quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

TSE recusou ajuda do Instituto Militar de Engenharia (IME).

TSE recusou ajuda do Instituto Militar de Engenharia (IME) para fabricação de urnas eletrônicas com voto impresso.

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e o Instituto Militar de Engenharia (IME) ofereceram seus serviços para desenvolver o novo protótipo das Urnas Eletrônicas do Brasil,  com votos impressos.  Mas misteriosamente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recusou.

Segundo a publicação de O Antagonista, “a decisão do ministro Gilmar Mendes, atual presidente do TSE, foi contratar, por R$ 7 milhões e sem licitação, a empresa de tecnologia que pertence aos dois filhos de um ex-ministro de José Sarney, ambos envolvidos nas rumorosas denúncias de fraude no Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo na falência da indústria Trol Brinquedos.”
“É muito estranho. Outros institutos, como o ITA e o IME, se ofereceram para desenvolver a nova urna. Mas, o TSE optou pela Flextronics”, afirmou a advogada Maria Aparecida Rocha Cortiz, da equipe de Modesto Carvalhosa e autora do requerimento feito à Corte Eleitoral. Segundo ela, há claros indícios de irregularidades. “O TSE vai comprar as urnas de quem desenvolveu um protótipo financiado com recursos do próprio TSE. É um ótimo negócio!”, alertou Cortiz.


Parabéns aos maringaenses!


O PT junto com o desequilibrado Requião e a senadora petralha Gleisi Hoffmann, planejavam fazer hoje, 13/1/2018, uma manifestação em Maringá, terra natal do meritíssimo juiz Sr. Sérgio Moro, o intuito do PT era fazer uma manifestação com o povo de Maringá contra a lavajato e contra Sérgio Moro. Contudo o que aconteceu foi exatamente o contrário.

População de Maringá faz ato em repúdio a presença de Gleisi Hoffman e Roberto Requião.




A população de Maringá ficou revoltada com o PT e fez uma manifestação de apoio à lavajato e ao excelentíssimo juiz Sérgio Moro.

      A população de Maringá põe a turma do PT pra correr.



 A manifestação já terminou.....disseram que o requião e a gleisi chegaram no aeroporto de Maringá hoje cedo e souberam da manifestação contra eles na igreja, que fica em frente à câmara dos vereadores, onde seria o evento do PT e  voltaram para Curitiba no mesmo avião, ficaram com medo! Na câmara 400 pelegos ficaram lá dentro presos até acabar a manifestação em prol do Brasil e contra os corruptos. Eles estavam com medo de sair! Parabéns aos maringaenses!


O OUTRO LADO, CADA VEZ MAIS LADO "A", DO RIO.



“Ir neste final de semana à praia de Ipanema foi uma das piores e mais assustadoras experiências da minha vida - E olha que fomos depois das 18hs. 
A praia estava tomada por marginais, de todos os lados, de todas as idades mas com o mesmo olhar de escarnio e raiva. Muitos riam enquanto roubavam e assustavam as famílias. Eu com a minha, inclusive com amigos, sogro e sogra também éramos reféns daquele bando de filhos da puta. E não venham me dizer que eles não tiveram oportunidade e bla, bla, bla. Maldade é maldade.... Mas a culpa maior, de fato, não é deles. E a história ainda não tinha acabado. 
Claro que, como covardes que são esses merdas, a vítima do grupo foi a minha sogra. E isso tudo apenas alguns segundos depois da gente chegar na beira da água. Motivo suficiente para juntar todo mundo e ir embora daquele inferno, pois a coisa só ia piorar se pensássemos em parar ali na areia. Alias, nem areia dava pra ver pois só tinha lixo espalhado por toda parte. Mas ainda não tinha acabado.
Ao subir em direção à rua passamos por uma barraca azul da PM e dois soldados descansavam na sombra a menos de 30 metros dos crimes. Ainda nervosa e assustada com tudo uma das mulheres do grupo contou o assalto e sugeriu que eles fossem aonde estava a confusão ao invés de ficar ali. Então o PM, outro filho da puta, mandou a senhora ‘vazar’ e disse ‘senhora, faz o seu que eu faço o meu’... lógico que isso já virou uma outra confusão pois algumas pessoas passaram a xingar esse escroto, mas outro PM veio pedir desculpas, o babaca sim vazou, e ficou assim... ou seja estamos na merda!
E todo mundo sabe que isso está acontecendo, e vai acontecer no próximo fim de semana e no outro... E o secretário de segurança está fazendo o que? Esperando mais quantas vítimas, esperando o nome da cidade ser ainda mais humilhado?
Voltamos dos nossos 5 minutos de praia assustados, roubados, com as crianças chorando... Eu ainda tive que ouvir que o ‘errado era EU de ir com a minha família na praia em pleno verão’. Realmente eu devo estar maluco.
Estamos na merda, mas as fotos do por do sol com morro Dois Irmãos de fundo não contam isso. 
Antes de sair ainda conseguimos salvar um grupo de turistas também malucos que também queriam ir na praia no RIO DE JANEIRO. Que idiotas esses turistas, eles ainda tinham máquinas fotográficas para registrar as belezas, e andavam com dinheiro para dinheiro se divertir na Cidade Maravilhosa.... Otários.
Nós e que somos os espertos e fazemos vista grossa.
Triste o Rio de Janeiro ser largado assim. Triste.” 


