeres são proferidos por diversos grupos intervencionistas, que ignoram ou se fazem de oportunistas ao invocá-lo.


O artigo 1º da CF é a INTERVENÇÃO que precisa acontecer, afinal estamos nesta merda por culpa da comodidade da maioria do eleitorado brasileiro, que é de Direita. Agora querem jogar nas costas dos militares a responsabilidade de consertar o que se deixou acontecer. Nossos militares não vão interferir antes das eleições de 2018! Se preciso, com a eleição do Jair Bolsonaro, por considerar que o País ficará ingovernável com a estirpe de parlamentares que elegemos. Ou Bolsonaro se torna um corruptor para satisfazer parlamentares ou um ditador, governando por Decretos, o que lhe custará um impeachment em tempo recorde.


Sim, temos um inimigo pela frente, as urnas fraudáveis. Mas pensando bem, elas nunca foram fraudadas contra um candidato de Direita. Contra essa possibilidade, temos Lei! E a Lei deve ser cumprida com o "voto impresso", que possibilita conferência do pleito em caso de duvidas quanto ao resultado.

Sou Intervencionista, mas, se algum "intervencionista" teima ignorar a Democracia, na única possibilidade de dar-lhe uma chance de sobrevivência, na possibilidade de "consertarmos" a merda em que nos metemos, CUIDADO! Ele pode ter interesses escusos por detrás da causa Intervencionista.

Afinal, nunca se viu grandes multidões num evento Intervencionista, não é mesmo? Uma referência de que, se todo Poder emana do Povo, a Democracia é que deve ser defendida antes de uma Intervenção.