(Fabio Kbrall Medeiros)



terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Toma vergonha na cara PM!


O chargista Leonardo fez uma charge no Jornal Extra de hoje que inflamou o pessoal da PMERJ, postaram agravo nas mídias sociais contra o que, para eles, foi um insulto.

Eu, como Policial Militar, não vi insulto na charge, vi um alerta. Um alerta para o que está acontecendo quase que diariamente, policiais morrendo com grande facilidade sem que haja uma contrapartida eficiente do Estado nem dos policiais.

Leonardo não ironiza só o PM, ironiza políticos, má gestão, o povo e a deficiente educação.


Político não dá atenção a causa do PM, ele apesar do potencial de mais de 300.000 votos, não consegue eleger nem sindico de condomínio. A imprensa não dá atenção a causa do PM, ele não aparece para defender sua causa.

Foram varias manifestações pela vida do policial, pela dignidade do policial, por equipamentos de trabalho do policial, pelo salário do policial; mas ele nunca esteve presente em quantidade que chamasse atenção.


Ando nas comunidades e vejo motos com elementos armados de fuzil passando defronte, ao lado e pelos fundos das UPPS, viaturas passando por barricadas de bandidos armados e nada fazem ou não podem fazer. Policial exposto dia e noite à morte, seja de serviço ou de folga. A charge é um alerta! A morte “flerta” com o PM, sua vida é facinho de tirar.

Disso o PM não reclama.

Um potencial de mais de 300 mil votos não é para se desperdiçar, tem força para colocar 1/10 (7) de policiais militares numa cadeira de deputado na ALERJ, dois deputados federais, um senador e contribuir positivamente para eleger um governador digno. Mas não acontece, nunca elegeram nenhum representante em nenhum nível político.

Toma vergonha na cara PM! Antes de ficar reclamando de tudo e de todos nas redes sociais, só nas redes sociais, saiam e mostrem sua força. A força de 300 mil votos! 

Como já se previa, o mataram!


Em 2017 fomos surpreendidos com uma ação de militares na Venezuela, tomaram um helicóptero com armas e granadas e atacaram o Palácio da Justiça venezuelano. Oscar Perez, Oficial Militar, fez um vídeo à época que viralizou na internet. No vídeo ele afirma que o grupo rebelado não tem alinhamento partidário, e definiu seus integrantes como sendo nacionalistas, patriotas e institucionalistas.

O governo apressou-se em dizer que se tratava de um ataque terrorista, tendo ordenado que fossem “capturados” (mortos).



Lembramo-nos que em 2002 houve uma investida militar na Venezuela que mesmo tendo sida reconhecida por Estados Unidos e Espanha, o povo até então iludido, foi às ruas gritar por golpe, obrigando a ONU que restituísse o poder a Hugo Chavez. Desde então, por efeito deste ato, militares e suas famílias estão mortos ou desaparecidos. 

O regime ditador venezuelano segue matando quem quer se oponha a ele, ou mesmo a sua vontade.

Em 2015 um caça SUKHOI-30 da Venezuela caiu na fronteira com a Bolívia, o governo apressou-se em dizer que o acidente aconteceu por falha dos pilotos, dois capitães. A oposição denuncia que podem ter sido assassinados pelo governo.


Hoje, com muita tristeza, somos novamente surpreendidos com a morte (assassinato) de Oscar Perez e seu grupo dissidente. Oscar Perez durante o ataque sanguinário das forças bolivarianas, a mando de Nicolás Maduro não deram chance para que se entregassem, e intensificaram forte ataque até seu intento fosse conseguido, matar a todos. Em seu ultimo vídeo, Oscar Perez relata seu martírio enquanto esperava a morte certa.

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

O DIA DA IRA


Por: Dênis Rosenfield
  
 Apresentar o julgamento de Lula como um ato político de “luta” contra os ricos está mais para o hilário do que para o simplesmente cômico
 Coincidências, no mais das vezes, encobrem nexos necessários entre fatos, discursos e palavras. Casualidades também revelam projetos e tendências que, assim, se expressam. Pode igualmente ocorrer que tenham um sentido manifestamente intencional, tornando semelhantes projetos políticos que ganham, desta maneira, uma afinidade eletiva. Tal é o caso do ex- ministro José Dirceu, que declarou ser o dia 24 deste mês, data do julgamento do ex-presidente Lula em Porto Alegre, o “dia da ira”.
 O parentesco político em questão é com os grupos terroristas islâmicos, no caso o Hamas, que tem na violência e na destruição do outro os seus meios de ação e a sua finalidade própria. No caso deles, a destruição do Estado de Israel; no nosso, a destruição da democracia representativa ou, em outra perspectiva, do Estado democrático de direito.
 Note- se que o ex- ministro, já condenado, usa tornozeleira eletrônica e está pendente de um julgamento para então saber se voltará ou não à prisão. Normalmente, uma pessoa que se encontra em tal condição deveria usar da prudência, pois está pagando por crimes cometidos, salvo se se considera acima da lei ou, na versão petista, um “preso político”. Ou seja, a lei valeria para todos os cidadãos, exceção feita para os petistas e, sobretudo, para seus líderes mais importantes, como é o caso do ex- presidente Lula.
 Um caso corriqueiro de tribunais torna- se não apenas um espetáculo político como uma afronta ao império da lei. Nesta perspectiva, o “mensalão” e o “petrolão”, símbolos da corrupção política dos governos petistas, tornam- se instrumentos revolucionários. Esqueceram- se de dizer que espoliaram e exploraram a população brasileira, mormente os pobres, e não a “burguesia”, que se tornou uma aliada no “capitalismo de compadrio”. O Brasil, no desemprego e no retrocesso do PIB, sofre até hoje as consequências desta aventura, desta irresponsabilidade política.
 Pretender, agora, apresentar o julgamento de Lula como um ato político de “luta” contra os ricos e as classes privilegiadas está mais para o hilário do que para o simplesmente cômico, não fosse o fato de muitos brasileiros ainda acreditarem neste engodo. E esse engodo veste a roupagem revolucionária!
 O chamado à manifestação, organizado pelo PT e por movimentos sociais que orbitam em torno do partido como o MST e o MTST, tem como objetivo deslegitimar, tornar nulo ou dificultar ao extremo o julgamento do ex- presidente Lula. Ora, esses dois ditos movimentos sociais são, em suas versões urbana e rural, organizações hierárquicas com explícito programa revolucionário em moldes marxistas, voltado para a destruição da economia de mercado, da propriedade privada e do estado de direito, em suma, para a aniquilação do “capitalismo”. Basta a leitura de seus textos, documentos e, inclusive, entrevistas. A aura romântica tem sua realidade na destruição sistemática que estão empreendendo na Venezuela. O PT, aliás, não cessa de defender o “socialismo do século XXI”, o bolivarianismo, Chávez, Maduro e asseclas. É isto que querem para o Brasil?
 O PT e os seus aliados estão perigosamente apostando na instabilidade institucional. Deixam sistematicamente claro que a lei não vale para eles. Ameaçam velada ou explicitamente o TRF4, cujo trabalho tem sido impecável na condenação dos envolvidos na Lava Jato, sejam eles petistas ou não. A cor partidária, em um julgamento, não conta. Os desembargadores, encarregados do julgamento de Lula, têm tido um comportamento impecável. O mesmo vale para o presidente do Tribunal, desembargador Thompson Flores, que tem se colocado institucionalmente à altura do desafio.
 O objetivo do partido e de seus aliados consiste em criar um clima de agitação, procurando politizar o julgamento de seu líder máximo. Alguns falam de grandes manifestações, petições internacionais e os mais radicais vislumbram uma invasão do Tribunal. Visam, inclusive, a criar uma imagem internacional pejorativa do país, como se vivêssemos à margem da lei, na perseguição política da “esquerda”. A perversão é explícita. Os que desrespeitam a lei procuram transferir essa imagem para os que defendem o estado de direito e fazem cumprir a lei. O crime deixa de ser crime para ser um ato revolucionário!
 Observe- se que a defesa de Lula não se preocupa com argumentos jurídicos, mas tão só com encaminhamentos que têm como finalidade uma maior politização do processo. Advogados tornam- se militantes. Para eles, a lei e a Constituição seriam apenas empecilhos que deveriam ser ultrapassados e desconsiderados a todo o custo. A face bolivariana do PT torna- se ainda mais nítida.
 Está, verdadeiramente, em jogo o que se pode denominar de uma luta política entre a democracia totalitária e a democracia representativa, entre o projeto revolucionário e o Estado democrático de direito. A primeira está baseada na ideia de que o “povo”, ou melhor, seus representantes e demagogos, tudo pode, não importando o respeito ou não pela Constituição. A segunda está ancorada na observância das leis, das instituições e da Constituição, impondo limites a essa espécie de ilimitação da dita soberania popular.
 O exemplo recente entre nós é o da ditadura bolivariana na Venezuela, com os seus líderes já nem mais encobrindo que não se preocupam com as instituições democráticas. Em um primeiro momento, guardaram ainda a aparência democrática representativa, enquanto mero instrumento de conquista do poder. Agora, a máscara caiu.
 O projeto petista, em sua fase atual, possui esse componente de uma democracia totalitária, para a qual a vontade do povo não conheceria limites. A eleição seria uma absolvição. Os rituais democráticos são ainda observados, porém os discursos e manifestações sinalizam para uma subversão mesma da democracia representativa. Pertence ao passado a mensagem de pacificação da então dita Carta ao Povo Brasileiro, jamais reconhecida, porém, como documento partidário.

Denis Lerrer Rosenfield é professor de Filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul


CARTA ABERTA AOS GENERAIS

A quaisquer dos que dizem que não tomam providência porque o povo está passivo e não vai às ruas - solicito permissão para discordar.

O dentista não tirou o dente podre porque o paciente não pediu o médico não ministrou a injeção que o salvaria porque o doente não pediu, o avião não decolou porque os passageiros não pediram, o guarda não multou porque o motorista não pediu, a galinha não botou o ovo porque o consumidor não pediu... General, as FFAA são forças intestinas de uma nação, assim como não controlamos os nossos intestinos, eles agem na hora certa, alguns médicos até o chamam de nosso segundo cérebro. Eles tem movimentos peristálticos dentro da necessidade do organismo e sem nos consultar. Imagine se toda hora nosso organismo tivesse que nos consultar, ficaríamos com os órgãos parados solicitando uma manifestação e comando de nosso cérebro. Os militares são os verdadeiros profissionais representantes do povo, oriundos de todas as classes sociais, religiões, credos, raças e tem o soldo pago por esse povo. E devem defender a pátria de inimigos externos e internos, que ameacem a paz, a ordem e o progresso. E são esclarecidos, coisa que o povo não é. Em relação ao povo o militar é uma classe privilegiada e mantida por esse povo, deveria portanto interferir em qualquer ameaça que esse povo sofresse. Ou o senhor não sabe que o povo, do qual o senhor e sua família também saíram e fazem parte, está sendo roubado, sacrificado a cada dia, sem saúde, educação, salário, estradas e dignidade. Por favor, levante da cadeira, perfile-se perante esse humilhado povo e escolha para qual lado dará seu passos: para a defesa dele ou de seus algozes, os milionários políticos, aproveitadores que estão também a lhe manipular e usá-lo como capacho...
E não diga que deve obediência cega ao seu comandante in chefe que é o presidente. Se o seu chefe lhe dá uma ordem insana, pelo regulamento militar o senhor não é obrigado a cumprir. E, conforme a insanidade o senhor deve é dar-lhe voz de prisão. Estamos a ser comandados por quadrilhas e seus chefes são os seus chefes? Aqui pra nós, general, está na hora de mostrar o seu brio de soldado e de patriotismo. Jurou à bandeira? Mostre que não ficou só na fala, que o seu coração ainda palpita por ela.
Lembre-se que talvez você não sinta na pele o que o povo está sentindo por receber desse próprio e sacrificado povo o seu salário, e os pelegos cuidam para que você receba em dia para tê-lo a seus pés, como capacho mesmo. Por favor, general...

Armand de Saint Igarapery